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Na capital, Rio Acre registra aumento e se aproxima dos 15m na manhã deste sábado

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Às 6 horas da manhã deste sábado, 9, conforme medição da Agência Nacional de Águas (ANA), o Rio Acre marca 14, 98 metros na capital acreana. Isso decorre em função da situação de vazante na região do Alto Acre.
Em Xapuri, o rio continua baixando o volume, registrando nesta manhã 9,23 metros. Nas cidades de Brasileia e Assis Brasil também foi registrada vazante e as medições do início desta manhã indicaram níveis de 3,94 em Assis Brasil e 5,30 metros em Brasileia.

O Rio Espalha, diferente do dia anterior, baixou 4 centímetros (9,60m), já o Riozinho do Rola subiu sete centímetros com relação a última medição de ontem, 8, e está com 15,28 metros.
A Defesa Civil estima que o rio estabilize nas próximas horas, caso não sejam registradas chuvas nas áreas de cabeceira da bacia.
Os bairros Baixada da Habitasa, Seis de Agosto, Ayrton Senna e Triângulo, primeiros afetados pela enchente do Rio Acre seguem sob monitoramento da Defesa Civil.
No momento, o registro oficial indica que três famílias foram retiradas de seus imóveis na última quinta-feira, 7, e abrigadas em casas de parentes. Havia a solicitação para vistoria para avaliação de outros imóveis.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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