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Milhares de pessoas se aglomeram para sentir o cheiro de uma planta que cheira a rato morto e lixo podre | Notícias ambientais
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2 anos atrásem
Enormes multidões fizeram fila em Sydney para sentir o cheiro da flor que cheira a ‘lixo quente’
Ela pode cheirar a carne podre, mas “Putricia”, a flor cadáver famosa na Internet, tem sido o centro das atenções no Jardim Botânico de Sydney nos últimos dois dias.
A planta rara – de nome científico amorphophallus titanum, mas também conhecida como “Titan Arum” ou “bunga bangkai” na Indonésia, onde cresce selvagem – começou a florescer na quinta-feira, exalando um odor descrito como tendo o perfil aromático de “rato morto”. .
Com 11 flores cadáveres na coleção, os funcionários dos jardins tradicionalmente dão um apelido a cada uma e desta vez optaram por “Putricia” – uma combinação de “pútrida” e “Patricia”.
Putricia também se tornou uma espécie de influenciadora nos últimos 18 dias, enquanto milhares de pessoas monitoravam em tempo real uma transmissão ao vivo criada pela instituição para documentar em tempo real seu crescimento de um mero botão a uma flor de 1,6 metro de altura.
Com mais de 1,5 milhão de visualizações e uma comunidade Discord muito ativa, John Siemon, diretor de horticultura e coleções vivas nos jardins, diz que a equipe ficou “chocada” com a popularidade repentina de Putricia.
Siemon disse que pelo menos 20 mil espectadores entusiasmados passaram pelas portas para sentir o cheiro de Putricia na última semana.
O cientista-chefe do Jardim Botânico de Sydney, professor Brett Summerell, disse que Putricia demorou para aumentar a produção de seu perfume exclusivo, mas estava no auge na noite de quinta-feira, quando o cheiro pôde ser detectado a 20 metros de distância, fora de seu pavilhão.
“É um pequeno acúmulo”, disse ele. “Com o passar do tempo, à medida que a flor começa a se desenrolar, ela começa a gerar calor e esse calor passa a gerar reações químicas.
“O que a planta está tentando fazer é produzir quantidades máximas desse cheiro para atrair insetos, moscas e besouros de toda a selva para que eles possam vir e polinizá-la.”
A flor grande apresenta pétalas vermelhas caneladas e pode medir mais de um metro (3 pés) de diâmetro com uma haste central pontiaguda que pode atingir 3 metros (10 pés).
O cheiro nojento e a estrutura roxo-avermelhada da flor são projetados para atrair polinizadores para que ela possa se reproduzir.
A planta normalmente não floresce mais de uma vez a cada poucos anos e dura apenas cerca de um dia. Um espécime não floresce em Sydney desde 2010, tornando Putricia a quinta flor cadáver a florescer nos jardins.

Após cerca de 48 horas, o caule amarelo no centro da flor cadáver desmorona e levará no mínimo três a cinco anos antes que a planta possa florescer novamente.
A moradora de Sydney, Rebecca McGee-Collett, que esperou 90 minutos para ver a flor na noite de quinta-feira, disse que a flor era linda, mas o cheiro era “como lixo quente”.
A planta é nativa da ilha indonésia de Sumatra e está listada como ameaçada de extinção devido à perda de habitat e à caça furtiva, com 300-500 espécimes de Titan Arum sendo deixados na natureza.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.
“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”
Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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