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Mr Olympia 2024: Cbum vence e se aposenta; Ramon em 4º – 13/10/2024 – Esporte

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Bruna Borges

O fisiculturista canadense Chris Bumstead, 29, tornou-se na madrugada deste domingo (13) hexacampeão da categoria Classic Physique da competição Mr. Olympia 2024, que está sendo realizada em Las Vegas (EUA)

Cbum, como é conhecido, já detinha o posto de maior vencedor dessa categoria e pôs agora em sua prateleira o sexto título da competição. O canadense já havia vencido as cinco últimas edições da disputa —2019, 2020, 2021, 2022 e 2023.

No discurso de vitória, Cbum anunciou sua aposentadoria como atleta. “Essa foi minha última vez nos palcos”. Bumstead ainda reforçou a importância dos amigos e equipe em sua jornada. Agora, o mais recente hexacampeão deve focar em sua marca de suplementos e na família —Cbum se tornara pai este ano da pequena Bradley, de cinco meses.

O brasileiro Ramon Dino, vice-campeão da categoria em 2022 e em 2023, ficou na quarta posição neste ano. Dino evoluiu muito nas poses e fluidez no palco, mas errou na finalização, o que custou algumas posições no pódio.

Na finalização, os fisiculturistas devem eliminar grande parte da retenção de líquidos no seu corpo, permitindo que os músculos se destaquem sob a pele. Com esse processo prejudicado, Ramon apresentou menos definição nos cortes musculares.

Nas prévias, realizadas na manhã do sábado, ele transpirou bastante, e a tinta usada para ressaltar os músculos chegou a escorrer em sua dorsal e nos ombros.

Estar entre os três primeiros colocados é uma das formas de garantir vaga para o próximo Mr. Olympia, assim Dino terá que obter boas performances em outros campeonatos para estar de volta ao torneio em 2025. No segundo e terceiro lugares, ficaram os alemães Mike Sommerfeld e Urs Kalecinski, respectivamente.

Na madrugada do sábado (12), a carioca Isa Pereira Nunes, 28, destronou a paranaense Francielle Mattos, 38, maior nome do fisiculturismo brasileiro entre as mulheres, e conquistou na madrugada deste sábado (12) o título da categoria Wellness.

Foi a primeira derrota de Francielle desde que a categoria passou a fazer parte da maior competição de fisiculturismo do mundo, em 2021, quando ela iniciou uma série que a levou ao tricampeonato.

Veja os brasileiros e as brasileiras que concorreram no Mr. Olympia

Mr. Olympia (Open Bodybuilding)

Rafael Brandão

Bruno Santos

212 Olympia

Vitor Alves Porto de Oliveira

Marcello Alfonsi

Francisco Barrios Vlk

Fabricio Moreira

Classic Physique Olympia

Everson Costa Melo

Ramon Dino

Gabriel Zancanelli

Fabio Junio

Eric Lisboa

Livinho

Gabriel Pereira

Junior Javorski

Diego Alejandro Galindo Garavito

Matheus Menegate

Breno Freire

Julio Simões

Men’s Physique Olympia

Carlos de Oliveira

Kaique Santos

Edvan Palmeira

Vinicius Mateus Viera Lima

Vitor Chaves

Matheus Nery Oliveira

Emerson Costa

Guilherme Gualberto

Rafael Oliveira

Emmanuel Costa

Ms. Olympia

Alcione Santos Barreto

Leyvina Rodrigues Barros

Figure Olympia

Leticia Ramos

Bikini Olympia

Luciana Santos

Priscila Rodrigues

Angélica Teixeira

Isa Pecini

Women’s Physique Olympia

Zama Benta

Carol Alves

Wellness Olympia

Francielle Mattos

Isa Pereira Nunes

Giselle Machado

Marcela Mattos

Rayane Fogal

Valquiria Lopes

Narla Vilar

Daniele Mendonça

Eduarda Bezerra

Camile Luz

Wheelchair Olympia

Josué Fabiano

Quais são as categorias do Mr Olympia?

  • Bikini: categoria disputada por mulheres, em que os juízes buscam traços mais femininos, ombros bem trabalhados e cintura fina. É a categoria que exige menos volume muscular.
  • Wellness Olympia: categoria feminina que preza pelo volume muscular nos membros inferiores. Quadríceps e glúteos devem se destacar e as atletas são avaliadas também pela feminilidade.
  • Fitness: disputa que mistura fisiculturismo com ginástica. Nela, as atletas devem exibir um bom condicionamento físico, além de apresentarem um número musical com dança e elasticidade.
  • Figure: categoria feminina em que as atletas devem ter um bom volume muscular, tanto nos membros superiores quanto inferiores. Ainda deve apresentar cintura fina e feminilidade.
  • Classic Physique: criada para homenagear a era de ouro do fisiculturismo, os atletas dessa categoria devem buscam a estética e proporcionalidade, respeitando um limite de peso de acordo com cada altura.
  • 212: categoria disputada por homens. Os atletas têm como objetivo atingir o máximo volume muscular sem ultrapassar 212 libras (96,16 kg).
  • Men’s Physique e Women’s Physique: segunda maior categoria em volume corporal, valoriza estética e elegância, além de um bom desenvolvimento muscular.
  • Mr. Olympia e Ms. Olympia: principal categoria da competição, também considerada a mais difícil. Os músculos devem ser os maiores possíveis.
  • Wheelchair: criada em 2018, essa categoria é exclusiva para cadeirantes. Os atletas devem apresentar bom volume muscular nos membros superiores.



Leia Mais: Folha

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.

A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.

Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.

A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.

O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”

O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”

A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.

 



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