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O Egito propõe a reconstrução de US $ 53 bilhões de Gaza como alternativa ao Plano Trump | Gaza
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2 anos atrásem
Oliver Holmes
O Egito propôs um plano de US $ 53 bilhões (£ 42 bilhões) para reconstruir Gaza, em uma tentativa apressada de apresentar uma alternativa à idéia de Donald Trump para um plano de estilo de desenvolvimento imobiliário, que envolveu uma realocação da população palestina que foi amplamente criticada como efetivamente endossando a limpeza étnica.
A nova proposta, apresentada em uma cúpula da Liga Árabe no Cairo, concentrou-se em alívio de emergência, reconstruindo infraestrutura quebrada e desenvolvimento econômico de longo prazo.
O presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, disse ao abrir comentários no cume que o plano de reconstrução de seu governo garantiria que os palestinos possam “permanecer em suas terras”. Mais tarde, o secretário -geral da ONU, António Guterres, disse que o órgão mundial estava pronto para “cooperar totalmente”.
Em um documento de 112 páginas, o governo egípcio apresentou imagens coloridas geradas pela IA de empreendimentos habitacionais, jardins e centros comunitários, com planos para um porto comercial, um centro de tecnologia, hotéis de praia e um aeroporto.
O que a proposta egípcia não abordou totalmente foi quem administraria o território devastado, com um projeto de comunicado mencionando apenas o que chamou de apoio a um comitê administrativo palestino.
Criticamente, também não recebeu apoio do poder ocupante de Gaza: Israel. Planos econômicos anteriores para Gaza falharam depois de terem sido sufocados por Israel, que bloqueou e bombardeou a faixa por anos. O primeiro -ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que ele quer controle permanente e abrangente sobre todas as terras nos territórios palestinos.
Enquanto isso, dentro da faixa costeira, o grupo Hamas foi atingido por 15 meses de guerra, mas continua sendo uma força política e é improvável que concorde com um processo que a exclui.
O oficial sênior do Hamas, Sami Abu Zuhri, disse que o grupo rejeitou qualquer tentativa de impor projetos aos palestinos.
“Estamos ansiosos pelo sucesso da cúpula e esperamos que haja um chamado para rejeitar o deslocamento e proteger o direito de nosso povo de resistir à ocupação e se afastar de qualquer custódia e intervenção”, acrescentou.
O Hamas também divulgou um comunicado na terça Gaza.
“Esperamos ansiosamente um papel árabe eficaz que termine a tragédia humanitária criada pela ocupação na faixa de Gaza … e frustra os planos da ocupação (israelense) de substituir (palestinos)”, afirmou.
O plano egípcio reconheceu o desafio representado por facções armadas em Gaza, mas disse que a questão pode ser resolvida através de um “processo político credível” que restaura os direitos palestinos e oferece um caminho claro.
O regime militar no Cairo e muitos outros estados árabes são sinceros sobre a violência de Israel, mas considera o Hamas islâmico uma ameaça. O Cairo mantém há muito tempo um bloqueio em Gaza em coordenação com Israel.
O presidente palestino, Mahmoud Abbasque dirige a autoridade palestina apoiada ocidental na Cisjordânia ocupada, participou da cúpula, embora tenha influência limitada em Gaza.
O plano do Egito também recebeu apoio do secretário -geral das Nações Unidas, Guterres, que anteriormente alertado para a limpeza étnica Depois que Trump lançou seu plano “Riveria do Oriente Médio”.
“Congratulo-me com a iniciativa liderada por árabe para mobilizar o apoio à reconstrução de Gaza, claramente expressa nesta cúpula”, disse Guterres na cúpula. “A ONU está pronta para cooperar totalmente nesse empreendimento.”
Guterres também pediu a retomada “sem demora” das negociações sobre a continuação de um cessar -fogo frágil em Gaza. Israel matou quase 50.000 pessoas enquanto o Hamas, que matou aproximadamente 1.200 pessoas durante um ataque que provocou a última guerra, ainda mantém reféns israelenses.
Enquanto o cessar -fogo permanece em vigor, os estados árabes se apressaram em apresentar uma alternativa ao plano de Trump, que eles temem desestabilizar toda a região, especialmente se os palestinos em Gaza forem expulsos à força.
Trump pediu que os EUA colonizassem efetivamente Gaza e sua população a serem deslocados para os países vizinhos, incluindo a Jordânia e o Egito, enquanto o território é “desenvolvido”.
“Os EUA vão assumir o controle Gaza Despir e faremos um trabalho com isso também ”, disse ele. “Vamos dono.”
O projeto de plano egípcio descreveu duas fases. Espera -se que um estágio de recuperação precoce dura seis meses e terá como objetivo remover bombas não explodidas, construir abrigos temporários para mais de 1,5 milhão de pessoas deslocadas dentro de Gaza e fazer reparos iniciais em casas danificadas.
Uma segunda “fase de reconstrução” ocorreria ao longo de quatro anos e meio. Ele se concentraria na construção de casas, bem como na reconstrução da infraestrutura essencial, incluindo estradas, redes de serviços públicos e instalações de serviço público. Finalmente, o plano exige estabelecer zonas industriais, um porto de pesca, um porto marítimo comercial e um aeroporto.
O financiamento para o plano do Egito provavelmente exigirá investimentos de governos do Golfo rico em petróleo, incluindo os Emirados Árabes Unidos, o Catar e a Arábia Saudita.
Reuters e Agence France-Pressse contribuíram para este relatório
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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