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Sindicato dos Trabalhadores dos Correios abre coleta de assinaturas contra a venda da empresa

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Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) abriram na segunda-feira (12) a campanha da coleta de assinaturas contra a venda da empresa, no terminal urbano. O temor é que Estados que não geram lucro tenham agências fechadas, deixando de existir entregas de encomendas.

Segundo a presidente do Sintect-AC, Suzy Cristiny, as empresas que já atuam no mercado, realizando entregas, preferem não atuar no Acre, por exemplo, porque não é possível ter lucro. Assim, as empresas acabam atuando apenas em grandes cidades, chegando a enviar os produtos pelos Correios por terem conhecimento do papel social realizado pela empresa.


“Algumas pessoas criticam os serviços atuais e apoiam a privatização alegando que não deveria existir monopólio, mas não existe monopólio. Qualquer empresa do ramo pode estar apta a operar, mas eles preferem não concorrer em Estados menores, porque não gera lucro, com isso a estatal tem um papel fundamental nos municípios pequenos de garantir o encaminhamento de encomendas”, argumentou.

Suzy Cristiny apontou ainda que não são todas as cidades pequenas que possuem bancos ou caixas, com isso os pagamentos e os saques também são realizados por meio do banco postal.

A presidente do Sintect-AC explicou que os diretores e funcionários estão coletando as assinaturas até o dia 20, pois até o dia 22 a relação será entregue ao governo federal por meio da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos, entidade nacional que mobiliza a campanha nacional contra a privatização.

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CRISE

Com ida da Vereadora Janaina Furtado para PP, os partidos PDT e PSDB já estão de olho no mandato, e prometem acionar Justiça

Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Preparativos

Os Partidos PSDB e PDT já prometeram que se preparam para entrar na Justiça, caso a Vereadora Janaina Furtado peça desfiliação da Rede para posterior filiação ao PP, partido do Governador Gladson Cameli, pois a mesma foi eleita em coligação com esses partidos.

Hoje, um pequeno grupo de líderes partidários se reuniram, e já alinharam o procedimento. Um munícipe, que não quis se identificar, revelou que os dirigentes vão requerer na Justiça a perda do mandato. Segundo afirmam, a tese é de que o mandato não é da pessoa da Janaína Furtado, e sim da coligação que a elegeu.

Janaína Furtado, obteve 562 votos, em 2016. 

Ambiente de guerra: 2 homens e 1 mulher

Na cola de Janaína Furtado têm dois suplentes fortes. Edivilson Cabeleleiro (PDT), com 248 votos, que evita comentar o assunto. Mas nos bastidores, o clima jurídico é de expectativa positiva.

Fotografia de Fotografia de Edivilson Cabeleireiro - 12366 - Candidato a VereadorEdivilson Cabeleleiro (PDT), obteve 248 votos.

Já Rosenir Arcênio (PSDB), com 207 votos, é um líder forte no município. Arcênio foi secretário de educação por um tempo, sendo substituído por Orlando Bezerra, porém, em seguida foi rifado do primeiro escalão. Hoje é aliado do vice-prefeito Chico Batista, e, em tese, é o responsável pela política ambiental do município.

Fotografia de Fotografia de Rosenir Arcenio - 45555 - Candidato a VereadorRosenir Arcênio (PSDB), obteve 207 votos. 

2 homens e 1 segredo

A briga pelo mandato promete deixar muita gente de cabelo arrepiado. O próprio Edvilson Cabeleireiro aparenta dúvida de como irá fazer o “penteado” da situado. E Arcênio evita comentários públicos, preocupado em manter o ambiente político saudável. Mas a expectativa oculta é visível no semblante dos dois suplentes.

A cada dia que se passa, faça frio, faça calor, a paixão pela política, na terra do abacaxi gigante, só esquenta.

Vamos aguardar os próximos capítulos dos bastidores da política.

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Redução de Fiscais no Posto da Tucandeira causa demora no atendimento e acúmulo de cargas

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Quem precisa despachar mercadorias de outros estados no Posto Fiscal da Tucandeira está enfrentando um problema que cada dia se agrava mais, a demora na liberação dos diversos produtos. O problema na falta de agilidade do atendimento tem causado o acúmulo de cargas e sobrecarga de trabalho para os auditores fiscais. Isso porque o quadro de servidores que atuam no local foi reduzido pela Secretaria de Fazenda (Sefaz) de três para dois profissionais durante junho.

As alterações feitas pela pasta foram realizadas sem aviso prévio aos profissionais e a falta de treinamento. Todos eles foram remanejados para novos postos de atuação sem receber a capacitação específica para desempenhar a nova função. A presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Acre (Sindifisco-AC), Leyla Alves, comenta que a qualificação é necessária por existir setor de trabalho específico e o preenchimento correto de documentação a fim.


A sindicalista afirma que as mudanças feitas resultarão na queda da arrecadação de impostos, o que enfraquecerá a arrecadação do Estado prejudicando os serviços públicos, como as áreas da Saúde, Segurança Pública e Educação. A presidente do Sindifisco-AC relata que os trabalhadores estão revoltados, já que eles consideram que a administração está prejudicando as atividades de fiscalização. A diminuição do pessoal nos postos fiscais foi a primeira de uma série de decisões que estão causando uma precarização ainda maior no trabalho.

“Os auditores repudiam a decisão de reduzir o quantitativo de plantonistas no Posto Fiscal Tucandeira de três para apenas dois. Passamos pelo momento em que o Acre precisa, em função da crise pela qual passa o país, dos esforços dos seus auditores fiscais para alavancar a arrecadação”, comenta Leyla. Ela afirma ainda que a classe também sofre com a falta de equipamentos necessários como novos sistemas de informática, computadores e viaturas da pasta.

“A situação já é de muita dificuldade na estrutura: equipamentos, sistema de informática inadequado, postos fiscais com estrutura precária e viaturas sucateadas sem atender na medida necessária as demandas da Receita. Mesmo assim, diante das dificuldades, os trabalhadores conquistaram o crescimento percentual da receita própria do Estado, um trabalho realizado até maio, quando houve a mudança que prejudicou as atividades”, explicou a presidente da entidade.

A líder sindical pontua ainda que a classe reivindica um treinamento específico por parte da Sefaz para executar um trabalho de qualidade nos respectivos postos de atuação. Segundo os auditores, o pedido tem sido tratado com ironia e em forma de piada pelos gestores. “Existe a expectativa da queda na qualidade dos serviços em função da ausência de treinamento e readaptação aos mecanismos implementados ao longo dos anos. Tentamos negociar, mas somos ignorados”, fala.

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