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Nova atualização do Google Chrome é essencial para segurança do seu computador
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Nova atualização do Google Chrome é essencial para segurança do seu computador
Só em 2023, 50% das empresas no Reino Unido sofreram alguma forma de ciberataque. A ameaça mais comum para eles tem sido o phishing, em que os hackers enviam e-mails fazendo-se passar por clientes ou outras pessoas da empresa para obter acesso ilícito.
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E não importa o tamanho da empresa, até mesmo as pequenas têm um grande volume de dados sobre clientes, colegas e colaboradores, que precisam ser preservados.
O governo dos EUA mantém um registo de todas as ameaças conhecidas na sua base de dados de Vulnerabilidades Exploradas Conhecidas.
Estas foram prontamente adicionadas e todos os funcionários federais foram instruídos para seguir as atualizações ou para deixar de utilizar o browser.
Se você usa o Chrome, também deve atualizar.
Lacunas encontradas este mês
A segurança na Google é uma guerra eterna. Duas lacunas foram localizadas nas defesas do browser Chrome este mês.
Este problema será corrigido e é vital que você atualize seu browser para fortalecer as suas informações.
Ao fazer, por exemplo, a pesquisa “Aposte na NBA com a Superbet“, ou “Últimas tendências de moda”, o Google é utilizado por todos e é preciso que estar protegido.
Atualize agora
Uma atualização em agosto observou que uma fraqueza permitiu que um hacker remoto explorasse a corrupção de heap através de uma página HTML criada.
Isto afeta a memória de um programa, e a página HTML criada era a forma como o atacante poderia obter acesso à mesma.
Uma segunda fraqueza, que foi alegadamente corrigida nesta atualização, também foi atacada.
O que têm na nova atualização do Chrome
A nova atualização inclui sinalização de notificações indesejadas e proteção contra sites que enviam notificações abusivas.
Além disso, as permissões serão automaticamente revogadas para os sites que você não utiliza.
Com a adição da permissão única, a gestão a quem concede acesso mudou. Agora o usuário tem mais controle sobre quanto acesso os sites têm aos seus microfones e câmara.
Manter o Google Chrome atualizado é essencial para garantir a sua segurança online e proteger seus dados e dispositivos contra ameaças cibernéticas em constante evolução.
Porque a atualização do Google Chrome é essencial
A segurança da rede deve estar no topo das agendas de todas as empresas. A segurança de redes é a detecção, prevenção e limpeza precoce de ataques a uma rede utilizada por uma empresa. Uma variedade de ferramentas pode ajudar nisso. Podem incluir software, firewalls, controlo de acesso à rede e educação sobre os perigos para quem utiliza a própria rede.
Quando o seu negócio é violado, isso pode causar muitos danos. Estima-se que o custo de uma violação seja bem superior a 4 milhões de dólares. Esta pode ser uma perda de reputação da qual a sua empresa nunca irá recuperar.
Ataque de malware
Um ataque de malware atual e relativamente novo que deve conhecer, e sobre o qual pode educar a sua equipa se estiver a proteger uma rede, bloqueia o Chrome no modo quiosque.
Este modo desliga as janelas do seu computador, permitindo que seja utilizado apenas num browser. É uma ótima forma de bloquear dispositivos utilizados pelo público, pois estes apenas conseguem aceder à web e não ao resto do dispositivo.
Claro que se isto acontecer no seu dispositivo, pode ser muito chato. O malware engana então as pessoas para que introduzam as suas credenciais do Google para remover o modo quiosque, e estas são roubadas. Além de bloquear o browser, também bloqueia as teclas F11 e ESC para que não possam sair rapidamente.
Quando os detalhes são introduzidos, o malware de roubo de informação StealC recolhe o que precisa.
No entanto, existe uma forma de sair desta sem introduzir os seus dados. O malware é utilizado desde 22 de agosto e é implementado pelo Amadey, uma ferramenta utilizada pelos hackers desde 2018. Iniciará um script AutoIt que inicia o modo quiosque e, em seguida, um segundo script que informa o sistema para ignorar o F11 e as teclas de escape.
Assim, pode tentar uma série de outras combinações de teclas de atalho para sair do modo quiosque. Podem incluir ‘Ctrl + Alt +Delete’, ‘Ctrl + Shift + Esc’ ou ‘Alt +Tab’. Voltará à área de trabalho, onde poderá tentar fechar o navegador e obter assistência para remover o malware.
Como atualizar o Chrome
Para atualizar o navegador no computador, primeiro abra o “Google Chrome”.
Vá em “Sobre o Google Chrome”.
Em seguida clique em “Atualizar o Google Chrome”.
Se esse botão não estiver disponível, é porque a versão mais recente já está instalada.
A nova atualização do Google Chrome é para sua máquina protegida de invasores indesejáveis. – Foto: reprodução/Google
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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