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Empresários exigem revogação de decreto que limita em 25% participação de empresas do Acre nos processos de venda para o Estado 

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Empresários do Acre se mobilizam para reivindicar a revogação do Decreto n°536, que dispõe sobre novas regras para cotações no Estado. De acordo com o documento publicado no Diário Oficial de terça-feira, 5, assinado pelo governador Gladson Cameli, a partir de agora, não podem ser solicitadas cotações apenas a empresas locais, devendo existir, sempre que possível, mais de quatro cotações, especialmente para que 75% delas sejam de outros Estados.
“Quando apenas quatro cotações forem obtidas, três devem ser de outras praças e uma pode ser de empresa local. Para objetos em que o transporte para o Acre tenha peso significativo, devem considerar praças geograficamente mais próximas como a do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Pará e onde o transporte não for um fator preponderante, São Paulo e outras praças do país devem ser consideradas”, conta no texto no decreto.

A mudança gerou revolta e mobilização dos empresários locais que pedem a revogação do decreto alegando que a decisão do governo trará prejuízos a economia do Acre, beneficiando empresários de outros Estados.
“Agendamos uma reunião para segunda-feira às 14h. Não concordamos com este decreto, e solicitamos o mais breve possível a revogação. Provavelmente alguém deve ter cometido um erro, pois não é possível que alguém em sã consciência tenha assinado um documento para prejudicar a economia do estado”, declarou Celestino Oliveira, presidente da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agrícola do Acre (ACISA), em nota.
Para Celestino, este não é o meio mais correto de inibir o que ele classifica como “pasteiros”.
“Existem meios legais de fazer isso, como exemplo, acompanhar se as empresas estão realmente locadas no espaço registrado, se têm cumprido seus repasses ao governo. Existem várias maneiras de buscar soluções ao invés de limitar o Estado a 25% no valor das revendas para o governo. Estamos atentos acompanhando tudo isso e vamos buscar uma solução o mais breve possível”, assegurou o representante da Acisa.

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Professores e alunos do Ceja entram em pânico após homens em motos fazerem ameaças

Contilnet, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Centro de referência na educação de jovens e adultos acreanos que por alguma razão estão buscando recuperar o tempo perdido, o Ceja, instalado no centro nervoso de Rio Branco, a capital do Acre, tinha tudo para se transformar no palco de uma carnificina. Informações obtidas pela Polícia Militar davam conta de que, num dia qualquer e sem hora marcada, pistoleiros a serviço de facções iriam invadir o local e executar professores e alunos.

O tal dia parecia ter chegado na noite desta terça-feira (23). Alunos que haviam deixado as salas de aulas, muitos para fumar sobre o ar livre (afinal, os alunos que ali estudam em sua maioria são adultos), perceberam que um grupo de rapazes, pilotando motos ( eram pelo menos quatro pessoas, em duas motos), pararam em frente à escola e, por acenos, diziam que pessoas iriam morrer. Os acenos eram de que cabeças seriam cortadas, com gestos em relação ao pescoço.

O pânico foi geral. Mesmo com o portão de acesso à escola fechado, professores e alunos, alarmados, procuraram se refugiar. Ali estudam pelo menos 200 pessoas e lecionam mais de 20 professores.

A Polícia foi avisada e os ameaçadores fugiram. O Centro de Educação de Jovens e Adultos, o Ceja, está localizado no centro de Rio Branco, na Rua Epaminondas Jácome, ao lado do prédio da Maçonaria e a poucos metros do prédio da Polícia Rodoviária Federal ( PRF). O problema é que estas instituições, embora localizadas no centro de Rio Branco, estão instaladas no bairro da Base, território livre e em disputa pelas facções rivais que atuam na Capital.

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Diarista é preso suspeito de estupro após menina de 9 anos gritar por socorro no interior do AC

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um diarista foi preso suspeito de estuprar uma criança de 9 anos em Brasileia, interior do Acre. O homem estava bebendo na casa do pai da menina no domingo (21), quando houve o crime.

O suspeito foi preso após a criança gritar por socorro. Familiares chamaram a Polícia Militar do Acre (PM-AC), que foi até o local e fez a prisão do homem.

O delegado responsável pelo caso, Luiz Tonini, falou que, em depoimento, o suspeito alegou que passou a mão apenas no corpo da vítima.

“Foi para casa dos parentes da menina, que estava com o pai. Em determinado momento, o pai foi comprar cerveja e ele aproveitou que a menina estava na cozinha”, afirmou.

A criança rebateu a versão do suspeito e contou para a polícia que ele tentou beijá-la e ainda passou a mão nas partes íntimas dela.

“Se trata de uma criança, ele foi enquadrado no crime de estupro de vulnerável. Ele disse que foi abraçar, passou a mão nela sem interesse, mas a menina começou a gritar”, frisou.

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