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Saúde Pública

Nova secretária de saúde tem como desafio melhorar atendimento no Pronto Socorro

Ac24horas, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um dos principais desafios da médica Mônica Feres, anunciada ontem,  4, pelo governador Gladson Cameli, como a nova secretária estadual de saúde, é melhorar o atendimento na maior porta de entrada de urgência e emergência do Acre.

O Pronto Socorro da capital se tornou o calcanhar de aquiles na gestão de saúde. Em nenhuma outra unidade de saúde há tanta reclamação na qualidade do atendimento. Isso, quando se consegue o atendimento.

Diariamente são muitas reclamações de falta de médicos, medicamentos e super lotação do hospital. Vídeos e fotos mostram pacientes espalhados pelos corredores do Pronto Socorro.

Um outro grande entrave a ser resolvido é a permanência ou não do atual diretor do hospital, Welber de Lima.

A atual gestão, comandada por Welber, vive em meio a um fogo cruzado com a falta de especialistas nas escalas, denúncias de plantões pagos de forma indevida e o descontentamento dos médicos, que Welber já afirmou serem os principais responsáveis pelos problemas da unidade de saúde.

Existem pacientes na ortopedia, por exemplo, que estão com mais de 70 dias internados aguardando uma cirurgia.

BEM-ESTAR

Obrigatório há 5 anos, teste da linguinha é alvo de disputa

Agência Brasil, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Um teste físico simples, teste da linguinha, que verifica se o bebê recém-nascido tem ou não anquiloglossia – popularmente chamada de língua presa – é alvo de disputa entre profissionais. De um lado, pediatras acreditam que o exame físico feito após o parto é suficiente para identificar a anquiloglossia e pedem a revogação da lei que tornou o teste obrigatório. Do outro, fonoaudiólogos defendem uma capacitação para que quem examine a criança esteja atento também a isto.

Hoje (20), considerado o Dia Nacional do Teste da Linguinha, faz cinco anos que a Lei 13.002/2014, que torna o exame obrigatório, foi aprovada no Brasil.

De acordo com a conselheira da Comissão de Saúde do Conselho Federal de Fonoaudiologia, Mércia Quintino, cerca de 4% a 10,7% das crianças nascem com a língua presa. “O diagnóstico deve ser feito o mais cedo possível. A anquiloglossia leva a dificuldade na amamentação e, depois, dificuldade de mastigar alimentos sólidos, que são um desafio maior”, diz.

Mércia explica que o objetivo inicial é evitar o desmame precoce. “A gente sabe que a amamentação é importante e que muitas mães não têm condições de comprar leites industrializados. A fase da amamentação parece simples, mas é um momento complicado para a família, tem que ter todo o incentivo positivo para que dê certo”, disse.

Pedido de revogação

Este ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) pediu ao Ministério da Saúde a revogação da lei. Para os pediatras, quando o bebê nasce já é feito um exame físico completo da criança e a língua presa é facilmente identificada nesse exame, não sendo necessário um protocolo específico para a execução do teste.

“O teste é um passo burocrático desnecessário com redundância absoluta do exame do recém-nascido, que já é feito pelo pediatra na sala de parto”, diz a presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SBP, Tânia Sih.

De acordo com Tânia, a maior parte dos casos de língua presa não demanda cirurgia, são níveis menos graves cujos efeitos na fala e na mastigação podem ser anulados com exercícios. “É raríssimo ter a língua superpresa, que é quando a língua adquire um formato de coração. Esses casos impactam no aleitamento materno e na fala. Para que ter fonoaudiólogo para constatar o que o médico já viu? Temos outros gastos mais urgentes para ser feitos com saúde”, defende.

Já Mércia defende que é necessário haver uma capacitação. Segundo ela, o exame não precisa ser feito necessariamente por um fonoaudiólogo, mas por um profissional que esteja atento a isso na hora de examinar a criança.

Diagnóstico importante

O gerente de operações Alexandre Mitchell, que viveu a situação, defende que os hospitais estejam atentos à identificação da língua presa e mais do que isso, que ofereçam solução.

O filho mais velho de Mitchell, Theo, que hoje tem dois anos, nasceu com a língua presa. O caso de Theo atrapalhava a amamentação e, consequentemente, o desenvolvimento da criança. “Ele não mamava direito porque a criança precisa da língua para fazer a sucção. Como a língua não ia até o final, não sugava leite suficiente. Causou muito estresse para nós porque ele não ganhava peso, achávamos que o problema era no leite”, disse.

A solução foi uma pequena cirurgia sem necessidade de anestesia ou de pontos. Ela foi feita quando Theo tinha 15 dias, mas chegar a essa conclusão não foi tão simples. “Foram idas e vindas, até resolvermos”, disse Mitchell. A anquiloglossia foi facilmente identificada, mas o pediatra do hospital particular de Brasília onde Theo nasceu achou que não seria necessário o procedimento. O fonoaudiólogo, achava que sim.

A família deixou o hospital e logo apareceram as complicações na hora da amamentação. Eles tiveram que buscar uma dentista, para realizar o procedimento. “É um procedimento que salva a vida dos pais, só de não ficar na agonia do filho não estar amamentando, de achar que é algum outro problema. Falta nos hospitais uma atenção maior em relação a isso. Não apenas dar o diagnóstico, mas resolver”, disse.

Ministério da Saúde

Em nota, o Ministério da Saúde não comentou o pedido da SBP. A pasta diz que tomou medidas para cumprir a lei vigente, como publicar, em 2016, nota técnica com orientações a profissionais e a estabelecimentos de saúde sobre a avaliação clínica dos bebês e a realização do teste da linguinha.

Além da identificação precoce da anquiloglossia, o protocolo busca estabelecer o fluxo de acompanhamento dos lactentes diagnosticados com anquiloglossia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Toda criança é ou deveria passar por avaliação clínica completa como parte da rotina das equipes assistenciais, verificando assim, possíveis sinais e sintomas de doenças ou malformações”, diz a nota.

De acordo com o ministério, o exame físico de recém-nascidos é realizado de forma rotineira nas maternidades e nas primeiras consultas de puericultura, sendo portanto a avaliação realizada pelos diferentes profissionais de saúde que acompanham o nascimento e o desenvolvimento dos bebês a partir da organização dos próprios serviços e da rede de atenção à saúde local.

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BEM-ESTAR

Hospital de Sena ganha aparelho de ultrassonografia

Senaonline.net, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Jairo Casiano diretor do hospital do município de Sena Madureira recebeu na manhã de hoje uma equipe especializada da empresa PHILIPS. Para instalar o novo equipamento de ultrassonografia na unidade de saúde, a nova ferramenta disponibiliza de recursos tecnológicos para atender com mais precisão e eficácia a comunidade do terceiro maior município do estado.

De acordo com o diretor da unidade este aparelho irá ajudar detectar com mais precisão as doenças que necessitam de cuidados, assim os médicos plantonistas terão um diagnostico real.

Jairo Casiano afirmou ainda que as famílias carentes residentes na cidade e no interior não terão, mas que irem para clínicas particulares para a realização desses exames, Jairo Casiano agradeceu ao empenho do governador Gladson Cameli e ao deputado Alan Rick pelo esforço em reaparelhar a unidade e oferecer uma saúde de melhor qualidade a nossa comunidade, Jairo afirmou ainda que as emendas destinadas pelo deputado federal Alan Rick serão responsáveis pela nova reforma e ampliação que deverá iniciar ainda este ano, finalizou.

A gestão do novo diretor vem surtindo efeito dentro da unidade, tendo em vista que todos os servidores estão unidos com o mesmo proposito que é oferecer uma saúde mais digna a comunidade.

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