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Na Alemanha, o congelamento de um projeto de fábrica de chips no Sarre reforça a dinâmica negativa que pesa sobre a economia
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Onde terminará a raia negra que afeta a política industrial do governo de Olaf Scholz? Um após outro, os maiores projetos de implementação anunciados na Alemanha, supostamente para modernizar o país, são interrompidos, reforçando a ideia de uma potência económica em desordem. Na quarta-feira, 23 de outubro, o presidente da região do Sarre, Anke Rehlinger, confirmou que a Wolfspeed, fabricante americana de semicondutores, havia “postergado” seu projeto de fábrica na região. Esta demissão surge poucas semanas depois de a Intel ter anunciado que também iria adiar o lançamento de um enorme projecto de fábrica de chips em Magdeburg, um investimento de 30 mil milhões de euros, dos quais quase 10 mil milhões seriam financiados pelo Estado alemão. As duas fábricas podem nunca ver a luz do dia.
Estes reveses abalaram a ambição do Chanceler Olaf Scholz de fazer da Alemanha uma nação líder na microelectrónica europeia, mas também em toda a sua política económica. Certamente, os sinais externos negativos têm-se acumulado nos últimos meses. Desde o anúncio da criação da fábrica de Sarre, no início de 2023, o grupo americano entrou em colapso na bolsa. O parceiro industrial com quem iria financiar a instalação do Saar, o subcontratante automóvel alemão ZF, está ele próprio em grandes dificuldades. Acima de tudo, as bases económicas do projecto já não existem: as vendas de carros eléctricos, que deveriam absorver a produção, estão a meio pau na Europa, particularmente na Alemanha. Até mesmo grupos alemães de alto nível (Mercedes, BMW, Audi, Porsche) emitiram alertas sobre os seus resultados.
Para a região de Sarre, que faz fronteira com a França, o adiamento do projeto realizado pela Wolfspeed é um duro golpe. A fábrica foi uma parte importante do plano de modernização de uma região há muito marcada pela indústria pesada e pelo carvão. Também deveria compensar o encerramento da fábrica da Ford em Saarlouis em 2025, que emprega 4.400 pessoas e apoia 1.300 subcontratados. A Wolfspeed iria produzir chips de carboneto de silício, um material inovador conhecido pela sua grande resistência e eficiência energética, muito adequado para o automóvel, e 515 milhões de euros em subsídios foram concedidos ao projecto por Berlim, no âmbito do “plano de chips” europeu ”, destinado a reforçar a autonomia da União Europeia nos semicondutores, peças consideradas estratégicas na digitalização e descarbonização da economia.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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