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Marechal Thaumaturgo

O exemplo do lixão de Marechal Thaumaturgo

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Cidades Saneadas: Procedimento judicial de lixão de Marechal Thaumaturgo está próximo de ser extinto.

O município de Marechal Thaumaturgo é hoje um dos entes municipais mais próximos de ter extinto o processo judicial contra si instaurado em relação ao ‘Lixão’. Em acompanhamento realizado pela equipe do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e Cultural e Habitação e Urbanismo (Caop/Maphu) e do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), no dia 10 de maio, foi constatado que o município já cumpriu 87% das ações exigidas pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).

Segundo apurado, resta apenas a conclusão da elaboração do Plano Municipal de Resíduos e o processo de implantação do novo aterro sanitário, que já possui recursos do Programa de Saneamento Ambiental e Inclusão Socioeconômica do Acre (Proser) e do Departamento Estadual de Pavimentação e Saneamento (Depasa).

Para a efetiva extinção do procedimento judicial, que hoje envolve cinco municípios da Bacia Hidrográfica do Vale do Juruá, é necessário apenas a implantação do sistema de compostagem e a vigilância 24 horas.

Segundo avalia a procuradora de Justiça Rita de Cássia Nogueira Lima, coordenadora do Caop/Maphu, o município de Marechal Thaumaturgo é um exemplo de superação em relação aos demais municípios do Acre.

“Marechal Thaumaturgo merece os nossos parabéns e nosso entusiasmado reconhecimento pelo significativo avanço verificado, que deve ser seguido pelos demais, inclusive, por Rio Branco, pois saímos da situação de ‘Lixão’ para essa situação ambiental e sanitariamente muito positiva. Só temos que colher os frutos disso”, destaca.

Além do avanço na remediação do lixão, a prefeitura do município também desenvolveu ações como o Mercado ‘Troc-Troc’, onde é possível trocar lixo/materiais recicláveis por alimentos, um sistema de coleta seletiva e atua incluindo socioprodutivamente os catadores de materiais recicláveis, que já estão estruturando sua cooperativa.

O atual promotor de Justiça de Marechal Thaumaturgo, Antônio Alceste, também comemora os resultados. “É um avanço importantíssimo para a população do município e para o poder público, pois demonstra o compromisso na remediação desse problema social”, concluiu. Leia mais aqui (Tiago Teles – Agência de Notícias do MPAC).

Marechal Thaumaturgo

Baixo nível do Rio Juruá dificulta o tráfego de embarcações e ameaça abastecimento de municípios

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Com a chegada do período de estiagem, os rios e igarapés costumam perder um grande volume de água. No Vale do Juruá não é diferente, mas há um agravante. O baixo nível do Rio Juruá dificulta o tráfego de médias e grandes embarcações e prejudica o transporte de mercadorias.
Francisco Roberval é comandante de uma embarcação que transporta produtos para Marechal Thaumaturgo. Segundo ele, a viagem que costuma ser feita em três dias pode levar até oito dias.

“É complicado chegar, mas a gente leva de sete a oito dias pra chegar em Marechal Thaumaturgo. No inverno, fazemos essa viagem em três dias. Tem trecho que precisamos cair na água e ajudar, às vezes precisa da ajuda de outras embarcações”, disse.
Com anos de experiência, o barqueiro Luiz Elison diz que nunca viveu um verão tão rigoroso. “Os barcos grandes passam quinze dias subindo para os municípios. Esse é o verão mais rigoroso, e olha que eu tenho muitos anos de experiência”.
Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros em Cruzeiro do Sul, capitão Oliveira, apesar das dificuldades, as embarcações ainda conseguem trafegar. Porém, ele alerta para que barqueiros e moradores em geral tenham cuidado com alguns trechos do manancial.
“Pedimos que as pessoas que fazem esse trajeto tenham cuidado por que já está difícil a navegação em alguns trechos. É importante que observem a questão do assoreamento, existem muitos bancos de areia, muitos troncos, e é importante que as pessoas tenham cuidado, principalmente a noite”.

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Marechal Thaumaturgo

Depois de mais de um mês, cidades isoladas no AC são reabastecidas com combustível

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Duas embarcações com 41 mil litros de combustível deixaram o porto de Cruzeiro do Sul, neste sábado (13), com destino as cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, que estavam desabastecidas desde que um barco explodiu com 5 mil litros de gasolina, no dia 7 de junho.
A primeira embarcação com 30 mil litros de óleo diesel e gasolina deve chegar a Marechal Thaumaturgo nesta terça-feira (16). A segunda, com 11 mil litros de combustível, já chegou a Porto Walter nesta segunda-feira (15).
O prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbary, diz que, como a maioria dos serviços do município estavam parados, o combustível que chegou ainda não é suficiente para retomar as ações normais da prefeitura.
“Recebemos um pouco que, com a falta que estava aqui, é praticamente a mesma coisa que não ter vindo quase nada”, alega o prefeito, que disse que estava com as aulas nas escolas da zona rural paradas, os serviços de limpeza pública suspensos, ações dos agentes de saúde interrompidas e sem condições de manter os trabalhos de recuperação de ramais.
As operações de carregamento de combustível para embarcações e o transporte para as duas cidades tinham sido interrompidos pelos órgãos de controle depois que um barco explodiu com 5 mil litros de gasolina e matou seis pessoas deixando mais 12 feridos.
Em uma audiência pública na última quarta-feira (10), um acordo entre a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Agência Nacional de Petróleo (Anp), a Marinha, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), as operações foram liberadas, mas até o momento apenas o carregamento foi feito e o transbordo foi interrompido novamente.
A empresa que cedeu o porto para o abastecimento das embarcações não acatou as exigências da licença do Imac, expedida na tarde da última sexta-feira (12), que responsabilizaria o proprietário da área porque qualquer incidente que pudesse acorrer.
Nesta terça-feira (16), o gerente do Imac, Levi Bezerra, afirmou que a licença está em validade, mas que serão feitas alterações para atender as solicitações da empresa que cedeu o porto.
“A empresa está se negando a receber a licença, mas estamos fazendo a retificação para atender naquilo que é pertinente. Como é uma licença emergencial, o Imac vai fazer as adequações para que desobstrua essa situação. A responsabilidade vai ficar por parte de quem está abastecendo e de quem está sendo abastecido”, garantiu o gerente.

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