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MM GERDAU abre edital para projetos de ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia

Assessoria, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Para celebrar os 9 anos de atividades, o MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal abrirá suas portas para uma ocupação criativa e democrática de seus espaços. Em caráter inédito, a instituição anuncia o lançamento do Edital CoMciência – Ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia. As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de agosto no site do programa

Artistas, pesquisadores, engenheiros, matemáticos e diferentes profissionais de toda a América Latina interessados em fomentar a discussão entre arte, ciência e tecnologia estão convidados, por meio do Edital CoMciência – Ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia, a proporem ocupações criativas e expositivas dentro do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. O edital irá selecionar obras e trabalhos artísticos, científicos e intelectuais de pessoas, grupos e coletivos de trabalhos, que podem receber até 15 mil reais, de acordo com o projeto. Os projetos aprovados ficarão expostos no Prédio Rosa – sede do Museu, de 12 de dezembro de 2019 a 15 de março de 2020. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 22 de agosto pelo site:http://programacomciencia.org.br , neste mesmo endereço é possível conferir o edital na íntegra. Este projeto faz parte do programa CoMciência de divulgação científica do Museu.

A temática escolhida para a primeira edição do Edital CoMciência propõe novos espaços e narrativas ao uso das tecnologias, aliadas à arte. Desta forma, o objetivo é deslocar o olhar para uma dimensão mais social e humana da ciência e de suas produções técnicas. Além disto, a proposta visa democratizar e ampliar o acesso à produção de conhecimento, refletir sobre a produção tecnocientífica por meio das artes e colaborar com a consolidação do conhecimento científico e artístico. “O edital é uma ação ímpar de divulgação científica. Queremos abrir o espaço do Museu para que a população o ocupe e faça dele um lugar de circulação de conhecimento, de interdisciplinaridade, de desmistificação da ciência. Queremos aproximar esses conceitos da sociedade e fazer com que todos entendam que arte, ciência e tecnologia são linguagens que se integram”, explica Márcia Guimarães, gestora do MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais.

Os trabalhos e propostas a serem inscritos neste edital, segundo recorte curatorial, podem seguir os seguintes subtemas e modelos:

Biologia: microbiologia, genética, o corpo, processos cerebrais- corporais, medicina, entre outros;
Ciências físicas: física das partículas, energia atômica, geologia, física, química, astronomia, ciências espaciais, nanotecnologias, entre outros;
Matemática e algoritmos: arte genética, fractrais, inteligência artificial, vida artificial;
Cinética: eletrônica conceitual, instalações sonoras e robóticas;
Telecomunicações: telefonia, rádio, telepresença, webarte, etc;
Sistemas digitais: mídias interativas, realidade virtual, realidade aumentada, sensores alternativas, entre outros.

Os cachês para os selecionados varia de R$1.000,00 a R$15.000,00, dependendo da complexidade do projeto e da trajetória do proponente. Além disso, os selecionados ainda terão direito a uma verba destinada para execução dos projetos que pode variar entre R$1.000,00 e R$15.000,00.  No ato da inscrição, os artistas ainda terão a oportunidade de selecionar/indicar qual(is) áreas do museu que pretendem ocupar com a(s) obra(s).

Iniciativas como esta são de extrema importância para a conceituação e entendimento de fenômenos contemporâneos que surgem através da união destas três esferas, “vivemos em uma sociedade altamente envolvida nos processos técnicos com forte influência em nossa cultura. Diante disso, arte, ciência e tecnologia comportam diálogos interdisciplinares e complementares na tentativa de explicar o nosso mundo e desenvolvermos nossas habilidades perante os desafios que vão surgindo. É somente por meio de um pensamento conjunto que podemos superar diferenças conceituais e práticas da vida,” destaca Tadeus Mucelli, realizador da Bienal de Arte Digital e também um dos curadores do edital. Alexandre Milagres, que também assina a curadoria da seleção, complementa: “por meio deste edital o Museu demonstra seu protagonismo na divulgação científica e se alinha internacionalmente aos principais centros e instituições de pesquisa, que trabalham há algum tempo com esta convivência produtiva e criativa entre as áreas”. 

:: SOBRE O EDITAL E SEUS CURADORES ::

O edital conta com a curadoria de Alexandre Milagres e Tadeus Mucelli. Milagres é professor e artista digital, coordenador educacional do FAD – Festival de Arte Digital, membro do conselho curatorial da Bienal de Arte Digital, Mestre em Comunicação, pesquisador dos produtos e relações mediadas pelo digital, das relações de aproximação entre cinema e vídeo, das potencialidades artísticas e mercadológicas com a ampliação do acesso às tecnologias móveis e interativas. Foi também Presidente do Observatório da Diversidade Cultural, coordenou a UNA TV e o Núcleo de Convergência da UNA e coordenou os cursos de Publicidade e Jornalismo no UNIPAM. 

Mucelli é artista, curador, pesquisador e gestor de projetos em arte tecnológica e cultura digital. Possui graduação em Gestão de Organizações do Terceiro Setor pela Universidade do Estado de Minas Gerais por meio da Faculdade de Políticas Públicas (UEMG/FAPP). Mestre em Artes pelo programa de pós-graduação stricto sensu da Universidade do Estado de Minas Gerais com temática sobre a memória, preservação e patrimônio digitais. É Doutorando em Ciências da Informação pela ECI/UFMG.

:: SOBRE O PROGRAMA CoMciência ::

CoMciência é o programa de divulgação científica do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal que, desde 2013, busca trazer temas atuais para debates, por meio de palestras e rodas de conversas, além de oferecer cursos ligados a temáticas científicas, mostras e feiras em parceria com instituições de ensino.

Como museu de ciência e tecnologia, a ideia é desmistificar a ciência como lugar intocável, de difícil compreensão ou distante do universo da maioria das pessoas. O programa busca aproximar o público do conhecimento científico, tornando-o mais palatável, com temas da atualidade e uma linguagem acessível.

 Em 2019, o coMciência ganha força com a primeira edição do “Edital CoMciência – Ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia”, uma iniciativa de fomento do MM Gerdau à divulgação científica com a ocupação criativa, artística e propositiva do Museu como espaço de diálogo com a cidade e seus públicos, e a intenção de criar uma cultura da informação de arte, ciência e tecnologia.

 :: SERVIÇO ::

MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal recebe inscrições para Edital CoMciência – Ocupação em Arte, Ciência e Tecnologia

Inscrições: até o dia 22 de agosto pelo site www.programacomciencia.org.br  

Mais informações: (31) 3516-7200 // www.programacomciencia.org.br  

Os resultados serão divulgados no dia 20 de setembro no site do programa

Informações para imprensa

  )) 31 2535 0506
Fábio Gomides   )) 31 99693 2767 
João Dicker )) 31 98841 9613 
Bruna Dias )) 31 98415 6545
Leonardo Cunha )) 31 99885 4302 
Assessoria de Imprensa e Produção de Conteúdo

ACRE

Pesquisas com amendoim forrageiro recebem reforço no Acre

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Foto de capa: Protótipo de máquina colhedora de sementes de amendoim forrageiro em teste no campo experimental da Embrapa Acre.

Por: Diva Gonçalves / Embrapa Acre

Os estudos com amendoim forrageiro, realizadas pela Embrapa Acre, por meio do projeto em rede “Desenvolvimento de cultivares de amendoim forrageiro para uso em sistemas sustentáveis de produção pecuária”, ganharam novo reforço. A prorrogação do projeto no âmbito do Sistema Embrapa de Gestão (SEG) garantiu a continuidade das ações até setembro do próximo ano. Além disso, o Plano Anual de Trabalho (PAT) para o biênio 2019/2020, aprovado junto à Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), possibilitou um aporte financeiro no valor de 140 mil reais, para fortalecimento dos estudos para melhoramento genético da planta, em andamento.

Executado desde 2015, o projeto prevê, entre outros resultados, o lançamento de uma cultivar de amendoim forrageiro propagada por semente, a BRS Mandobi. “Os recursos aprovados permitirão finalizar as pesquisas com a primeira cultivar propagada por semente e avançar nos estudos para viabilizar a colheita mecanizada. A parceria com a Unipasto tem sido essencial para o cumprimento do cronograma de atividades e para o alcance de resultados. A previsão é que o lançamento regional da nova cultivar aconteça até o mês de outubro”, afirma a pesquisadora Giselle Lessa, líder do projeto.

Foto 1: pastagem consorciada com amendoim forrageiro em propriedade rural de Rio Branco.

O amendoim forrageiro é uma planta com alta capacidade de fixar nitrogênio no solo e elevado teor de proteína. Estudos comprovam que o uso dessa leguminosa associado com gramíneas aumenta a produção de forragem e a longevidade das pastagens e melhora a qualidade da dieta animal, com reflexos positivos na produtividade do rebanho. Atualmente, todas as cultivares da leguminosa disponíveis no País são propagadas por mudas. A propagação por sementes visa contribuir para ampliar o uso dessa tecnologia no consórcio de pastagens como alternativa para intensificar a produção de carne e leite a pasto nos diferentes biomas, sem a abertura de novas áreas.

 

Colheita mecanizada de sementes                                                                    

Para que a BRS Mandobi chegue ao mercado é necessário disponibilizar também um sistema de produção de sementes mecanizado. Paralelamente às pesquisas para viabilizar a nova cultivar de amendoim forrageiro, um projeto fruto de parceria entre a Embrapa Acre, Embrapa Instrumentação (São Carlos/SP) e Unipasto atua no desenvolvimento de uma máquina colhedora, a partir de protótipos já existentes. O objetivo do equipamento é reduzir custos na produção, viabilizar a oferta de sementes em larga escala para o mercado e ampliar o acesso a cultivares recomendadas pela pesquisa.

O engenheiro mecânico Daniel Portioli, analista da Embrapa Instrumentação, esteve na Embrapa Acre, no período de 5 a 8 de agosto, para acompanhar a colheita de sementes da cultivar Mandobi no campo experimental da Embrapa, realizada com uso de dois modelos de protótipos de máquina colhedora, em fase de teste, em continuidade aos ensaios sobre o funcionamento desses equipamentos, realizados com o objetivo de colher subsídios para a definição dos mecanismos que vão compor o novo protótipo de colhedora em desenvolvimento.

“A observação de procedimentos operacionais contempla etapas como peneiramento das sementes e rendimento da colheita, entre outros aspectos essenciais para garantir eficiência ao processo, e permite obter informações importantes para o dimensionamento de partes do equipamento como lâmina, esteira e peneiras rotativas. A maior parte do custo de produção de sementes está na fase de colheita, correspondendo a cerca de 80%. Buscamos desenvolver um equipamento que proporcione sementes de qualidade, com preços mais acessíveis para o produtor rural ”, explica o analista.

Para Portioli, contar com um sistema eficiente de colheita mecanizada vai minimizar esforços, especialmente no peneiramento das sementes, considerado uma das etapas mais críticas da colheita. O aprimoramento desse processo requer a combinação de operações distintas para refinar o trabalho de separação, reduzindo o volume de solo e raízes e garantindo maior quantidade de sementes nas peneiras rotativas. “Além disso, facilitará a realização de etapas posteriores como seleção e lavagem das sementes, que também influenciam o tempo das operações extracampo”, destaca.

Produto escasso

Segundo o pesquisador da Embrapa Acre, Judson Valentim, responsável pelos estudos com a nova colhedora, o atual sistema de produção de sementes de amendoim forrageiro, semimecanizado, demanda uso excessivo de mão de obra, onerando a produção e impondo para a pesquisa científica o desafio de desenvolver uma máquina que permita colher o produto de forma totalmente mecanizada. As dificuldades com mão de obra no processo de colheita contribuem para tornar as sementes de amendoim forrageiro um produto escasso e de custo elevado no mercado nacional.

“Toda a semente comercial encontrada no País é importada da Bolívia e vendida a preços superiores a 200 reais o quilo. O alto custo inviabiliza o uso da tecnologia em consórcio com a pastagem. Para se ter ideia, para cultivo da forrageira seguindo recomendações da pesquisa, ou seja, com semeadura em faixa em 50% da área do pasto, seriam necessários 11 quilos de sementes para cada hectare. Nos testes de campo com os dois protótipos de colhedora conseguimos reduzir bastante o custo de produção e acreditamos que com o equipamento que estamos desenvolvendo será possível baixar ainda mais o preço do produto”, enfatiza o pesquisador.

Fotos que ilustram a matéria (crédito: Arquivo Embrapa).
Foto 1: pastagem consorciada com amendoim forrageiro em propriedade rural de Rio Branco.
Foto de capa: Protótipo de máquina colhedora de sementes de amendoim forrageiro em teste no campo experimental da Embrapa Acre.
Diva Gonçalves | Jornalista (Mtb 0148/AC)
Núcleo de Comunicação Organizacional
Embrapa Acre
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Rio Branco/AC

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Prefeitura e Detran fazem tratativas para implantar sinalização, emplacamento e educação de trânsito em Tarauacá

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Nesta sexta-feira, 16, se reuniram na sede do Departamento Estadual de Trânsito do Acre – DETRAN/AC, o Diretor Presidente Luiz Fernando Duarte Maia, o Procurador Jurídico do Detran Dr. Milano, o Engenharia de Trânsito Vitor, e o assessor de política  institucional da Prefeitura de Tarauacá Dr Marcos Vitorino.

A reunião foi com a finalidade de celebrar um Termo de Cooperação entre as partes, visando mútua colaboração para melhorar o trânsito do município de Tarauacá. A prioridade é realizar, após o asfaltamento das principais avenidas, um estudo técnico de engenharia de trânsito, para posterior emplacamento, sinalização e implantação de um programa de educação de trânsito nas escolas do município.

Nos próximos meses, enquanto a Prefeitura diligencia o asfaltamento, as escolas públicas do município já serão beneficiadas com um programa de educação de trânsito, mediante palestras, distribuição de material educativo impresso e outras atividades educativas.

Instituições como Departamento de Estradas e Rodagens do Acre – DERACRE e Polícia Militar, serão contatadas para participar da parceria, além da Prefeitura de Sena Madureira, que hoje conta com uma usina de asfalto, entregue pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), no valor de R$1 milhão e 500 mil, resultado de emenda parlamentar do então senador Gladson Cameli.

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