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O francês Isack Hadjar se junta a Pierre Gasly e Esteban Ocon na Fórmula 1

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O francês Isack Hadjar no Grande Prêmio dos Estados Unidos, 20 de outubro de 2024, em Austin (Texas).

Um terceiro francês chega à Fórmula 1. Com apenas 20 anos, Isack Hadjar descobrirá a categoria rainha do automobilismo na primavera de 2025, após ser contratado pela equipe Racing Bulls, que anunciou a notícia na sexta-feira, 20 de dezembro, em comunicado à imprensa.

O parisiense, vice-campeão de Fórmula 2 em 2024 com a equipe Campos apesar de inúmeros problemas mecânicos, convenceu a equipe italiana, irmã mais nova da Red Bull, a confiar nele para suceder ao neozelandês Liam Lawson. Este último foi promovido à seleção austríaca ao lado do tetracampeão mundial, o holandês Max Verstappen, após a destituição do mexicano Sergio Perez.

« Isto é enorme para mim, para a minha família e para todos que acreditaram em mim desde o início. A viagem que me levou do kart aos monolugares, e hoje à Fórmula 1, é o momento pelo qual trabalhei toda a minha vida, é um sonho”.reagiu Isack Hadjar, que tem dupla nacionalidade francesa e argelina.

Tornar-se-á assim o 72e Piloto francês vai correr na Fórmula 1 e é o terceiro do grid atual, com Esteban Ocon (Haas) e Pierre Gasly (Alpine). Esta é a primeira vez desde 2018 que um novato (iniciante) tricolor estará na linha de partida por uma temporada.

“Pequeno Prost”

Apelidado de “The Little Prost” pelo influente conselheiro austríaco da Red Bull, Helmut Marko, também responsável pelo setor de jovens pilotos da equipe austríaca, Isack Hadjar venceu quatro corridas e conquistou oito pódios na Fórmula 2 em 2024.

“Eu analiso muito quando ando, uso a cabeça. É realmente o meu mundo”explicou o piloto à Agence Fra,ce-Presse (AFP) no início de dezembro. Uma descrição que o aproxima de Alain Prost, apelidado de “O Professor” pela sua capacidade de analisar o comportamento do seu carro. Mas ainda há um longo caminho a percorrer para seguir os passos do tetracampeão mundial francês de Fórmula 1.

“Ele precisa ser mais paciente e menos impulsivo. Ele tem um ótimo temperamento, mas às vezes é muito caprichoso », considera Helmut Marko. “Ele fez muitos progressos nesta área. Ele é um dos nossos jovens pilotos mais promissores e rápidos. E ele também sabe administrar muito bem os pneus. Ele perdeu mais de 80 pontos nesta temporada devido a problemas mecânicos, mas aguentou até a última corrida, o que prova sua força mental. »

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Isack Hadjar, que foi bastante rápido quando dirigiu os monolugares da Red Bull durante várias sessões de treinos livres ou durante o teste de final de temporada em Abu Dhabi na semana passada, terá agora que confirmar ao longo do tempo se tem as qualidades para progresso na Fórmula 1.

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“Provei o que tinha que provar na F2 e tenho nível para pilotar na F1. Mas não quero ir para a F1 para compensar números. Não quero estar aí só para estar aí e vegetar, não adianta isso. Quero estar lá para lutar, para vencer.”disse o piloto à AFP em dezembro.

Ele não terá margem para erros na galáxia Red Bull, que não hesita em demitir seus pilotos durante a temporada se eles não estiverem tendo um bom desempenho. O que não o assusta: “Estou pronto para a F1”ele estimou.

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Isack Hadjar também se junta a outros novatos já que nada menos que cinco pilotos aparecerão no primeiro Grande Prêmio da temporada, em meados de março na Austrália, com menos de quatro corridas disputadas na F1.

Além de Hadjar, o brasileiro Gabriel Bortoleto (Sauber), que o privou do título da F2, e o prodígio italiano Andrea Kimi Antonelli (Mercedes) vão até disputar seu primeiro GP em Melbourne, enquanto o australiano Jack Doohan (Alpine) e o britânico Oliver Bearman (Haas) participará de sua segunda e quarta corridas na F1, respectivamente.

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

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Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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