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Nós atingem dezenas de alvos houthis no Iêmen | Houthis News

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Nós atingem dezenas de alvos houthis no Iêmen | Houthis News

Os ataques aéreos dos EUA atingiram mais de 40 locais em todo o Iêmen, inclusive em Sanaa com pelo menos sete pessoas feridas.

Os ataques aéreos dos Estados Unidos atingiram mais de 40 locais em partes controladas por houthi do Iêmen, inclusive na capital, Sanaa, de acordo com a mídia local afiliada ao grupo rebelde.

Várias casas e lojas residenciais foram danificadas nos ataques dos EUA antes do amanhecer na sexta-feira nas províncias de Saada, Marib, Al-Jawf e Hodeidah, relataram a emissora de Al Masirah ligada a houthi.

Outros alvos incluíram o Aeroporto Internacional de Sanaa, que é usado para tráfego civil e militar, e terrenos montanhosos ao norte de Sanaa em Amran, onde acredita -se que campos militares e outras instalações.

Pelo menos sete pessoas ficaram feridas em todo o país nos greves dos EUA, incluindo pelo menos um em Sanaa, informou Al Masirah. Ele também disse que as redes de comunicação caíram após os ataques.

O Comando Central das Forças Armadas dos EUA (CENTCOM), que agora tem autoridade da Casa Branca para atacar ofensivamente no Iêmen sem pré-aprovação, não reconheceu imediatamente a condução de ataques.

A nova campanha de ataques aéreos, que os houthis dizem matar pelo menos 57 pessoas, começou depois que os rebeldes ameaçaram reiniciar os navios no Mar Vermelho sobre Israel bloqueio de ajuda entrando na faixa de Gaza por quase um mês.

A guerra ‘deve ser evitada’

O enviado especial das Nações Unidas ao Iêmen Hans Grundberg, na quinta-feira, enfatizou a necessidade urgente de paz após uma década de conflito na nação devastada pela guerra, afirmando que a estabilidade é crítica não apenas para o Iêmen, mas para toda a região.

“A retomada de uma guerra em larga escala no Iêmen não é do interesse de ninguém e deve ser evitada”, disse ele durante uma visita a Bruxelas, seu escritório o citou dizendo em um post no X.

Grundberg observou que a diplomacia era fundamental para a escalada, pedindo diálogo e comprometimento mútuo entre todas as partes.

“É essencial que a comunidade internacional continue tomando medidas unificadas para garantir uma solução pacífica e sustentável para o povo iemenita”, acrescentou.

Os houthis alinhados ao Irã lançaram mais de 100 ataques direcionados a navios no Mar Vermelho e no Golfo de Aden desde novembro de 2023, após a guerra de Israel a Gaza, que começou em outubro daquele ano, dizendo que os ataques estavam em solidariedade com os palestinos na enclave.

Durante esse período, os lutadores afundaram dois navios, apreenderam outro e mataram pelo menos quatro marítimos em uma ofensiva que interrompeu o transporte global, forçando as empresas a redirecionar a viagens mais longas e mais caras pela África Austral.

O Houthis Também lançou dezenas de ataques de mísseis e drones a Israel, matando pelo menos uma pessoa e causando danos aos edifícios, incluindo uma escola em Tel Aviv.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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