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O chefe da diplomacia francesa visitando Kinshasa
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O chefe de diplomacia francesa, Jean-Noël Barrot, chegou a Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC), quinta-feira, 30 de janeiro, para discutir a crise no leste do país, de acordo com nossas informações. Uma viagem durante a qual o ministro deve falar com o presidente Félix Tshisekedi, de acordo com uma fonte da presidência congolesa.
A visita do Chefe da Diplomacia Francesa intervém que o conflito no DRC oriental levou um novo ponto de virada com a captura de Goma, uma grande cidade de mais de um milhão de habitantes, pelo grupo armado M23, apoiado por Ruanda. A embaixada francesa e os de vários outros países acusados de analisar as ações de Kigali foram atacados na terça -feira por manifestantes em Kinshasa. Jean-Noël Barrot, que falou ao telefone com seu colega após o incêndio de um edifício da embaixada, havia denunciado atos “Inadmissível”.
Esta visita marca a vontade da França de investir nesse arquivo. Em 2022, Emmanuel Macron Conseguiu reunir os líderes congolês e ruandês, Félix Tshisekedi e Paul Kagame, durante uma reunião em Nova York. Os três chefes de estado haviam concordado “Concerto para atuar” Para combater a violência de muitos grupos armados que são desenfreados no Eastern DRC.

Em 25 de janeiro, o chefe de Estado francês se manteve separadamente por telefone com Félix Tshisekedi e Paul Kagame, pedindo “O fim imediato da ofensiva do M23 e das forças de Ruanda, bem como a retirada deste último do território congolês. Tudo tinha que ser feito para a proteção das populações civis e o respeito pela soberania congolesa ”Assim, De acordo com um comunicado de imprensa do Palácio Elysée.
Uma “resposta vigorosa está em andamento”, diz Félix Tshisekedi
A tomada de Goma pelos rebeldes do M23 e das forças ruandesas no leste da República Democrática do Congo após uma ofensiva de um raio de algumas semanas, despertou muitos chamados para o fim da luta e a retirada das tropas de Ruanda, da ONU nos Estados Unidos, da China à União Europeia ou Angola.
Pouco antes da meia -noite de quarta -feira, o Presidente da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, que permaneceu em silêncio desde o início da ofensiva em Goma, abordou o país em uma transmissão na televisão nacional. Reconhecendo a “Piora sem precedentes da situação de segurança” no leste, ele disse que queria “Para tranquilizar” Congolês.
“Uma resposta vigorosa e coordenada contra esses terroristas e seus patrocinadores está em andamento”garantiu ao chefe de estado, elogiando as forças armadas congolitas, apesar de seu reverso quase sistemático de frente para o M23 e seus aliados de Ruanda. Condenando “Silêncio” et «L’Inação» da comunidade internacional diante de “Barbárie de Kigali”ele alertou contra o risco de“Uma escalada com consequências imprevisíveis” na região dos Grandes Lagos.
Enquanto isso, o M23 abriu uma nova frente no leste da RDC, apreendendo, de acordo com fontes locais, aldeias de Kiniezire e Mukwidja, na província de Kivu do Sul, próximas à de Kivu do Norte cuja goma é a capital. Com esse novo avanço, que nem o exército congolês nem o governo de Kinshasa confirmaram, a capital provincial de Bukavu e o aeródromo não muito longe puderam se encontrar.
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Embaixador do Itinerant Ruanda na região dos Grandes Lagos, Vincent Karega, disse que o M23 estava indo ” continuar “ Avançar no leste da RDC, ou até muito além, mesmo evocando uma possível aquisição em Kinshasa, a capital localizada no outro extremo deste país de quatro vezes a França.
Paul Kagame tem como alvo a África do Sul
Sempre na quarta -feira, depois de uma reunião virtual convocada pelo Quênia, a comunidade dos Estados da África Oriental (EAC) a “Firmemente exortado” A RDC em “Envolva o diálogo” Especialmente com o M23, que Kinshasa se recusa. O presidente de Ruanda, Paul Kagame, participou desta reunião. Félix tshisekedi havia recusado o convite. Até agora, iniciativas diplomáticas lançadas para tentar resolver o conflito que durou mais de três anos não deram nada.
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que foi implantada no final de 2023, uma força de paz no Eastern DRC (SamIRDC) para apoiar as forças congolitas contra o M23, anunciou quinta -feira de manhã que se reuniria sexta -feira na capital do Zimbábue, Harare para um cúpula extraordinária sobre a situação “Preocupante” no leste da RDC.
O leste da RDC, uma encruzilhada estratégica da região dos Grandes Lagos nas fronteiras de Ruanda e Uganda, está dividida há décadas pela violência de vários grupos armados, exacerbados após o genocídio de 1994 em Ruanda. Kinshasa acusa Kigali de querer saquear as muitas riquezas naturais. Ruanda nega e diz que quer erradicar certos grupos armados que são instalados lá e ameaçar sua segurança permanentemente, em particular as forças de libertação democrática de Ruanda (FDLR), criadas por ex -funcionários do Hutu do genocídio do tutsis em Ruanda em 1994.
Muitos especialistas da região consideram kigali, acima de tudo, interessados na exploração suculenta de minerais na região, incluindo o tântalo e a lata usados em baterias e equipamentos eletrônicos, ou ouro.
Poucas horas após a declaração de seu colega e inimigo congolês, Paul Kagame também aumentou seu tom, visando a África do Sul, que participa de Samirdc e Monusco, a força da ONU para manutenção da paz, em apoio ao exército congolês na DRC oriental e perdido 13 soldados em lutas recentes. Samidrc “Não é uma força de manutenção da paz e não tem lugar nessa situação”martelou o Sr. Kagame em uma mensagem publicada em x porque ela é “Comprometido com operações ofensivas de combate para ajudar o governo da RDC a lutar contra seu próprio povo, trabalhando ao lado de grupos armados genocidas como os FDLRs que têm como alvo Ruanda”. “Se a África do Sul prefere o confronto”Ruanda pode reagir “A qualquer hora” levando isso “Contexto”ele avisou.
Os combatentes do M23 e seus aliados de Ruanda entraram em Goma na noite de domingo. A cidade, presa entre o lago Kivu e a fronteira com Ruanda, já está cercada por vários dias. Mas, após uma intensa luta, Calm voltou na quarta -feira. Os confrontos na cidade deixaram mais de 100 mortos e quase mil feridos, segundo hospitais. Segundo as Nações Unidas, mais de meio milhão de pessoas foram transferidas desde o início de janeiro, lutando.
O mundo com AFP
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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17 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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