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O legado de Ziad Abu Helaiel – resistindo pacificamente a Israel na Cisjordânia | Conflito Israel-Palestina

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Dura, Cisjordânia Ocupada – Ziad Abu Helaiel – ativista político e reformador social – era mais conhecido por sua frase desafiadora “Bihimmish!” (“não importa”, em árabe).

A frase foi pronunciada descaradamente, e até com desdém, aos soldados israelitas que tentavam assustá-lo enquanto ele se interpunha no seu caminho, muitas vezes usando apenas o seu corpo para evitar que disparassem contra manifestantes de solidariedade na Cisjordânia durante a guerra de 2014 em Gaza.

Dizer que Abu Helaiel, que foi espancado até à morte na sua casa, perto de Hebron, por soldados israelitas, em 7 de Outubro deste ano, era bem conhecido, seria um eufemismo. Ele era famoso na Cisjordânia pelos protestos pacíficos que liderou contra a ocupação israelense, nunca armado e muitas vezes servindo como uma barreira humana entre os manifestantes e os soldados israelenses.

Milhares de pessoas compareceram ao seu funeral na Cisjordânia. Vários milhares de pessoas tentaram comparecer, mas foram detidas em barreiras controladas pelas forças israelenses.

Entre os seus muitos actos de resistência, liderou uma manifestação de mais de 10.000 pessoas em frente aos postos de controlo israelitas em Hebron para exigir a devolução dos corpos dos palestinianos que foram mortos por Israel em 2016. A manifestação resultou na devolução de 17 corpos. .

Noutra ocasião, diz Muhammad Kamel Nassar, 69 anos, um vendedor, Abu Helaiel interveio quando soldados israelitas tentaram prender um jovem durante uma das recentes incursões em Dura, a sul de Hebron.

Abu Helaiel perseguiu os soldados e “durante a sua perseguição, o xeque confrontou-os e foi severamente espancado, algemado e preso durante horas depois de ter ajudado o jovem a escapar das mãos dos soldados”.

Nassar relembra o acontecimento na sede perto da Grande Mesquita de Dura, onde os dois se sentavam juntos durante horas e discutiam questões como o sofrimento do povo de Gaza e a reconciliação social.

Milhares de pessoas compareceram ao funeral de Abu Helaiel na Cisjordânia (Mosab Shawer/Al Jazeera)

Cuidando de seus filhos e de suas flores

No pátio de sua casa, Basma, esposa de Abu Helaiel, há 43 anos, está sentada sozinha em uma das duas cadeiras onde ela e seu marido costumavam sentar. Ao lado dela estão as flores e árvores que Abu Helaiel, que tinha 66 anos quando ele foi morto, cuidado com amor.

Ele preferia o perfume das flores naturais de manjericão, ela explica enquanto enrola seu velho keffiyeh nos ombros. Era aqui que eles tomavam café todos os dias depois das orações do amanhecer e esperavam juntos pelo nascer do sol. Depois os filhos saíam para trabalhar e os netos para estudar.

Ele cuidava de sua família também. Muito depois de se tornarem adultos, para ele continuaram sendo seus filhos quando estavam em sua casa.

Abu Helaiel perdeu dois de seus filhos nos bombardeios israelenses. Um deles foi Jihad, de apenas 7 meses, que foi morto durante a primeira Intifada em 1989, perto de sua casa. A família foi impedida de viajar para o hospital e o bebê não teve chance.

Outro filho, Ahmed, foi morto aos 17 anos em 2017, quando foi atropelado por um veículo israelense em Ramallah. Um irmão, Bader, foi baleado no peito com balas reais antes de ser preso, ferido e encarcerado por três anos.

Basma, 64 anos, deu à luz oito filhos e seis filhas. Os que ainda estão vivos são os gêmeos Musa e Maysaa, de 42 anos; Maomé, 41; Murad, 39; Issa, 37; Saná, 36; Iyad – o gêmeo da Jihad – 34; Mahmoud, 33; Bader, 32; as gêmeas Nidaa e Fidaa, 31; Muayad, 30; e Yasmim, 29.

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A viúva de Ziad Abu Helaiel, Basma (Mosab Shawer/Al Jazeera)

‘Eles bateram nele sem piedade’

Nas primeiras horas de 7 de Outubro, aniversário de um ano do ataque liderado pelo Hamas ao sul de Israel, que terminou com 1.139 pessoas mortas e 251 capturadas, e desencadeou o início da guerra israelita em Gaza, os soldados da ocupação invadiram o pátio de Abu Casa de Helaiel.

“Eram cerca de três da manhã quando ouvimos a voz dos soldados enquanto sitiavam a casa e nos ordenavam que abríssemos a porta”, diz Basma.

O filho dela, Muayad, foi abrir a porta e foi imediatamente atacado. Os soldados exigiram que ele os levasse para a casa vizinha de seu tio.

Naquele momento, outros soldados invadiram a casa para encontrar Ziad e começaram a espancá-lo impiedosamente. Ele repetia que tinha um problema cardíaco, mas um dos soldados atingiu deliberadamente a região do coração. Enquanto Abu Helaiel tentava segui-los para fora de casa, um dos soldados bateu-lhe no peito com a pesada porta de ferro da frente, fazendo-o desmaiar.

Abu Helaiel já havia sido submetido a vários procedimentos cardíacos, incluindo um cateterismo da artéria. Ele perdeu a consciência por mais de meia hora, mas a casa estava cercada por soldados. “Eles estavam impedindo a ambulância de chegar até nós”, diz Basma.

Quando recuperou a consciência, “ele pronunciou a Shahada em meus braços enquanto eu tentava ajudá-lo a permanecer vivo e então sua alma deixou seu corpo. Senti que meu corpo também ficou sem alma”, diz Basma.

Basma funeral
Ladeada pelos filhos, Basma comparece ao funeral do marido, Ziad Abu Helaiel (Mosab Shawer/Al Jazeera)

‘Muito mel e um pouco de cebola’

Basma lembra-se com carinho da generosidade, humildade, coragem e oração constante do marido na mesquita. “Ele me ensinou a ter paciência e me aconselhou a cuidar de sua mãe doente e paralítica e a continuar sua jornada sem medo”, diz ela.

Todo mundo o amava, ela diz. Quando voltava para casa, vários gatos estavam sempre esperando por ele e ele os alimentava todos os dias. Eles continuaram vindo – mesmo depois que ele foi morto.

Seus netos também estariam esperando – prontos para levar qualquer guloseima que ele trouxesse para casa, salgadinhos ou biscoitos. “Lembro-me dele alimentando-os com a colher, embora já tivessem almoçado”, lembra Basma.

Basma conheceu Abu Helaiel na Jordânia, onde ela nasceu e onde morava sua família. Abu Helaiel foi trabalhar para um banco saudita, mas voltou para a Jordânia durante o período de noivado e casamento.

O casal permaneceu lá por três anos antes de Abu Helaiel os levar de volta à Palestina, onde se estabeleceram na cidade de Dura, ao sul de Hebron, e ele trabalhou na agricultura. Basma diz que o casamento deles foi repleto de “muito mel e um pouco de cebola” – muita felicidade e um pouco de tristeza.

funeral
Crianças no cortejo fúnebre de Ziad Abu Helaiel em Dura, ao sul de Hebron, na Cisjordânia (Mosab Shawer/Al Jazeera)

Acima de tudo, diz ela, o seu marido dedicava-se a defender os seus compatriotas. “Ele nunca usou armas ou ferramentas afiadas, mas ficou com o peito nu e as palmas das mãos limpas diante das armas da ocupação”, explica ela. “Ele queria evitar que os soldados israelitas disparassem balas e bombas contra a juventude palestiniana, especialmente durante a repressão da ocupação às manifestações de solidariedade com o povo de Gaza durante as guerras passadas.

“Ele amava muito o povo de Gaza e foi muito afetado pelas cenas de massacres em Gaza e falou muito sobre o que viu, especialmente crianças e mulheres. Suas lágrimas não secaram por longos períodos por causa de sua tristeza e dor.”

Agora, diz ela, o pilar da casa desapareceu. “Ele deixou um vazio enorme.”

No seu funeral, Basma diz que se concentrou na coragem dele. Ela disse: “Parabéns pelo seu martírio e que Deus o faça feliz nele. Esta morte levanta a minha cabeça e a de toda a sua família, e é uma medalha de honra para nós e uma homenagem à sua biografia. Sua vontade em sua partida era que não chorássemos, mas sim nos regozijássemos e ululemos, e não recebêssemos prantos, mas sim recebêssemos parabéns.”

Murad
Murad, 39, mostra uma foto sua com seu pai, Ziad Abu Helaiel (Mosab Shawer/Al Jazeera)

Resolvendo disputas na calada da noite

“Na verdade, nunca crescemos aos olhos do nosso pai”, diz Murad Abu Helaiel, 39 anos, que trabalha como programador de computador.

“Meu irmão mais velho tem 42 anos e o mais novo tem 27, mas ele nos tratou como crianças com menos de cinco anos por causa do grande cuidado que nos deu.”

Ele também era visto como um cuidador na comunidade em geral e era frequentemente chamado para ajudar a resolver disputas. “Muitas vezes ele recebia ligações solicitando seu atendimento durante a madrugada. Ele saía da cama para cuidar disso”, lembra Murad.

Numa ocasião, Abu Helaiel foi esfaqueado na mão enquanto tentava intervir numa disputa entre dois homens locais. “Ele se recusou a sair para tratamento, apesar do sangramento, até que houvesse uma reconciliação entre as duas partes”, diz seu filho.

Noutra ocasião, interveio numa disputa entre dois vizinhos sobre um deles ter arrancado a árvore do outro. A parte lesada exigia 6.000 dinares (US$ 8.464) pela árvore.

Abu Helaiel tirou seu agal (o lenço que cobre a cabeça) e colocou-o na vítima, perguntando: “Isso é suficiente em vez de 6.000 dinares?” O homem respondeu: “Não, isto vale 10.000 e não posso lhe dever 4.000 dinares”.

“E a disputa foi resolvida”, diz Murad.

Murad
‘O povo palestino precisava de alguém que confrontasse a ocupação e a injustiça em todos os lugares e não temesse nada’ -filhos de Ziad Abu Helaiel (Mosab Shawer/Al Jazeera)

A morte do seu pai deixou um grande vazio não apenas na família, mas na sua comunidade e na sociedade palestina como um todo, diz ele. “O povo palestino precisava de alguém que enfrentasse a ocupação e a injustiça em todos os lugares e não temesse nada.”

Nos seus últimos dias, diz o seu filho, ele continuou a prestar assistência e cuidados à comunidade, apesar dos seus problemas cardíacos. “Eu seguro suas roupas – sua cabeça agal, keffiyeh, abaya e Dishdasha. Eles se tornaram um tesouro inestimável para mim e minha família.”



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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