POLÍTICA
Ministro fala sobre clima nas Forças Armadas com p…
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1 ano atrásem
Marcela Rahal
Depois de se reunir com o presidente Lula, em São Paulo, na manhã desta terça-feira, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, falou sobre as dificuldades dentro das Forças Armadas para implementar as mudanças previstas no projeto de lei, enviado pelo governo ao Congresso, que estabelece a idade mínima de 55 anos para a transferência dos militares à reserva remunerada, entre outras medidas. Apesar dos entraves apontados, ele disse defender a proposta, que faz parte do pacote de corte de gastos anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para equilibrar as contas públicas.
Múcio também disse que o presidente questionou sobre o ambiente nas Forças Armadas após a prisão do general Walter Braga Netto, ex-ministro d Bolsonaro, envolvido na trama golpista. Segundo ele, há um constrangimento, mas definiu as prisões como “necessárias” para preservar o CNPJ das 3 forcas.
Em entrevista ao programa Ponto de Vista, de Veja, a senadora Eliziane Gama, relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apurou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, afirmou, que o projeto apresentado no Congresso que trata da limitação de militares na política “é importante”. Em novembro, a Polícia Federal indiciou 37 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, ex-ministros e militares de alta patente. Acompanhe o Giro Veja.
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Matheus Leitão
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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social)
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Felipe Barbosa
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POLÍTICA
A articulação para mudar quem define o teto de jur…
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9 meses atrásem
5 de maio de 2025Nicholas Shores
O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN).
A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica.
Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.
A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira.
Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.
Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios.
Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.
Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.
Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.
Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.
Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.
Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.
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