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No Acre, emissão de placas padrão Mercosul inicia na próxima segunda-feira

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As Placas de Identificação Veicular (PIV), também conhecidas como placas padrão Mercosul, começam a ser implantadas pelo Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) na próxima segunda-feira, 20. O órgão explica quem deve solicitar o modelo de emplacamento e o passo a passo para obtê-lo.


As novas placas visam coibir fraudes e substituir o lacre. Foto: Ana Flávia Soares.

O novo sistema de identificação de veículos tem como objetivo padronizar a identificação e fiscalização entre os países vizinhos, garantindo mais segurança contra falsificações e fraudes.

“O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) estabeleceu em todo o país que até o mês de janeiro os estados deveriam realizar a emissão de placas padrão Mercosul. O Detran/AC está cumprindo com essa exigência”, explica o presidente do Detran/AC, Luiz Fernando Duarte.

As novas placas são revestidas com película retrorrefletiva e têm fundo branco com margem superior azul. Além de estampar a bandeira brasileira com o símbolo do Mercosul, possuem sete caracteres e apresentam Quick Response Code (QRCode)  e número de ID único.

É obrigatório? 

A implantação é obrigatória para o primeiro emplacamento, ou seja, o cidadão que adquirir um veículo novo já deve obter a placa padrão Mercosul.

Para os veículos que já estão em circulação, a PIV será exigida somente nos casos de transferência de veículos, seja de propriedade (compra e venda) ou de domicílio (mudança de estado ou município), mudança de categoria do veículo, furto ou roubo e dano da referida placa.

“Um exemplo é se o lacre da placa antiga quebrar, como não vai mais existir lacre, será obrigado a trocar pela placa Mercosul”, explica o presidente do Detran/AC, Luiz Fernando Duarte.

Mesmo que seu veículo não se enquadre nessas condições, se desejar, o proprietário pode adotar o novo sistema de emplacamento.

Passo a passo

1- O cidadão de Rio Branco deve dirigir-se à Unidade de Vistoria do Detran/AC para realizar o procedimento de vistoria veicular. Já em outros municípios, deve procurar as Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) para realizar o procedimento;

2-Depois de feita a vistoria, deve dirigir-se à Unidade de Atendimento de Veículos para abertura do serviço, nos outros municípios deve procurar as Ciretrans;

3- O cidadão paga as taxas do serviço;

4- Após a abertura do processo, será gerado um código de autorização para estampagem, este código fica disponível dentro do prazo de 48 horas. Os interessados podem acessar o site do Detran para acompanhar a emissão código, basta informar a placa e renavam, ou chassi do veículo;

5- O cidadão procura um estampador com o código de autorização em mãos ou solicita que o próprio estampador consulte o código no site do órgão;

6- A placa é confeccionada pelo estampador e colocada no veículo;

7- O cidadão retorna para o Detran/AC para receber o Certificado de Registro de Veículos (CRV);


O link para verificar o código de autorização estará disponível na aba de veículos (imagem ilustrativa)

Documentos necessários

Vistoria Veicular

Documento original com foto e cópia

Nota fiscal (veículos novos)

CRV (antigo DUT)

Valores

Antes de iniciar o emplacamento, os veículos devem passar pela vistoria veicular, este serviço custa R$54, 47. Para os carros zero quilômetro, a taxa de primeiro emplacamento é de R$ 153,40.

O cidadão que optar por adquirir a nova placa, mesmo não sendo obrigatório no seu veículo, paga a taxa de abertura do serviço de que custa R$54,47 mais o valor da segunda via do CRV que é de R$108,14.

Já o valor das placas fica estipulado pelos estampadores. De acordo com representante da classe, Igor farias, o valor em média do par de placa é de R$ 250 para carros e de R$ 140 a R$ 150 para motos.  Por Ana Flavia Soares.

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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