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Mulher de 52 anos tem perna esmagada em acidente na BR-317; motorista fugiu do local

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Um acidente envolvendo duas motocicletas e uma caminhonete deixou uma mulher identificada como Maria Inês, de 52 anos, gravemente ferida e outras três pessoas com escoriações na noite deste sábado (31) no km 70 da BR-317, próximo a Vila Caquetá, na Estrada de Boca do Acre.
Segundo informações de populares, as quatro vítimas estavam trafegando em duas motocicletas na BR quando um condutor não identificado colidiu contra as vítimas. Com o impacto, a senhora Maria Inês fraturou o quadril e teve a perna esquerda esmagada. O condutor da caminhonete fugiu do local.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e após prestar os primeiros atendimentos conduziu as vítimas ao Pronto Socorro de Rio Branco.
De acordo com a Médica Adriana Albuquerque, o estado de saúde de Maria Inês é grave e corre o risco de ter a perna amputada. Já as outras vítimas sofreram apenas escoriações.
A área foi isolada pela Polícia até a chegada da perícia técnica do Instituto de Criminalística da Polícia Civil

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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