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Nada de Bourbon County para o Brasil neste ano – 21/11/2024 – Copo Cheio

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Sandro Macedo

Se você é uma das pessoas que estava ansiosamente aguardando a edição anual da cerveja Bourbon County —a desejada russian imperial stout envelhecida em barris de bourbon da Goose Island—, pode parar de esperar.

Ou, pode esperar um pouco mais, uns 300 dias a mais. Neste ano, pela primeira vez desde 2016, não teremos Bourbon County em São Paulo, ou no Brasil. Procurada, a Ambev —que tem a marca em seu portfólio— confirmou a ausência justificando que se trata de uma decisão comercial e de priorização de investimentos.

A Goose Island chegou ao Brasil em 2015, e já no ano seguinte trouxe a Bourbon County, uma RIS licorosa, com elevado teor alcoólico, envelhecida em diferentes barris de bourbon americano e com combinações que mudam a cada temporada, o que torna toda edição única e especial. O rótulo, criado em 1992, é um queridinho dos geeks cervejeiros e inspirou várias versões envelhecidas.

Por aqui, sempre recebemos a versão do ano anterior. Em 2016, eram 672 garrafas da safra de 2015. No ano passado tivemos a versão de 2022, que comemorava os 30 anos da criação do rótulo especial.

Mesmo durante a pandemia, a Bourbon County chegou aos consumidores brasileiros. Para a edição de 2023, no entanto, a única solução é dar uma passada em Chicago, na matriz da Goose Island. Por lá, dá para encontrar resquícios da edição do ano passado e já provar a de 2024.

Ao contrário do lançamento individual que chega a São Paulo, o mercado americano disponibiliza uma linha completa de Bourbon County, com cinco, seis, sete variações, a depender do ano —em 2023 foram seis, incluindo duas queridinhas do público americano, a Bananas Fosters e a Backyard Stout.

No largo da Batata, em Pinheiros, é possível encontrar três garrafas antigas da Bourbon County na Goose Island Brewhouse (@gooseislandsp): edição 2018 (R$ 250), edição 2020 (R$ 220) e edição 2022 (R$ 200), sempre nas clássicas garrafas de 500 ml.


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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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