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Ministros da UE rejeitam suspensão do diálogo com Israel – DW – 18/11/2024
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União Europeia Ministros das Relações Exteriores se reuniram em Bruxelas na segunda-feira, mas não apoiaram pausando o diálogo diplomático do bloco com Israelconforme proposto pelo chefe de política externa Josep Borrell.
Antes da reunião, Borrell disse que tal medida teria como objetivo pressionar o governo israelense depois de este ter ignorado vários apelos para aderir ao direito internacional. na guerra na Faixa de Gaza.
Tendo criticado frequentemente Israel em termos invulgarmente fortes para os padrões dos líderes europeus ao longo do ano passado, o político espanhol disse aos jornalistas antes da reunião que “não tinha mais palavras” para a situação em Gaza.
“São cerca de 44 mil pessoas mortas em Gaza, toda a área está a ser destruída e 70% das pessoas mortas são mulheres ou crianças”, disse ele.
A proposta, considerada como o tiro de despedida de Borrell antes de deixar o cargo, foi amplamente vista como sendo pouco provável que fosse aceite pelos ministros e teria exigido uma decisão unânime de todos os 27 Estados-membros.
Resistência à proposta
O ministro dos Negócios Estrangeiros holandês, Caspar Veldkamp, estava entre os que manifestaram desacordo com a proposta, dizendo que a UE precisava de permanecer em diálogo com Israel no meio das tensões mais amplas no Médio Oriente.
A Alemanha também declarou antecipadamente a sua oposição, enquanto a Hungria, a Áustria e a República Checa pareciam seguras de resistir à medida.
O diálogo político da UE com Israel é abrangido pelo Acordo de Associação UE-Israel, que prevê intercâmbios regulares para reforçar a parceria.
No entanto, também afirma que as relações entre as partes se baseiam no respeito pela direitos humanos e princípios democráticos, que Borrell disse que podem não ter sido respeitados por Israel.
A Espanha e a Irlanda também sugeriram que o acordo com Israel fosse revisto.
Mas os diplomatas da UE também sublinharam que a suspensão do diálogo político institucional não significa a suspensão do acordo ou do Conselho de Associação, que é responsável pelas relações entre as duas partes.
Proposta de proibição de importação
Borrell também queria introduzir uma proibição à importação de produtos provenientes dos colonatos israelitas nas regiões ocupadas. Territórios palestinos.
Os assentamentos são ilegais sob o direito internacional.
Os ministros aprovaram novas sanções ao Irão por fornecer mísseis balísticos à Rússia para usar na guerra da Ucrânia durante a reunião de segunda-feira.
Borrell também disse antes da reunião que esperava que os membros da UE concordassem em permitir que Kiev atacasse dentro da Rússia com as armas fornecidas pelo bloco.
“Tenho dito uma e outra vez que a Ucrânia deveria ser capaz de usar as armas que lhes fornecemos, não só para parar as flechas, mas também para poder atingir os arqueiros”, disse Borrell.
Seu comentário vem em meio relata que o presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou a Ucrânia a usar mísseis fornecidos pelos EUA para atacar mais profundamente na Rússiaem possível resposta ao envio por Moscovo de milhares de tropas norte-coreanas na sua guerra contra o seu vizinho.
tj/lo (Reuters, dpa)
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O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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