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Milhares de protestos na Sérvia para homenagear vítimas de desastres da estação ferroviária | Notícias de protestos
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As manifestações receberam impulso na Sérvia desde que 15 pessoas foram mortas em um acidente de estação ferroviária em novembro.
Milhares ficaram em silêncio por quinze minutos na cidade de Nis, no sul da Sérvia, para comemorar aqueles mortos em um Desastre da estação ferroviária Em novembro, em um protesto liderado por estudantes que se tornou a maior ameaça ainda para o controle do presidente do país sobre o poder.
Manifestações em massa receberam impulso no país desde que 15 pessoas foram mortas quando um telhado desabou em uma estação de trem recém-renovada na segunda maior cidade de Novi Sad da Sérvia.
No sábado, centenas de estudantes marcharam, correram ou viajaram para NIS, visitando várias cidades a caminho e ganhando o apoio de pessoas que vivem fora dos centros urbanos do país.
Desde as primeiras horas da manhã de sábado, os moradores também montaram barracas improvisadas nas ruas da cidade, oferecendo alimentos e bebidas para a multidão que passava, agitando bandeiras, carregando faixas contra a corrupção e assobiando e vuvuzelas.
Às 11:52, horário local (10:52 GMT), o momento em que a tragédia ocorreu, todos se reuniram na praça central da cidade para prestar homenagem às vítimas, em silêncio por 15 minutos.
Depois disso, a música ecoou pela cidade, enquanto os alto -falantes tocavam cantos da “Sérvia subiu” e “bombeará” – um slogan que simbolizava a determinação dos alunos para continuar protestando.
“Esta é a maneira de fazer uma revolução”, disse Tarek, designer de gráficos de 22 anos de Novi Pazar, à agência de notícias da Reuters.
“É a maneira certa de alcançar a mudança, criar um futuro melhor, um estado funcional sem corrupção”.
Muitos sérvios culparam a tragédia por corrupção Eles se ligam à década do presidente Aleksandar Vucic no poder, professores, agricultores e outros trabalhadores se juntaram aos protestos que começaram com um bloqueio de aulas em universidades estaduais em dezembro.
O primeiro -ministro Milos Vucevic e outros dois ministros também renunciaram aos protestos que ocorreram na capital Belgrado, bem como em cidades de todo o país.
Até agora, os promotores acusaram 13 pessoas em conexão com o colapso do telhado.
“Espero pela justiça”, disse Emilija Jovanovic, um estudante de 21 anos, à agência de notícias da AFP.
“Esperamos mudança”, acrescentou Aleksandar Arandjelovic, um advogado de 34 anos de NIS.
O presidente Vucic e outros funcionários do governo mudaram entre emitir pedidos de negociações e também disparar alegações de que os manifestantes estão sendo apoiados por poderes estrangeiros.
“Muito dinheiro foi investido na revolução das cores”, disse Vucic na sexta -feira enquanto falava com seus apoiadores em Knjazevac, a cerca de 31 quilômetros de distância de NIS.
Para reprimir os protestos, o governo procurou atender a várias demandas dos organizadores estudantis.
Essas etapas incluíram a liberação de vários documentos relacionados às reformas da estação; Manifestantes de perdoamento presos em comícios; aumentar o financiamento para o ensino superior; e lançar processos criminais contra suspeitos acusados de atacar manifestantes.
Mas os estudantes, que emergiram como líderes dos protestos, pretendem continuar suas manifestações diárias. Eles também querem que as acusações contra os estudantes protestantes sejam demitidas e um orçamento aumentado para o ensino superior.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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