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No Acre, emissão de placas padrão Mercosul inicia na próxima segunda-feira
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7 anos atrásem
As Placas de Identificação Veicular (PIV), também conhecidas como placas padrão Mercosul, começam a ser implantadas pelo Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) na próxima segunda-feira, 20. O órgão explica quem deve solicitar o modelo de emplacamento e o passo a passo para obtê-lo.
O novo sistema de identificação de veículos tem como objetivo padronizar a identificação e fiscalização entre os países vizinhos, garantindo mais segurança contra falsificações e fraudes.
“O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu em todo o país que até o mês de janeiro os estados deveriam realizar a emissão de placas padrão Mercosul. O Detran/AC está cumprindo com essa exigência”, explica o presidente do Detran/AC, Luiz Fernando Duarte.
As novas placas são revestidas com película retrorrefletiva e têm fundo branco com margem superior azul. Além de estampar a bandeira brasileira com o símbolo do Mercosul, possuem sete caracteres e apresentam Quick Response Code (QRCode) e número de ID único.
É obrigatório?
A implantação é obrigatória para o primeiro emplacamento, ou seja, o cidadão que adquirir um veículo novo já deve obter a placa padrão Mercosul.
Para os veículos que já estão em circulação, a PIV será exigida somente nos casos de transferência de veículos, seja de propriedade (compra e venda) ou de domicílio (mudança de estado ou município), mudança de categoria do veículo, furto ou roubo e dano da referida placa.
“Um exemplo é se o lacre da placa antiga quebrar, como não vai mais existir lacre, será obrigado a trocar pela placa Mercosul”, explica o presidente do Detran/AC, Luiz Fernando Duarte.
Mesmo que seu veículo não se enquadre nessas condições, se desejar, o proprietário pode adotar o novo sistema de emplacamento.
Passo a passo
1- O cidadão de Rio Branco deve dirigir-se à Unidade de Vistoria do Detran/AC para realizar o procedimento de vistoria veicular. Já em outros municípios, deve procurar as Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) para realizar o procedimento;
2-Depois de feita a vistoria, deve dirigir-se à Unidade de Atendimento de Veículos para abertura do serviço, nos outros municípios deve procurar as Ciretrans;
3- O cidadão paga as taxas do serviço;
4- Após a abertura do processo, será gerado um código de autorização para estampagem, este código fica disponível dentro do prazo de 48 horas. Os interessados podem acessar o site do Detran para acompanhar a emissão código, basta informar a placa e renavam, ou chassi do veículo;
5- O cidadão procura um estampador com o código de autorização em mãos ou solicita que o próprio estampador consulte o código no site do órgão;
6- A placa é confeccionada pelo estampador e colocada no veículo;
7- O cidadão retorna para o Detran/AC para receber o Certificado de Registro de Veículos (CRV);

O link para verificar o código de autorização estará disponível na aba de veículos (imagem ilustrativa)
Documentos necessários
Vistoria Veicular
Documento original com foto e cópia
Nota fiscal (veículos novos)
CRV (antigo DUT)
Valores
Antes de iniciar o emplacamento, os veículos devem passar pela vistoria veicular, este serviço custa R$54, 47. Para os carros zero quilômetro, a taxa de primeiro emplacamento é de R$ 153,40.
O cidadão que optar por adquirir a nova placa, mesmo não sendo obrigatório no seu veículo, paga a taxa de abertura do serviço de que custa R$54,47 mais o valor da segunda via do CRV que é de R$108,14.
Já o valor das placas fica estipulado pelos estampadores. De acordo com representante da classe, Igor farias, o valor em média do par de placa é de R$ 250 para carros e de R$ 140 a R$ 150 para motos. Por Ana Flavia Soares.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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