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O gelo marinho global atingiu o ‘mínimo de todos os tempos’ em fevereiro, dizem os cientistas | Gelo marinho
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Ajit Niranjan Europe environment correspondent
O gelo marítimo global caiu em um recorde em fevereiro, disseram os cientistas, um sintoma de uma atmosfera incrustada por poluentes que desenham planetas.
A área combinada de gelo nos poloneses norte e sul atingiu um novo mínimo diário no início de fevereiro e ficou abaixo do recorde anterior pelo resto do mês, informou o Serviço de Mudança Climática de Copernicus da UE (C3S) na quinta -feira.
“Uma das conseqüências de um mundo mais quente é derreter o gelo do mar”, disse o vice -diretor da C3S, Samantha Burgess. “O recorde ou a cobertura de gelo marinho quase recorde em ambos os poloneses empurrou a cobertura global de gelo marinho para um mínimo de todos os tempos”.
A agência constatou que a área de gelo marinho atingiu seu nível mensal mais baixo para fevereiro no Ártico, 8% abaixo da média, e seu quarto nível mensal mais baixo para fevereiro na Antártica, 26% abaixo da média. Suas observações satélites voltam ao final da década de 1970 e suas observações históricas para meados do século XX.
Os cientistas já haviam observado uma anomalia extrema de calor no Pólo Norte no início de fevereiro, o que causou temperaturas a suba mais de 20 ° C acima da média e atravesse o limiar para que o gelo derrete. Eles descreveram o último registro quebrado como “particularmente preocupante” porque o gelo reflete a luz do sol e esfria o planeta.
“A falta de gelo do mar significa superfícies oceânicas mais escuras e a capacidade da terra de absorver mais luz solar, que acelera o aquecimento”, disse Mika Rantanen, cientista climático do Instituto Meteorológico Finlandês.
O forte evento de aquecimento de inverno no Ártico, no início de fevereiro, impediu que o gelo marinho crescesse normalmente, acrescentou. “Acredito que esse evento meteorológico, combinado com o declínio de longo prazo do gelo do mar devido à mudança climática antropogênica, foi a principal causa da extensão do gelo do mar do Ártico mais baixo já registrado”.
A extensão global do gelo marinho varia ao longo do ano, mas normalmente atinge seu mínimo anual em fevereiro, quando é verão no hemisfério sul.
A C3S disse que fevereiro de 2025 foi o terceiro mais quente de fevereiro que havia visto. As temperaturas globais foram de 1,59 ° C mais quentes que os níveis pré -industriais, tornando -o o 19º mês nos últimos 20, que foi mais de 1,5 ° C acima dos níveis pré -industriais.
Programas de observação da Terra, como C3s, dependem da reanálise de bilhões de medições de satélites, navios, aeronaves e estações meteorológicas para criar instantâneos do estado do clima. A agência alertou que as margens acima de 1,5 ° C eram pequenas em vários meses e poderiam diferir ligeiramente em outros conjuntos de dados.
Após a promoção do boletim informativo
O recorde de gelo do mar quebrado ocorre depois do ano passado foi confirmado como o ano mais quente já registrado e uma análise guardião dos dados C3S revelado que dois terços da superfície do mundo foram queimados por calor mensal recorde em 2024. O padrão climático do El Niño na primeira metade do ano aumentou o efeito de aquecimento de fundo da poluição do combustível fóssil, que prende a luz solar.
El Niño desde então diminuiu e se transformou em uma forma fraca de seu colega mais frio, La Niña. A Organização Meteorológica Mundial disse na quinta-feira que esperava que o La Niña emergiu em dezembro para ter vida curta.
Richard Allan, um cientista climático da Universidade de Reading, disse que o prognóstico a longo prazo para o gelo do mar do Ártico era sombrio.
“A região continua a aquecer rapidamente e só pode ser salva com cortes rápidos e massivos nas emissões de gases de efeito estufa”, disse ele. “Isso também limitará a crescente severidade dos extremos climáticos e o aumento do nível do mar a longo prazo em todo o mundo”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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