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Mulher resgata tubarão preso em rede de pesca, com as próprias mãos; vídeo

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A atriz Tatá Werneck agradeceu publicamente a um entregador, chamado Lucas Rodrigues, que achou a carteira do pai dele, devolveu e recusou recompensa. Foto: Pure People

É muita coragem. Esta mulher fazia stand-up paddle quando viu um tubarão em apuros e não pensou duas vezes: ela usou as próprias mãos para salvar o animal, que estava preso numa rede de pesca.

O caso aconteceu na costa da Flórida, nos EUA. Com muita habilidade e sem medo, Charity Clark levantou, delicadamente, o tubarão e começou a desembaraçar as cordas ao redor do corpo dele.

“Foi só instinto”, disse Charity. “Eu vi esse animal em perigo e soube que tinha que ajudar.”

Armadilha para carangueijos

Charity estava com amigos fazendo stand-up paddle perto de Big Pine Key, quando se depararam com uma grande armadilha para caranguejos. Mas, segundo eles, havia algo estranho.

Foi aí que perceberam um tubarão branco ali. Ele estava de cabeça para baixo e imóvel na água, com o corpo enrolado na linha grossa.

Para ela, o tubarão estava em estado tônico, uma condição natural, semelhante ao transe, que deixa o animal temporariamente imóvel.

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Sem medo, mas com alívio

Depois que conseguiu libertar o animal, Charity disse o que sentiu:

“Fiquei muito aliviada quando ele começou a se mover. Ficamos todos sorrindo ao vê-lo nadar para longe. Foi um alívio enorme.”

E o mais incrívelL Charity disse que não teve medo de sofrer um ataque do animal.

Segundo a mulher, o tubarão “ganhou vida” e retornar para o mar, informou o GNN.

Charity Clark resgata com as próprias mãos o tubarão preso em linhas de pesca. Foto: Cassie Bailey (via SWNS) Charity Clark resgata com as próprias mãos o tubarão preso em rede de pesca. Foto: Cassie Bailey (via SWNS) A mulher de cabelos escuros é Charity, corajosa, que salva um tubarão enquanto fazia stand-up paddle com amigos. Foto: MSN A mulher de cabelos escuros é Charity, corajosa, que salva um tubarão enquanto fazia stand-up paddle com amigos. Foto: MSN



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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