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Militares israelenses mataram 165 crianças na Cisjordânia ocupada no ano passado: ONU | Notícias da Cisjordânia Ocupada

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ACNUDH relata o número de mortos após o assassinato de Abdullah Jamal Hawash, de 11 anos, por militares israelenses, em Nablus.

As Nações Unidas dizem que Forças israelenses mataram 165 crianças na Cisjordânia ocupada durante o ano passado.

O Gabinete do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH) informou na quarta-feira que os militares israelitas mataram 36 crianças em ataques aéreos e 129 com munições reais, “a maioria na cabeça ou na parte superior do corpo”.

Soldados israelenses atiraram no peito de Abdullah Jamal Hawash, 11, na terça-feira, por atirar pedras contra um veículo blindado em Nablus, conforme relatado pelo Ministério da Saúde palestino no Cisjordânia.

Em vídeos postados pela mídia local, o menino foi visto atirando uma pedra em um veículo blindado israelense com tração nas quatro rodas à distância antes de ser baleado, caindo no chão.⁠

Hawash não representava “nenhuma ameaça realista” às forças israelenses, disse o escritório do ACNUDH no território palestino ocupado.

Sua morte ocorreu depois que as forças israelenses atiraram na cabeça de um jovem de 17 anos em Hebron, no domingo, deixando-o em estado crítico.

Três dias antes, outro menino de 11 anos também foi baleado na cabeça e gravemente ferido pelas tropas israelenses no campo de refugiados de Arroub, na província de Hebron.

O exército israelita também intensificou a sua ofensiva na Cisjordânia durante a noite, atacando Nablus, a cidade de el-Bireh, a cidade de Deir Abu Mishal, a oeste de Ramallah, o campo de Balata, a leste de Nablus, e o campo de Fawwar, a sul de Hebrom.

No campo de refugiados de Fawwar, as forças israelitas lançaram uma campanha de detenções. A agência de notícias palestina Wafa confirmou que pelo menos sete pessoas foram presas.

Além disso, as forças israelitas prenderam uma pessoa da aldeia de al-Hadab e três pessoas da cidade de Dura, ambas a sudoeste de Hebron.

O ataque contínuo de Israel à Cisjordânia ocorre no momento em que o país celebra o feriado anual de Simchat Torá.

Um vídeo no Telegram, verificado pela agência de verificação de fatos Sanad da Al Jazeera, mostrou Colonos israelenses realizando rituais talmúdicos no Muro das Lamentações – que os muçulmanos chamam de Muro Buraq – na Cidade Velha de Jerusalém, no território ocupado.

O muro fica ao lado da Mesquita de Al-Aqsa, onde colonos israelenses realizaram repetidamente rituais talmúdicos nos últimos meses, enquanto escoltados por forças de segurança armadas.

O ministro israelense da Segurança Nacional de extrema direita, Itamar Ben-Gvir, invadiu o complexo da mesquita várias vezes desde o início da guerra em Gaza.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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