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Mulher fica pendurada em janela após escorregar enquanto limpava vidro

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Uma mulher no Guarujá, São Paulo, passou por momentos de tensão quando escorregou enquanto limpava o vidro do apartamento e ficou pendurada pela janela, agarrando-se com todas as forças para não cair. O incidente aconteceu na última terça-feira (15/10) e, por sorte, terminou sem ferimentos graves.

A perigosa tarefa de limpar janelas

No momento em que a mulher realizava a limpeza do vidro, ela perdeu o equilíbrio e acabou escorregando, ficando em uma posição extremamente perigosa. Presa apenas pelas mãos, a mulher lutava para se segurar do lado de fora do apartamento, com o corpo completamente pendurado para o vazio. Situações como essa trazem à tona os riscos envolvidos em tarefas domésticas aparentemente simples, mas que podem resultar em acidentes sérios.

A cena dramática foi registrada por uma testemunha que estava em um prédio vizinho. O vídeo, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais, mostra o desespero da mulher enquanto tentava se segurar na beira da janela. A gravação capturou o momento em que ela tentava gritar por ajuda, atraindo a atenção dos vizinhos.

Resgate rápido salva a mulher

Graças à rápida ação dos moradores do apartamento onde a mulher se encontrava, o que poderia ter se tornado uma tragédia foi evitado. Após ouvir os gritos de socorro, os moradores correram até a janela e conseguiram puxar a mulher de volta para dentro, evitando um acidente fatal. A operação de resgate aconteceu em questão de segundos, e felizmente a mulher não sofreu nenhum ferimento grave.

Esse tipo de ocorrência revela a importância da prevenção em atividades cotidianas que envolvem algum risco. Manter-se atento a procedimentos de segurança ao realizar qualquer tipo de manutenção em áreas elevadas pode ser a diferença entre um susto e uma tragédia.

A repercussão nas redes sociais

O vídeo do resgate logo começou a circular nas redes sociais, gerando uma onda de comentários. Internautas expressaram alívio pelo desfecho positivo e muitos aproveitaram para compartilhar suas próprias experiências de sustos ao realizar atividades domésticas. “Eu já passei por algo parecido, mas, felizmente, estava usando um cinto de segurança”, comentou um usuário. A história rapidamente viralizou, com pessoas de diversas partes do país acompanhando o caso e refletindo sobre os cuidados necessários em situações similares.

A viralização de cenas como essa nas redes sociais levanta questões importantes sobre os limites entre o registro de momentos para a internet e a responsabilidade de agir rapidamente em casos de emergência. Embora o vídeo tenha gerado ampla repercussão, especialistas ressaltam que a prioridade em situações de risco deve sempre ser o resgate seguro da vítima.

Prevenção é essencial

Acidentes domésticos, especialmente aqueles que envolvem altura, são mais comuns do que se imagina. Dados mostram que, a cada ano, milhares de pessoas sofrem quedas graves enquanto realizam atividades simples como trocar lâmpadas, limpar janelas ou consertar telhados. Muitos desses acidentes poderiam ser evitados com medidas simples de segurança.

Para evitar situações semelhantes à enfrentada pela mulher no Guarujá, especialistas recomendam algumas ações práticas:

Essas medidas podem parecer simples, mas fazem uma grande diferença na hora de evitar acidentes graves.

Como evitar novos acidentes

Este episódio serve como alerta para os perigos ocultos em ações corriqueiras, como limpar uma janela. Muitos subestimam o risco envolvido nessas atividades, mas a verdade é que acidentes podem ocorrer a qualquer momento. O uso de equipamentos de segurança adequados e a presença de outras pessoas para supervisionar são fatores que podem garantir que situações assim não se transformem em tragédias.

Além disso, o acidente também chama a atenção para a necessidade de conscientização sobre os riscos das atividades domésticas, especialmente quando realizadas em locais altos. O uso de equipamentos de segurança, como cintos de proteção, é essencial para prevenir quedas. É importante que as pessoas não subestimem o perigo envolvido, mesmo em atividades que parecem simples, como limpar janelas.

A importância de uma rápida resposta

Neste caso, a rápida ação dos moradores foi fundamental para evitar o pior. Eles não hesitaram em agir ao ouvir os gritos de socorro e, graças a essa prontidão, a mulher foi salva. Em situações como essa, a agilidade é essencial. Esperar por ajuda profissional pode, muitas vezes, não ser uma opção quando a vida de alguém está em risco. Assim, ter o conhecimento básico de como proceder em uma emergência pode ser crucial.

Os moradores mostraram que, mesmo sem treinamento específico, agir com rapidez e cautela em momentos de perigo pode salvar vidas. Isso reforça a importância de manter a calma e pensar com clareza em situações de emergência.

Reflexões sobre o episódio

Embora a mulher tenha saído ilesa do incidente, a situação traz à tona uma reflexão importante sobre segurança e prevenção. Situações de risco, como essa, podem ser evitadas com medidas simples, como o uso de equipamentos de segurança ou, simplesmente, a presença de outra pessoa no local para supervisionar. No entanto, muitos acidentes ainda ocorrem por negligência ou falta de consciência sobre os perigos.

O vídeo do acidente no Guarujá deve servir como um lembrete para todos os que realizam tarefas em alturas perigosas. A prevenção é sempre o melhor caminho e pode evitar que incidentes como esse terminem de maneira trágica.

Lições aprendidas

Este episódio serve como um alerta para todos sobre a importância de adotar medidas de segurança em tarefas diárias, especialmente aquelas realizadas em alturas. Seja limpando janelas, trocando lâmpadas ou fazendo pequenas reformas, a segurança deve ser sempre uma prioridade. Além disso, situações como essa mostram que agir rápido em momentos de perigo pode salvar vidas, como demonstrado pela prontidão dos moradores do Guarujá que evitaram uma tragédia maior.



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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