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O acordo de paz se desenrola após a prisão do VP – DW – 27/03/2025

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O acordo de paz se desenrola após a prisão do VP - DW - 27/03/2025

O principal partido da oposição do Sudão do Sul disse na quinta Riek Machar foi preso.

A oposição de Machar Partido Splm-io disse após sua prisão que o acordo de paz de cinco anos que encerrou a guerra civil do país “foi” revogado “.

“Efetivamente traz o acordo para um colapso, portanto a perspectiva de paz e estabilidade em Sudão do Sul agora foi colocado em risco sério “, disse um representante do partido.

O governo do Sudão do Sul ainda não comentou a prisão de Machar nem a declaração de seu partido sobre o acordo de paz.

Observadores INERNATIVOS soaram o alarme, Temendo o retorno da guerra civil.

Chefe de missão da ONU exige ‘restrição’

Nicholas Haysom, o chefe da missão da ONU no Sudão do Sul na quinta -feira, pediu a todas as partes que “exerçam restrição e defendam o acordo de paz revitalizado”.

“Hoje à noite, os líderes do país estão à beira de recorrer em conflitos generalizados ou levar o país em direção à paz, recuperação e democracia no espírito do consenso que foi alcançado em 2018, quando assinaram e se comprometeram a implementar um acordo de paz revitalizado”, disse Haysom em comunicado divulgado na noite de quarta -feira.

A Comissão de Direitos Humanos da ONU no Sudão do Sul chamou Retorno potencial à luta em grande escala “Catastrófico”, acrescentando que representava “uma ameaça direta a milhões de vidas”.

“O direcionamento deliberado dos líderes e civis da oposição representa um desrespeito imprudente pelo direito internacional e pelo futuro do país”, disse a presidente da Comissão, Yasmin Sooka.

“O Acordo de Paz”, acrescentou Sooka, “não é opcional: é vinculativo. Sua minúscula minúscula por atores políticos e militares não é apenas ilegal, mas uma traição ao povo do Sudão do Sul que já sofreu anos de conflitos devastadores”.

O presidente do Quênia, William Ruto, anunciou nas mídias sociais que havia conversado com a presidente Salva Kiir sobre a prisão de Machar, acrescentando que ele enviaria um enviado especial para ajudar a neutralizar a situação.

O União Africana (AU)também manifestou “profunda preocupação” sobre a situação, pedindo a todas as partes que “escalassem”.

Em Washington, o Departamento de Assuntos Africanos dos EUA pediu a Kiir que liberasse Machar e “demonstre sinceridade de compromissos declarados com a paz”.

Tensões Flare entre Kiir e Machar

As festas de Kiir e Machar se tornaram cada vez mais antagônico ultimamenteespecialmente depois que o Exército Branco – um grupo armado próximo ao vice -presidente – atacou uma base militar do governo em março. O governo respondeu com ataques aéreos indiscriminados na área.

Mais de uma dúzia de pessoas foram mortas desde que os ataques aéreos começaram em meados de março.

O Partido de Machar negou qualquer conexão com o Exército Branco.

Como a instabilidade persiste no Sudão do Sul

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A Alemanha e a Noruega anunciaram o Fechamento temporário de embaixadas no país.

Observadores políticos sugerem que Kiir está tentando solidificar o poder por ter Machar e é preso nos aliados. Há também um acordo de que ele parece ter a intenção de nomear Benjamin Bol Mel como seu sucessor.

O empresário Bel Mol – que está nas listas de sanções dos EUA para lavagem de dinheiro – foi recentemente nomeado segundo vice -presidente.

Acordo de paz em risco

A prisão de Machar ocorre apenas alguns dias depois que a ONU avisou que o Sudão do Sul estava à beira da guerra renovada como resultado de confrontos entre o governo e os combatentes aliados ao vice -presidente.

O acordo de paz em questão foi assinado em 2018 e encerrou um conflito de cinco anos que matou 400.000 pessoas.

Esse acordo levou a um Esquema de compartilhamento de energia no qual Machar era um dos cinco vice -presidentes que trabalhavam ao lado do presidente Salva Kiir em um governo da unidade.

Editado por: Zac Crellin



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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