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Nuggets searching for offensive help via trade, eyeing Bulls’ Zach LaVine: Sources
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As of Tuesday night, Nikola Jokić is on pace to become just the third player in NBA history to average a triple-double for a season. It would go down as one of the best individual seasons in NBA history, and a season that will surely catapult Jokić into the realm of the greats who have played this game. But if his Denver Nuggets are going to remain title contenders, the three-time MVP’s greatness is still not enough.
With the NBA’s trade window opening this past weekend, and with the trade deadline less than two months away, the Nuggets are canvassing the league in pursuit of a player who can offer significant help offensively, league sources tell The Athletic.
As a result, the Nuggets have either expressed interest in, or have had preliminary trade discussions on the following players: Chicago’s Zach LaVine, Washington’s Jordan Poole, Utah’s Jordan Clarkson, Atlanta’s De’Andre Hunter, Brooklyn’s Cam Johnson and Washington’s Jonas Valančiūnas.
League sources say the focus on LaVine in recent discussions is significant, with the Nuggets interested in the 29-year-old who is averaging 21.7 points, 4.4 rebounds and 4.2 assists this season. LaVine, a two-time All-Star, is owed $43 million this season, $45.9 million next season and has a player option worth $48.9 million for the 2026-27 campaign.
This isn’t the first time the Nuggets have shown a desire to upgrade with a wing scorer. As The Athletic reported in late June, Denver discussed the prospect of adding Paul George in a trade that would have likely included Michael Porter Jr. and Zeke Nnaji going to the LA Clippers (and George coming to the Nuggets via an extend-and-trade deal). That deal didn’t go down, but it was as strong a sign as any that Denver had identified this need some time ago.
Any big trade would likely involve Porter, according to league sources. Porter has long been one of the best shooters in the league. This season, he has rounded into becoming an all-around scorer, capable of impacting offense from all three levels. He has also gotten stronger and become more impactful defensively than he has been in the past.
Nnaji is also available, league sources say. Any significant deal the Nuggets would do, may also have to involve a pick swap as a sweetener.
According to league sources, the Nuggets value Porter and what he does for the spacing of Denver’s offense significantly. Porter, who makes $35.8 million this season and is signed through the 2026-27 campaign (guaranteed in that season), is having a career year (18.5 points, 7.1 rebounds and 2.8 assists per game).
League sources say the Nuggets even had extension talks with Porter earlier in the season, a strong indication they still feel confident about his long-term future. Porter, 26, is rounding into the prime of his career while still improving as an overall player. He has a history of injury issues but has remained relatively healthy over the past few seasons, playing in 81 games last season.
With Jokić averaging 31 points, 13 rebounds and 10 assists per game — marks that have never been reached in league’s history — the need to alleviate some of Jokić’s offensive burden is glaring. He is averaging a career high in field goal attempts (21.1), good for fourth in the league and well above his second-highest total (18.0 in the 2020-21 season). His minutes have spiked this season, too, with Jokić averaging 37.3 (tied for second in the league; his second highest was 34.6 in the 2020-21 season). The Nuggets’ offense is currently ranked seventh in the league (down from fifth last season and fourth in the season prior, when they won the title).
More importantly, the Nuggets are seeking help in the form of someone who is able to create offense with the ball in his hands. A lot of Denver’s issues stem from Jokić and Jamal Murray being the only players on the roster who are consistently capable of creating their own shots. League sources say the Nuggets would like to add one more player who is able to do that at a high level.
That’s why Denver has cast a wide net. But the Nuggets’ collective lack of assets as a first-apron team make getting a deal done with some teams more difficult. For instance, Clarkson’s ability to score off the bench, as well as his playoff experience, would be a terrific fit for the Nuggets. A Clarkson deal likely would not require Denver to include Porter. But it would likely require the Nuggets to include an unprotected first-round pick swap that Denver may be hesitant to include.
The last two years for Denver has been a mix and match effort to extend a championship window with Jokić as the centerpiece. This season, Jokić has been far and away the best player in the world. But as of Tuesday, the Nuggets are 14-10 overall, fifth in the Western Conference, and teams such as the Oklahoma City Thunder, Dallas Mavericks and Memphis Grizzlies have separated themselves at the top of the standings.
The Nuggets want to make sure they are more viable for the rigors of the regular season, and for the postseason, when isolation scoring becomes more important.
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(Photo of Zach LaVine and Nikola Jokić: Dustin Bradford / Getty Images)
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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