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Nova gigante de fast food chinesa vai chegar ao Brasil; 25 mil empregos

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O número de PcDs no ensino superior cresceu no Brasil nos últimos 10 anos. - Foto: Arquivo pessoal

A parceria sino-brasileira segue dando resultados e o mercado de alimentação brasileiro está prestes a ganhar um novo sabor. A rede chinesa de fast food Mixue anunciou que vai chegar ao Brasil e criar 25 mil empregos até 2030!

Famosa pelos chás com bolhas (bubble tea) e sorvetes de baixo custo, a companhia revelou um investimento bilionário, de R$ 3,2 bilhões, para iniciar a operação no país. Com mais de 45 mil lojas espalhadas pela China e outros 11 países, a Mixue supera nomes como McDonald’s e Starbucks em números de unidades.

O anúncio ocorreu durante a recente visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, que rendeu um pacote de investimentos chineses de R$ 27 bilhões.

Mixue Ice Cream & Tea

A Mixue nasceu em 1997, na província chinesa de Henan, como uma pequena barraca de raspadinhas.

O crescimento veio de forma acelerada a partir de 2008, com a entrada no modelo de franquias.

Hoje, a marca oferece sorvetes, limonadas, bubble tea, smoothies e até cafés.

A proposta é sempre manter preços acessíveis. Na China, é possível comprar um produto da marca por aproximadamente R$ 4,70.

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Modelo de sucesso

A fórmula de sucesso mistura preços baixos e um sistema de franquias eficiente.

A empresa fornece matéria-prima e equipamentos aos franqueados.

Outro diferencial é a identidade visual da marca. Tudo gira em torno do vermelho vibrante e do carismático Snow King, um boneco de neve que virou queridinho nas redes.

Parceria Brasil-China

Além da Mixue, outros gigantes chineses aproveitaram a visita de Lula para anunciar expansão no Brasil.

A montadora GWM, a empresa de energia CGN e o app de entregas Keeta, da Meituan, também estão de olho no mercado brasileiro.

O pacote de investimentos anunciado pela comitiva brasileira é de R$ 27 bilhões, segundo a EBC.

Os setores são diversos, como energia, mobilidade, tecnologia e alimentação.

Nas redes, o mascote da marca é sensação:

A Mixue tem chás, sorvetes, limonadas e outros. - Foto: Cheng Xin/Getty Images A Mixue tem chás, sorvetes, limonadas e outros. – Foto: Cheng Xin/Getty Images



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

Curso combate a incêndio florestal-2026 (3).jpeg

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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