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Nos Estados Unidos, um tribunal suspende o congelamento da ajuda pública decidida por Donald Trump

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Após um dia de confusão na terça -feira, 28 de janeiro, nos Estados Unidos, um juiz federal decidiu suspender o congelamento de vários bilhões de dólares em ajuda pública decidida por Donald Trump, a oposição democrata denunciando um “Brovery” Republicano que multiplica os anúncios de despesas.

O ponto de partida é um memorando publicado na segunda -feira à noite pela Casa Branca, pedindo aos ministérios e agências federais que congelem parte das despesas «D’Aliestance» – subsídios e subsídios em particular – e torná -lo uma revisão geral para garantir sua conformidade com “Prioridades presidenciais”. Isso potencialmente diz respeito a centenas, mesmo milhares de bilhões de dólares irrigando todo o país.

UM “Medida muito responsável”garantiu que o porta -voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que disse que os programas de assistência individual, não foram afetados por esse sistema de seguro de saúde, em particular citando o sistema de seguro de saúde durante um briefing da imprensa, citando em particular o sistema de seguro de saúde reservado para idosos.

O anúncio, no entanto, despertou muita preocupação por muitos beneficiários e empurrou várias ONGs e organizações que representam pequenas empresas para registrar um apelo a um tribunal federal de Washington, julgando o documento “Desprovido de qualquer base legal ou da justificativa mais simples”.

Mas o juiz federal de Washington apreendeu o arquivo ordenou a suspensão imediata na terça -feira à tarde e até segunda -feira seguinte, 3 de fevereiro, do decreto, a hora de ir para o final do arquivo.

Os promotores gerais de 23 estados também anunciaram que queriam contestar este texto do executivo.

“Um assalto”

E a própria oposição democrata rapidamente subiu ao nicho, denunciando, pela voz do responsável pela minoria democrática no Senado Chuck Schumer, um “Decisão ilegal, perigosa, destrutiva e cruel”.

“É um assalto, realizado em escala nacional”ele também rachou, “O presidente não pode ignorar a lei, e vamos combater esta iniciativa por todos os meios”.

“Os americanos devem se perguntar se” acordou “para financiar pesquisas contra o câncer ou a reconstrução de uma ponte em ruínas”acrescentou o senador estadual de Washington Patty Murray.

De acordo com o professor de direito da Universidade de Columbia, Gillian Metzger, entrevistado pela agência da França-Pressse, “O poder executivo tem a possibilidade de” Relatório ou cancele as despesas, mas apenas em casos específicos e de acordo com procedimentos específicos. “O documento atual não apresenta nenhum dos requisitos necessários nesta área”ela acrescentou.

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A vontade exibida pelo executivo americano, de acordo com o memorando publicado na segunda -feira à noite, é “Para eliminar o peso financeiro da inflação sobre os cidadãos, acabar com as políticas” acordadas “e de instrumentalização do estado”.

Nos Estados Unidos, o campo conservador fez a luta contra Wokisme »assimilado a um bem pensado da esquerda, um de seus cavalos de batalha.

Reduzir o peso do estado federal

O estado federal gastou mais de US $ 3.000 bilhões em questões de“Assistência financeira”que inclui bolsas de estudo, empréstimos, ajuda de emergência em caso de desastre natural – tantas despesas aprovadas pelo Congresso.

O anúncio da Casa Branca ocorre alguns dias após uma medida semelhante de congelamento da AIDS trazida pelos Estados Unidos fora de suas fronteiras, para uma revisão completa para avaliar sua conformidade com a política que Donald Trump adota.

O republicano prometeu durante sua campanha reduzir o peso do estado federal e podar as despesas.

“Esta interrupção temporária deve oferecer tempo ao governo para fazer um balanço de programas de agência e determinar da melhor maneira de usar fundos de acordo com a lei e as prioridades do presidente”é indicado no memorando.

Este texto foi assinado por Matthew Vaeth, o diretor interino do Orçamento e do Escritório de Gerenciamento (OMB), que depende da Casa Branca. O Senado ainda deve confirmar a nomeação à frente do OMB Russ Vought, um dos principais autores de «Projeto 2025»um roteiro muito conservador desenvolvido pela Fundação Heritage Group Heritage e que visa refundar completamente o Estado Federal. Mas o último já está na manobra, disse Karoline Leavitt durante sua conferência de imprensa.

O mundo com AFP

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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