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Número de mortes por Covid-19 chega a 430 e Acre tem mais 16,2 mil infectados pela doença
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6 anos atrásem
Mais 70 casos foram confirmados nas últimas 24 horas. O estado já tem 9.265 pessoas recuperadas.
capa: Número de mortes por Covid-19 chega a 430 e Acre tem mais 16,2 mil infectados pela doença — Foto: Dhárcules Pinheiro/Arquivo pessoal.
O número de mortos por Covid-19 chegou a 430 nesta segunda-feira (13) no Acre. O boletim da Secretaria Estadual do Acre (Sesacre) contabiliza mais quatro mortes em 24 horas e mais 70 pessoas infectadas pelo coronavírus. Assim os casos confirmados saíram de 16.190 para 16.260.
Das mortes, três foram em Rio Branco e uma em Tarauacá. Das 22 cidades, apenas Porto Walter não registra morte pela doença.
Há ainda 123 exames aguardando o resultado nos laboratórios Lacen e Mérieux. Os dados do boletim mostram ainda que há 9.265 pessoas recuperadas no estado, 57% do total.
O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, mantendo uma taxa de 1.844 casos para cada 100 mil habitantes e letalidade de 2,6%.
A taxa de ocupação nos leitos de UTI específicos para tratar casos graves de Covid-19 é de 77% neste sábado. Das 56 vagas, 43 estão ocupadas. Dos leitos, 10 vagas são em Cruzeiro do Sul e 46 em Rio Branco.
Mortes por cidades
| Cidades com óbitos | Óbitos totais | Novos registros |
| Acrelândia | 3 | 0 |
| Assis Brasil | 5 | 0 |
| Brasileia | 7 | 0 |
| Bujari | 4 | 0 |
| Capixaba | 7 | 1 |
| Cruzeiro do Sul | 39 | 0 |
| Epitaciolândia | 6 | 0 |
| Feijó | 8 | 0 |
| Jordão | 1 | 0 |
| Mâncio Lima | 4 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 1 | 0 |
| Plácido de Castro | 6 | 0 |
| Porto Acre | 10 | 0 |
| Rio Branco | 294 | 3 |
| Rodrigues Alves | 4 | 0 |
| Santa Rosa do Purus | 2 | 0 |
| Sena Madureira | 6 | 0 |
| Tarauacá | 10 | 1 |
| Xapuri | 4 | 0 |
| Senador Guiomard | 7 | 0 |
| Manoel Urbano | 2 | 0 |
| Total | 430 | 4 |
Mortes
Das vítimas fatais, duas eram homens e outras duas mulheres com idades entre 37 e 76 anos.
- Rio Branco
Um homem 56 anos, que deu entrada no dia 25 de junho no Hospital Santa Juliana e faleceu no dia 29 de junho.
A segunda vítima que consta boletim desta segunda é a assistente social Raquel Moraes Lima, de 37 anos. Ela deu entrada no dia 25 de junho no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e faleceu neste domingo, dia 12 de julho. A morte da servidora causou comoção.
A terceira morte foi de uma mulher de 69 anos. Ela deu entrada no dia 8 de julho no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e morreu na segunda-feira, 13 de julho.
- Tarauacá
Em Tarauacá, a morte é de um homem de 76 anos. Ele deu entrada no dia 7 de julho no Hospital Regional do Juruá e morreu nesta segunda-feira, 13 de julho.
● Casos de Covid-19 no Acre : 16.260
Números
Dos 430 óbitos, 291 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde. Já 139 deles não tinham outras doenças, segundo a Saúde. Do total de mortos, 263 eram homens e 167 mulheres. Do total de vítimas, 297 tinham acima de 60 anos.
Até esta segunda, o Acre já fez 38.065 exames, dos quais 16.260 foram confirmados e mais 123 seguem em análise. Outros 21.682 foram descartados.
Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:
- Assis Brasil – 302
- Cruzeiro do Sul – 269
- Bujari – 263
- Santa Rosa – 257
- Tarauacá- 204
- Rio Branco – 198
Casos de Covid-19 por cidades
| Cidades | Total | Casos novos |
| Acrelândia | 222 | 0 |
| Assis Brasil | 224 | 0 |
| Brasileia | 507 | 0 |
| Bujari | 270 | 0 |
| Capixaba | 181 | 0 |
| Cruzeiro do Sul | 2.373 | 12 |
| Epitaciolândia | 226 | 0 |
| Feijó | 411 | 0 |
| Jordão | 55 | 0 |
| Mâncio Lima | 222 | 1 |
| Manoel Urbano | 61 | 0 |
| Marechal Thaumaturgo | 202 | 0 |
| Plácido de Castro | 330 | 0 |
| Porto Acre | 313 | 3 |
| Porto Walter | 104 | 0 |
| Rio Branco | 8.060 | 51 |
| Rodrigues Alves | 108 | 0 |
| Santa Rosa do Purus | 168 | 0 |
| Sena Madureira | 765 | 1 |
| Senador Guiomard | 281 | 0 |
| Tarauacá | 867 | 2 |
| Xapuri | 310 | 0 |
| Total | 16.260 | 70 |
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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