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O apoio militar do Reino Unido a Israel ‘pode ser violado do direito internacional’ | Notícias de direitos humanos

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A colaboração militar do Reino Unido com Israel durante seu Assault a Gazabem como seu apoio através de disposições de armas, ajuda logística e intervenções militares diretas no Iêmen para apoiar os objetivos de Israel, poderiam constituir uma violação de direito internacionalum novo relatório revela.

O relatório, divulgado na terça -feira pelo Comitê Palestino Britânico (BPC), diz que, embora o governo do Reino Unido não tenha perpetrando diretamente a violência em Gaza, ele “desempenhou um papel influente” através da validação de licenças de armas e uma colaboração militar mais ampla e profunda com Israel.

Fazido no Reino Unido F-35 partesenviado diretamente a Israel e outros países parceiros para a Assembléia, desempenharam um papel significativo na manutenção dos jatos israelenses para combate, contribuindo para o pool global de peças de reposição, que Israel pode acessar.

Ao tomar tais ações, o Reino Unido não está “simplesmente falhando em cumprir suas responsabilidades de terceiros em defender o direito internacional”, é ativamente cúmplice no genocídio de Israel do povo palestino, segundo o relatório.

Além disso, enquanto o militar britânico forneceu a Israel esses componentes críticos, ele também desenvolveu um Colaboração militar com Israel.

“Esta parceria de mão dupla apoia empresas israelenses no desenvolvimento da tecnologia usada para matar palestinos e aprofundar a colaboração entre os militares britânicos e israelenses”, disse o relatório, acrescentando que as bases militares britânicas em Chipre serviram como um “ativo fundamental Para o genocídio de Israel em Gaza.

Juntamente com sua intervenção militar direta no Iêmen, o Reino Unido protegeu a infraestrutura militar de Israel durante sua escalada contra o Irã, segundo o relatório, concentrando -se nos esforços militares do Reino Unido para proteger a infraestrutura militar de Israel de uma resposta iraniana antecipada em abril de 2024.

Isso veio depois de Israel bombardeado um consulado iraniano Construindo na capital da Síria, Damasco, matando pelo menos 13 pessoas, incluindo dois civis sírios.

“Ministros e funcionários do Reino Unido sabem que o Reino Unido tem obrigações sob direito internacional”, disse Sara Husseini, diretora do BPC, à Al Jazeera.

“Eles reconheceram que a ocupação ilegal de Israel está em andamento e foi informada pelo mais alto tribunal do mundo que as ações de Israel em Gaza representam plausivelmente o genocídio.

“Estamos, portanto, pedindo ao governo que impor imediatamente um embargo de armas de mão dupla, encerre todas as formas de colaboração militar e defendam os direitos inalienáveis ​​do povo palestino. Caso contrário, o governo britânico deve enfrentar consequências legais apropriadas. ”

A política oficial do Reino Unido, descrita em seus critérios estratégicos de licenciamento de exportação, diz que não concederá uma licença de exportação de armas “se determinar que existe um risco claro de que os itens possam ser usados ​​para cometer ou facilitar uma violação séria da lei humanitária internacional”, disse que disse o grupo.

Em abril de 2024, seis meses depois da guerra contra Gaza, o então ministro estrangeiro David Cameron disse que o Reino Unido não impediria as vendas de armas para Israel por empresas britânicas. Ele defendeu sua decisão um mês depois, alegando que eles representam “menos de 1 %” das importações de armas de Israel.

Em setembro de 2024, o Reino Unido suspendeu 30 das 350 licenças de exportação de armas para Israel, citando um “risco claro” de que eles poderiam ser usados ​​em graves violações do direito humanitário internacional.

Desde então, o governo britânico emitiu 34 licenças de exportação de armas para Israel, incluindo três licenças abertas que permitem a exportação de um número ilimitado e o valor das mercadorias.

No relatório de 19 páginas, o BPC concluiu que o Reino Unido é legalmente obrigado a tomar medidas para impedir o genocídio e processar indivíduos ou entidades responsáveis ​​por cometer tais atos, tanto dentro de sua própria jurisdição quanto, quando viável, internacionalmente.

O grupo também enfatizou que a obrigação dos estados de prevenir o genocídio é uma ação proativa e não passiva e implica o conceito de “due diligence”, necessitando de uma avaliação com base em evidências factuais.

Em 2022, o Reino Unido forneceu 42 milhões de libras (US $ 53 milhões) em armas para Israel, de acordo com relatórios da mídia.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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