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Moradores fecham rodovia no AC e exigem desvio em trecho que rompeu durante forte chuva

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Moradores da Comunidade Baixa Verde fecharam um trecho da BR-317, próximo à região das Quatro Bocas, saída de Rio Branco, e exigem desvio no trecho da BR-364 que rompeu com enxurrada no último dia 23. Dnit começou as obras do desvio na quarta (12).

Capa: Bloqueio na BR-317 impede passagem de motoristas — Foto: Arquivo/PRF.

Moradores da Comunidade Baixa Verde fecharam um trecho da BR-317, próximo à região das Quatro Bocas, saída de Rio Branco, em protesto nesta quinta-feira (13). A comunidade diz estar passando por várias dificuldades causadas pelo rompimento no km 102 na BR-364.

O trecho rompeu durante a forte chuva que atingiu Rio Branco no dia 23 de março. O Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes no Acre (Dnit-AC) já iniciou as obras de recuperação do trecho, mas a previsão é de que trabalhos sejam concluídos em um prazo de três meses.

Enquanto isso, o ponto da estrada que liga o Acre a Porto Velho (RO) segue interditado. A rota alternativa usada pelos motorista é pela AC-40, passando por Senador Guiomard, depois pega a BR-317 até o entroncamento com a BR-364 (Quatro Bocas) e segue para Porto Velho.

Contudo, os moradores alegam que ficaram sem coleta de lixo parou, sem circulação do ônibus escolar, do transporte público e uma série de outros problemas com o rompimento da rodovia. Com pneus, carcaças de veículos, pedaços de madeira e entulho, a comunidade fechou um trecho da BR-317 e reivindica a abertura de um desvio no trecho que rompeu.

Abertura de desvio

O superintendente do Dnit, Carlos Moraes, explicou que soube da manifestação da comunidade e se reuniu com a liderança do movimento na última terça-feira (10) para ouvir as reivindicações. A partir da conversa com a comissão, o Dnit decidiu fazer o desvio para que o acesso à comunidade retornasse.

Nessa quarta (12), as obras do desvio já foram iniciadas. Contudo, mesmo assim, os moradores decidiram fazer o protesto.

“Mas parece que essa comissão não conseguiu convencer a maioria das pessoas que estava lá e, mesmo assim, decidiram manter o bloqueio. Então, avisamos para eles que bloqueio de rodovia federal é crime previsto em lei e que aí é caso da Polícia Rodoviária Federal. O que estão pedindo a gente vai atender, até o dia 30 de abril estaremos com o desvio pronto, sinalizado e liberado para o tráfego, as obras já estão acontecendo”, complementou o superitendente.

Enxurrada

A chuva começou na madrugada de 24 de março e até às 6h do dia 25, segundo a Defesa Civil do município, choveu um acumulado de 203,2 milímetros, o que representa mais de 75,2% de todo o esperado para março, que é de 270,1 milímetros.

Com o volume de chuva, sete igarapés de Rio Branco transbordaram e o Rio Acre subiu mais de seis metros em poucas horas. Na medição feita às 6h deste sábado, o manancial marcou 16,26 metros, acima da cota de transbordo, que é de 14 metros.

Além de trechos na BR-364, houve vários pontos de interdição pela capital nessa sexta-feira (24) devido às fortes chuvas e inundação dos igarapés e rio. Na manhã deste sábado ainda há pontos de alagamento, mas as águas dos igarapés recuaram.

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

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Artigo aborda previsão de incêndios florestais na Mata Atlântica — Universidade Federal do Acre

O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.

O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.

A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.

“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.

 



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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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