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Nova Zelândia x Inglaterra: terceiro teste de críquete masculino, primeiro dia – ao vivo | Nova Zelândia x Inglaterra 2024
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2 anos atrásem
Rob Smyth
Principais eventos
38º: Nova Zelândia 131-1 (Latham 60, Williamson 12) Desculpe, estamos tendo alguns problemas técnicos. Stokes retorna no lugar de Carse e desenha uma vantagem grossa de Latham que passa pela ravina por mais quatro.
37º: Nova Zelândia 127-1 (Latham 56, Williamson 12)
36º: Nova Zelândia 126-1 (Latham 55, Williamson 12) Pela segunda vez em tantos saldos, Carse sai no meio de sua passada de entrega. O olhar imediato por cima do ombro confirma que tem algo a ver com os pontos de apoio.
O dia caro de Carse continua quando Williamson puxa enfaticamente para quatro para chegar a dois dígitos.
35º: Nova Zelândia 121-1 (Latham 54, Williamson 8) Latham alcança seu cinqüenta com um impulso lindo no meio do caminho, quando Atkinson dispara. Ele quase não comemora, apenas um rápido levantamento do taco, e estará desesperado para converter isso no primeiro século de Teste em dois anos.
Esse sonho quase morre quando ele é abandonado por Duckett pela segunda vez hoje. Foi uma chance muito difícil, mergulhando rasteiro para a esquerda no terceiro deslize, e Duckett não conseguiu se segurar.
34º: Nova Zelândia 116-1 (Latham 49, Williamson 8) Um melhor de Carse. Williamson é espancado por um levantador e depois atingido nos youbetchas por um nipbacker desagradável. Ele responde com um off-drive imaculado para quatro. Carse acertou nove quatros em seus oito saldos até agora.
“Gostaria de afirmar que perdi totalmente a primeira sessão em solidariedade aos jornalistas do Guardian”, diz Brian Withington. “Na verdade, fui distraído por um episódio de Dalgleish apresentando a inteligência discreta e discreta de Bertie Carvel, o Chris Woakes dos investigadores. Falando em quem, sabemos por que ele foi suspenso com pagamento integral por este?
Se fosse uma decisão da série, tenho certeza que ele estaria jogando, mas dadas as circunstâncias é uma boa chance de dar uma nova olhada em Potts. Embora eu ainda sonhe com uma boa moeda caindo nas proximidades de Ollie Robinson, há uma boa chance de que Woakes ou Potts peguem a nova bola com Gus Atkinson no início do Ashes.
33º: Nova Zelândia 112-1 (Latham 49, Williamson 4) Uma passagem tranquila de Atkinson para Latham, que permanece na 49. As únicas corridas foram algumas despedidas.
32º: Nova Zelândia 110-1 (Latham 49, Williamson 4) Carse, que dificilmente jogou mal contra o próprio Williamson nesta série, continua. Ele não esteve nem perto de seu melhor hoje, porém, e Williamson salta em um longo salto com um tapa na cobertura extra para quatro.
31º final: Nova Zelândia 105-1 (Latham 48, Williamson 0) O novo batedor é Kane Williamson. Será interessante ver se Ben Stokes fisga Brydon Carse depois de um para colocar Matt Potts. Ele teve um histórico notável contra Williamson na série 2022: 32 bolas, três corridas, três expulsões.
POSTIGO! Nova Zelândia 105-1 (Young c Brook b Atkinson 42)
Finalmente, uma vantagem está disponível. Young empurra com mãos fortes em um excelente outswinger e desce para o segundo deslizamento. Brook, que além de ser o batedor número 1 do mundo, está entre os chinelos mais confiáveis, agacha-se para pegar uma boa pegada na altura da bota.
30º: Nova Zelândia 105-0 (Latham 48, Young 42) Latham traz à tona a posição do século com dois limites fora de Carse, um drive through mid e um clip through midwicket. Antes deste jogo, as oito parcerias iniciais da equipa, quatro de cada lado, produziram um total de 67 corridas.
Latham atinge seu terceiro limite quando uma vantagem passa correndo pelo mergulhador Bethell no valentão. Carse volta ao seu lugar sorrindo ironicamente.
29º: Nova Zelândia 93-0 (Latham 36, Young 42) Atkinson retorna ao ataque após o almoço com uma donzela para Will Young. Ele leva algumas entregas para encontrar sua linha; quando o faz, Young é espancado por dentro por um perigoso nipbacker. A Inglaterra tem tido simultaneamente azar e um pouco abaixo da média.
“Colocando a Austrália no Gabba?” diz Tom Hopkins. “Quando isso deu errado?”
Ah, bastante. Suponho que ajude quando você tem Jasprit Bumrah.
O terceiro teste entre Austrália e Índia acaba de começar no Gabba. A Índia venceu o sorteio e colocou a Austrália no bastão. Você pode acompanhar isso com Martin Pegan.
Preâmbulo
Olá e bem-vindo à cobertura ao vivo e tardia do terceiro teste entre a Nova Zelândia e a Inglaterra em Hamilton. Como devem saber, os membros do Guardian e do Observador do Sindicato Nacional dos Jornalistas estão em greve há 48 horas, daí o início tardio da nossa cobertura. Se você quiser saber mais sobre isso, Clique aqui.
Certo, para a lixeira meu amigo o grilo. A Nova Zelândia teve uma excelente manhã, chegando aos 93 sem perder após entrada de Ben Stokes. Tom Latham (36) e Will Young (42) precisaram de um pouco de sorte, principalmente contra Matt Potts, mas no geral jogaram muito bem.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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