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Novas fábricas aumentam capacidade da indústria automotiva – 06/01/2025 – Eduardo Sodré
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12 meses atrásem
O início das operações fabris das chinesas BYD e GWM vai aumentar a capacidade de produção da indústria automotiva nacional a partir de 2025.
Somadas, essas empresas terão potencial para montar 500 mil unidades por ano, número que pode ser atingido até o fim da década. Entretanto, trata-se de um resultado que dificilmente será alcançado.
A Anfavea (associação das montadoras) estima que o parque industrial instalado hoje no país tem capacidade para fabricar 4,2 milhões de veículos leves e pesados por ano. Contudo, há 45% de ociosidade nas linhas de produção, e parte desse problema se deve às importações feitas pelas empresas chinesas nos últimos dois anos.
Essas montadoras ainda não revelaram quais são as metas para conteúdo local de seus produtos, algo que terá impacto direto nas regiões em que estão instaladas. Quanto maior a produção nacional de componentes, maior será a geração de emprego e renda na indústria.
Por enquanto, a GWM confirma a contratação de 700 funcionários até o início das operações da fábrica de Iracemápolis (interior de São Paulo). A previsão é que a montagem tenha início em maio.
“Inicialmente construída para ter uma capacidade instalada de 20 mil veículos por ano, a fábrica da GWM será ampliada e modernizada para atingir a capacidade produtiva de 50 mil unidades dentro de três anos”, diz o comunicado divulgado pela empresa.
Já a BYD prevê a abertura de 2.000 vagas em Camaçari (BA) neste mês, seguidas por mais 3.000 em maio e outras 5.000 em agosto. A montadora, que pretende ter uma planta capaz de fazer 450 mil veículos por ano, vai iniciar a produção ainda no primeiro semestre.
No momento, a fabricante busca recuperar a imagem após uma força-tarefa afirmar ter resgatado 163 trabalhadores chineses em condições análogas à escravidão nas obras da fábrica baiana. Os funcionários foram contratados pela empreiteira terceirizada JinJiang, que nega as acusações.
Há ainda novas montadoras que devem anunciar linhas de produção local ao longo de 2025, como Neta, GAC e Omoda/Jaecoo. Nesses casos, a montagem local deve ter início entre 2026 e 2030.
O sucesso desses empreendimentos depende não só do crescimento do mercado nacional. É necessário expandir as exportações, sem as quais há o risco de a capacidade ociosa da indústria automotiva aumentar ainda mais.
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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