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Nottingham Forest amplia sequência de vitórias com Gibbs-White retornando para assombrar Wolves | Primeira Liga
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Will Unwin at Molineux
Assim como os Wolves começaram a sonhar com um futuro melhor sob o comando de Vítor Pereira, foram os fantasmas do passado que assombraram Molineux quando o seu antigo treinador Nuno Espírito Santo e o produto da academia Morgan Gibbs-White arrebataram os pontos para enviar Floresta de Nottingham empatado com o segundo colocado Arsenal.
Os Wolves estiveram invictos sob o comando de Pereira e do time superior durante grande parte da partida, mas como eles viram as chances irem e virem, enquanto retratavam Gibbs-White como um vilão da pantomima, parecia inevitável qual seria o resultado. Nuno levou os Wolves para a Europa e traça o mesmo truque com Forest depois da sexta vitória consecutiva, selada pelos golos de Gibbs-White, Chris Wood e Taiwo Awoniyi.
Gibbs-White passou 14 anos em Molineux como homem e menino, mas saiu no verão de 2022 para ser a centelha criativa da Floresta de Steve Cooper. Ele foi fundamental para manter seu novo clube duas vezes e agora lidera o ataque no topo da tabela com sua astúcia e habilidade. Em 68 jogos no campeonato pelo time principal do Wolves, Gibbs-White marcou uma vez. A taxa de £ 25 milhões, mais complementos, foi originalmente vista como exorbitante, mas ele está provando que os céticos e os Lobos estavam errados.
Desde o primeiro minuto, sempre que Gibbs-White tocava na bola, era vaiado pela torcida da casa, que também atacava o craque com cantos desagradáveis. Gibbs-White recebeu a retribuição e foi ajudado pela ausência do meio-campo do Wolves, ao driblar a bola 50 metros acima do campo antes de trocar passes com Anthony Elanga e acertar no canto inferior, algo que deve ter impressionado o novo técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, nas arquibancadas.
A ira dos torcedores do Wolves aumentou, mas foi abafada pela equipe visitante, não que Gibbs-White pudesse ouvir com os dedos nos ouvidos na frente dos torcedores da casa.
“Acho que significa muito”, disse Nuno sobre o golo de Gibbs-White. “Cada vez que ele marca é importante, porque precisamos dele e do seu talento. Estar aqui no Wolves traz uma sensação diferente. Eu sei que ele será eternamente grato ao Wolves, então sua carreira continua. Não foi a primeira vez que regressou a Molineux, mas precisávamos que ele marcasse.”
Isso aconteceu apenas aos sete minutos e muitos esperavam que o Forest dominasse a partir deste ponto – eles estão nas vagas da Liga dos Campeões por uma razão. Foram os Lobos, no entanto, quem pareceram mais ameaçadores no restante do primeiro tempo. Murillo desviou de cima da linha uma finalização à queima-roupa de Jørgen Strand Larsen e Matz Sels foi chamado a intervir para negar o segundo golo ao avançado norueguês, logo depois de Rodrigo Gomes.
Houve muita energia nas fileiras dos Lobos, apesar das inúmeras ausências, mas não houve finalização e eles não conseguiram encontrar um empate merecido. Eles melhoraram imensamente sob o comando de Pereira, que chegou com duas vitórias e um empate nos três primeiros jogos, mas faltou a natureza clínica e o talento exuberante de Matheus Cunha, que foi ausente por suspensão.
“Tivemos oportunidades de empatar, mas falhámos, eles marcaram o segundo golo e foi muito difícil para nós”, disse Pereira. “Estou orgulhoso deles, eles tentaram de tudo. Não posso dizer a ninguém que eles não fugiram. Eles tentaram o seu melhor.”
após a promoção do boletim informativo
O Forest fica feliz em abrir mão da posse de bola e jogar no contra-ataque. Depois que Elanga ajudou a criar o primeiro, Callum Hudson-Odoi deve ter se sentido compelido a fazer o mesmo ao ultrapassar um mar de ouro pela esquerda e estourar na caixa, permitindo-lhe encontrar Wood, que havia se manobrado no espaço para desviar seu O 12º gol da temporada foi uma tarefa simples pouco antes do apito do intervalo.
Os lobos continuaram a aproveitar a maior parte da bola, mas sem ameaçar penetrar. Nuno adaptou-se à situação, estancou o fluxo de ataques e afastou a ameaça aérea de Strand Larsen. Morato foi enviado para se tornar o terceiro zagueiro em uma defesa de cinco, enquanto Gibbs-White assumiu uma posição mais profunda no meio-campo para ajudar Forest a recuperar o controle.
O frio no ar refletiu-se no campo nos momentos finais, à medida que o ritmo diminuía e Forest fez o terceiro em mais um intervalo, finalizado por Awoniyi, para garantir que começasse janeiro com uma vitória crucial naquele que poderia ser um ano incrivelmente emocionante. Nuno, no entanto, mantém-se tranquilo: “No final da temporada vou dar uma vista de olhos ao Primeira Liga mesa.”
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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