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Nós expulsam o embaixador da África do Sul, dizendo que odeia Trump – DW – 15/03/2025
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Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio disse África do SulO embaixador de Washington “não é mais bem -vindo” nos Estados Unidos.
Rubio, em um post para X, também acusou o diplomata Ebrahim Rasool de ser um “político de isca de raça” que odiava o presidente dos EUA Donald Trump.
Em seu post, Rubio ligou a um artigo do conservador dos EUA Breitbart, que comentou sobre comentários que Rasool fez na sexta -feira durante o webinar de um think tank da África do Sul.
De acordo com Breitbart, Rasool disse que a supremacismo branco estava motivando o “desrespeito” de Trump pela “ordem hegemônica atual” do mundo.
Breitbart também disse que Rasool observou que o movimento MAGA (Make America Great Anow) de Trump “foi uma resposta supremacista branca à crescente diversidade demográfica nos Estados Unidos”.
Quem é o diplomata sul -africano Ebrahim Rasool?
Rasool é um diplomata veterano que já atuou como embaixador de seu país nos EUA de 2010 a 2015 durante o governo Obama.
O retorno de Rasool a Washington em janeiro já foi controverso por causa de sua defesa anti-Israel.
Um muçulmano, Rasool tem sido um crítico vocal de Israelchamando seu tratamento de palestinos em Gaza um “genocídio” e acusando -o de apartheid. Ele era um defensor de destaque para Caso da África do Sul contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça.
Antes da postagem de Rubio em X, site de notícias Semafor Africa já havia relatado que Rasool estava “lutando para garantir reuniões cruciais em Washington” com funcionários do Departamento de Estado e principais figuras republicanas.
Vítima do sistema de apartheid da África do Sul, Rasool se tornou um ativista anti-apartheid ativo, cumprindo tempo na prisão e identificando-se como camarada do primeiro presidente pós-apartheid do país, Nelson Mandela.
Mais tarde, ele se tornou político do partido político do Congresso Nacional Africano de Mandela.
Qual é a questão do governo Trump com a África do Sul?
A expulsão do embaixador, um movimento altamente incomum dos Estados Unidos, é o mais recente desenvolvimento do aumento das tensões entre o governo Trump e a África do Sul.
Em fevereiro, Trump congelou a ajuda dos EUA para a África do Sulcitar uma lei no país que ele alega que permite que a terra seja apreendida de agricultores brancos. O presidente dos EUA alega que a África do Sul está mirando os agricultores brancos minoritários com uma nova lei que permite ao governo expropriar terras privadas.
Por que Trump está atrás da África do Sul sobre as reformas agrárias?
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Bilionário nascido na África do Sul Elon Muskum dos maiores apoiadores de Trump, acusou abertamente o governo do presidente sul -africano Cyril Ramaphosa de ter “leis de propriedade racista”.
O governo da África do Sul negou que sua nova lei esteja ligada à corrida E diz que as alegações de Trump estão cheias de desinformação e distorções espalhadas por nacionalistas brancos.
Quase todos os países ao redor do mundo, incluindo os Estados Unidos, têm leis de expropriação semelhantes que permitem que os governos adquiram terras para necessidades públicas, incluindo estradas, escolas e outras infraestruturas públicas.
Editado por: Sean sinico
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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