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Violência

Mulher corre pelada pela rua para não ser morta por ex em Porto Velho

Juruá em Tempo, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Em Porto Velho (RO), na noite de segunda-feira, dia 10, uma jovem, 25 anos, foi obrigada sair correndo pelada pela rua para não ser morta pelo ex-marido, 46 anos.

O fato aconteceu em uma residência localizada no bairro Tucumanzal, na capital.

De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito supostamente estava sob efeito de entorpecentes invadiu a residência da vítima, que estava nua.

O suspeito transtornado e pelo motivo da mulher estar nua, imaginou que ela poderia estar com outra pessoa e que tivesse acabo de ter relação com sexual, sendo assim revirou toda a casa na tentativa de localizar alguém.

Como não achou ninguém, começou agredi-la com palavras e depois partiu para agressão física com socos no rosto, causando hematomas no olho da vítima.

Em seguida arrancou de uma cerca um pedaço de madeira com prego, dizendo que iria matá-la e desferiu contra a mulher com várias pauladas na cabeça e para não ser morta teve que sair correndo na rua pelada gritando por socorro até ser amparada em uma oficina, onde foi conseguiu um lençol para se cobrir.

Diante dos fatos a Polícia Militar foi acionada e conseguiu êxito em prender o homem nas proximidades, em seguida foi encaminhado para a Central de flagrantes.

Segundo relatos da mulher a separação é recente, tem apenas 5 dias e essa não é primeira vez que ele supostamente a agride.

Fonte: Rolim Notícias

ACRE

Explosão em penitenciária da Bolívia registra mortes e feridos após disputa pelo poder entre grupos

Redação do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Quase 30 detentos foram feridos durante explosão e até o momento duas mortes teriam sido registradas. Brasileiro é o principal suspeito de acionar dispositivo contra grupo rival.

Na noite desta segunda-feira, dia 10, uma explosão no presídio de Mocoví, localizado no interior de Trinidad, interior de Beni (Bolívia), deixou ao menos duas mortes confirmadas e cerca de 20 feridos entre os condenados.

Alguns apenados que deram entrada no hospital da cidade com ferimentos graves, principalmente nas pernas. Foi relatado que explosivos podem entrado no presídio levado por um brasileiro, que faz parte de um grupo criminoso Primeiro Comando da Capital – PCC, que vem tentando se expandir no País.

Os explosivos podem ter entrado misturado com os alimentos, onde mostra a fragilidade da segurança na instituição. De acordo com as informações até o momento, o artefato teria sido colocado no meio de alguns móveis na semana passada, por uma pessoa identificada como Lucas Rosendy Saraiba, sendo responsabilizado pela explosão.

Durante uma briga entre presos pelo controle do presídio, o artefato foi acionado deixando 27 feridos e por enquanto, dois mortos, logo após uma reunião entre membros rivais que não teria chegado a um consenso. Foi quando a bomba foi acionada no meio do grupo oposto.

Foi informado pelas autoridades locais, que o Pais está acionando o Brasil, para que seja acelerado a extradição de condenados e pessoas envolvidas com o grupo criminoso.

A primeira vítima da explosão foi identificada, o boliviano Mauricio Soliz Rojas, este era condenado a 30 anos de prisão pelo envolvimento em uma rebelião no presídio de Palmasola em 2018, pelo crime de assassinato e outros delitos graves.
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Por Alexandre Lima – Alto Acre

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ACRE

Enfermeira é agredida na UPA do 2º Distrito e pede segurança nos hospitais

Folha do Acre, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Uma enfermeira identificada por “Flor de Macambira” denunciou em suas redes sociais na tarde desta terça-feira, 11, ter sido vítima de agressão física dentro da Upa do Segundo Distrito da cidade.

Para ela, uma unidade de saúde que não dispõe de profissional e material, não lhe assusta mais, porém o que lhe preocupa é a falta de segurança. “Agora não dá pra se acostumar com as agressões, que antes eram verbais e agora estão indo às vias de fato físicas”, denunciou. 

Relatos apontam que  uma paciente chegou na unidade querendo ser prioridade. “Fui agredida exercendo meu trabalho por uma paciente que não era prioridade, mas queria passar na frente de outros pacientes graves na sala de medicação
Ela disse que a vítima era paciente paciente do HOSMAC e exigia prioridade e por se dizer “doida”. “Se tem problema mental, porque a família não acompanha nesses atendimentos? Fui agredida com tapa e puxão de cabelo, não revidei, mas recorri a polícia e ambas fomos parar na delegacia”, relatou.

A moça indignada, espera que o boletim não seja só mais uma estatística, mas que o governo passe a colocar segurança nos hospitais e que a justiça exija que pessoas com transtorno mental como essa senhora seja cuidada pela família.
O caso foi registrado pela Delegacia de Polícia Civil da região.

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