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Mozambique counts votes in its presidential election as opposition alleges fraud
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MAPUTO, Mozambique (AP) — Mozambique began counting votes late Wednesday in a presidential election that is expected to extend the ruling party’s 49 years in power, though the opposition was already alleging fraud and manipulation.
Independent candidate Venancio Mondlane, a newcomer to national politics, posed the biggest challenge to the governing party’s candidate, Daniel Chapo.
Mondlane and the two other challengers raised concerns over the election’s fairness, claiming among other things that ballot boxes had been unsealed before voting ended and that some of their delegates were denied accreditation to monitor the voting.
“I trust the electoral process, but not the people deployed to run the election,” Mondlane said.
The governing Front for the Liberation of Mozambique, or Frelimo, has routinely denied that it rigs elections following allegations of tampering in previous votes. The leftist former liberation movement has been in power in the southern African country since independence from Portugal in 1975.
Chapo, 47, seeks to succeed President Filipe Nyusi, who has served a maximum two terms.
But the 50-year-old Mondlane has invigorated disaffected youth in a country blessed with rich natural resources, but weighed down by instability, climate shocks and unemployment.
Over 50 countries go to the polls in 2024
People also voted for the makeup of Parliament and for provincial governors in the country of around 33 million people that still bears the scars of a 15-year civil war that ended in 1992, and more recently has been shaken by an ongoing violent jihadi insurgency in the north.
Ending that seven-year insurgency and bringing stability to Cabo Delgado province, where a multibillion-dollar natural gas project has stalled because of the violence, is a pledge by both leading candidates.
“All Mozambicans have high hopes from the new president,” said 69-year-old Baptista Antonio, who voted at a school in the capital and Indian Ocean port city of Maputo. “I was born during the colonial era and saw many transformations of the country, from wars to development, and all I can say is it’s a work in progress. There are many challenges ahead.”
Counting began soon after polls closed during the early evening in the one-day election. The full results must be delivered to the Constitutional Council within 15 days of polls closing to be validated and formally declared. Around 17 million people are registered to vote.
The credibility of the election was expected to come under scrutiny. Frelimo was accused of ballot-stuffing and falsifying results in previous votes, including last year’s local elections. Borges Nhamire, an analyst at the Institute for Security Studies in neighboring South Africa, said that those elections were manipulated by Frelimo and that more of the same was expected this time.
“In Mozambique, the person who is declared the winner is not always the winner at the polls,” Nhamire said.
Teams of regional and international election observers are in Mozambique, including from the European Union and African Union.
Frelimo effectively established a one-party state following independence and fought a civil war against the rebel Mozambique National Resistance, or Renamo, for a decade and a half. The country held its first elections in 1994, two years after a peace agreement.
Renamo is contesting this election and party leader Ossufo Momade, a military commander in the civil war, is its candidate for president. The peace between Frelimo and Renamo has been fragile, with an outbreak of more fighting in 2013. Momade and outgoing President Nyusi signed another peace deal in 2019.
Tensions remain, although the AU has said that this is the first election in Mozambique without the presence of armed groups connected to political parties after a successful process to disarm Renamo militias.
The fourth candidate for president is Lutero Simango of the Mozambique Democratic Movement, who is viewed as an outsider.
Frelimo’s Chapo praised Mozambicans for a peaceful campaign period as he voted in the southern city of Inhambane. “I thank the entire Mozambican population for this opportunity we have today,” he said.
The independent Mondlane, who broke away from Renamo, is supported by a new party after an opposition group that he aligned with before the election was barred from contesting, which drew more accusations that Frelimo was trying to manipulate the process. His emergence, with large crowds at his rallies, is a new challenge to Frelimo, which has traditionally won national elections comfortably.
Frelimo was declared the winner with more than 70% of the vote in an election five years ago. The Pangea risk company, which provides security and investment advice on developing countries, said that Chapo’s election has been “carefully stage-managed” by Frelimo.
Chapo, a law professor, was the governor of southern Inhambane province — Mozambique’s flagship tourism region — before winning an internal party vote in May to become Frelimo’s presidential candidate.
Chapo would be Mozambique’s first leader born after independence if he wins.
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AP Africa news: https://apnews.com/hub/africa
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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33 minutos atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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