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Miniadvogado de 4 anos sabe tudo de Direito e vídeo pode provar; veja
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1 ano atrásem
Benjamin tem só 4 anos, mas dá lição para qualquer universitário. O miniadvogado, de Santa Catarina, sabe o básico dos principais ramos do Direito. A mãe, orgulhosa, posta nas redes sociais vídeos que comprovam o conhecimento do menino. Ele não se faz de rogado: responde questões com expressões técnicas e muita segurança.
A última “aula” do miniadvogado foi de Direito Constitucional. Perguntado sobre a famosa expressão “cláusula pétrea”, o garoto arrebentou: “Cláusula pétrea é aquilo que não pode ser mudado na Constituição Federal”, respondeu.
Com o vocabulário infantil, mas nem por isso menos técnico, Benjamin também soube falar sobre PEC e súmula vinculante. “Súmula vinculante é feita pelo STF, daí o juiz tem de decidir tudo da mesma forma”, afirmou. “O que significa a sigla PEC?”, pergunta a mãe. “É Proposta de Emenda à Constituição”, responde sem pestanejar.
Incentivo em casa
Essa empolgação toda do miniadvogado vem de casa. A mãe Joice Souza é advogada criminalista e apaixonada por Direito, claro, que acabou por incentivar o filho. O menino transita pelo Direito Constitucional, Penal e Civil, sem dificuldades.
Nas redes sociais, Joice publica vários vídeos do filho demonstrando o conhecimento dele sobre Direito. E não são poucos. Ele encanta não só pelo vocabulário correto e preciso, mas também pela firmeza.
Por exemplo, o pequeno ensina que quando o advogado fala que tem que “emendar a inicial” é porque tem que “arrumar a petição”. Também menciona que “procuração é quando [o cliente] dá poderes ao advogado” e, assim vai…
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Direito Penal
O universo do Direito Penal também é dominado pelo miniadvogado. A complexidade da área envolve mais de um tipo de ação penal: a que depende do movimento da vítima e a que envolve o Ministério Público – o defensor da sociedade.
“Quais são os tipos de ação penal, Benjamin?”, pergunta a mãe ao menino. “Tem a ação penal pública e tem a ação penal privada”, responde com firmeza o garotinho.
Em seguida, Benjamin faz a distinção. “A ação penal pública quem faz ela é o Ministério Público. A ação penal pública privada é que a vítima pede para o Ministério Público processar. A incondicionada é que tanto faz a vontade da vítima, o Ministério Público tem de processar.”
E olha que ele nem entrou no Ensino Fundamental ainda! Vai longe esse garoto!
Aos 4 anos, o miniadvogado Benjamin sabe a diferença entre Direito Constitucional, Penal e Civil, ainda ensina as expressões. A mãe Joice é a grande incentivadora do filho. – Foto: @advogando_com_joice
Assista ao vídeo do Benjamin, o miniadvogado dando uma aula de Direito:
O miniadvogado não se contenta em saber apenas Direito Constitucional, vai para Penal também, veja:
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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