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No Irã, dez policiais mortos em um ataque jihadista no sudeste
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Pelo menos dez agentes da polícia foram mortos no sábado, 26 de outubro, no Irão, num dos ataques mais mortíferos reivindicados por um grupo jihadista numa zona fronteiriça do Paquistão e do Afeganistão. “Dez pessoas foram mortas durante um ato terrorista cometido no condado de Taftan contra carros da polícia”relataram as agências locais Mehr e Tasnim, sem especificar o modus operandi dos agressores.
A agência noticiosa oficial iraniana IRNA, citando um comunicado de imprensa da polícia, por sua vez mencionou a morte de « dez funcionários (da polícia) em duas unidades de patrulha » durante um “emboscada”.
O grupo jihadista sunita Jaish Al-Adl (“Exército de Justiça” em árabe), baseado no Paquistão e ativo nesta área, assumiu a responsabilidade pelo ataque às mensagens do Telegram. A agência IRNA informou a prisão de um dos agressores por “unidades policiais antiterroristas” Em “uma operação em grande escala”sem fornecer mais detalhes.
O Sistão e o Baluchistão, uma região a cerca de 1.200 quilómetros a sudeste de Teerão, partilham uma fronteira longa e porosa com o Paquistão e o Afeganistão; é uma das partes mais pobres do Irão. A região abriga uma grande população da minoria étnica balúchi, que pratica o islamismo sunita, em contraste com o ramo xiita predominante do país. Confrontos recorrentes colocam as forças de segurança iranianas contra rebeldes da minoria Baloch, grupos radicais sunitas, bem como traficantes de drogas.
Na origem de vários ataques no setor
Já no início de Outubro, pelo menos seis pessoas, incluindo agentes da polícia, foram mortas nesta área durante dois ataques separados reivindicados pelo grupo Jaish Al-Adl.
Em Abril, dez membros das forças de segurança iranianas foram mortos em dois ataques separados que visaram, nomeadamente, uma esquadra da polícia nesta região. Eles também foram reivindicados por Jaish Al-Adl. Formado em 2012, o grupo esteve por trás de diversos ataques no setor nos últimos meses. É considerado um “organização terrorista” tanto pelo Irão como pelos Estados Unidos.
O Irão e o Paquistão acusam-se frequentemente um ao outro de permitir que grupos rebeldes operem a partir dos seus respectivos territórios para lançar ataques. Em meados de janeiro, o Irão realizou um ataque no vizinho Paquistão e teve como alvo a sede do Jaish Al-Adl, segundo a agência Mehr.
A organização jihadista foi formada por separatistas balúchis, uma minoria de cerca de dez milhões de pessoas predominantemente sunitas espalhadas pelo Irão, Paquistão e Afeganistão.
Os membros do grupo, que se apresentam em comunicados de imprensa como “soldados de Allah”ligue regularmente “jihad armada” contra a República Islâmica.
O mundo com AFP
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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24 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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