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O míssil balístico de médio alcance disparado contra a Ucrânia, um aviso de Vladimir Putin ao Ocidente

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No momento do disparo do míssil balístico russo de médio alcance sobre a cidade de Dnipro (Ucrânia), em imagem divulgada pelo Ministério da Defesa russo, 21 de novembro de 2024.

Esta é a primeira vez na história da energia nuclear militar. Na quarta-feira, 21 de novembro, os russos dispararam um míssil balístico de médio alcance num teatro de guerra. (IRBM) concebido em princípio exclusivamente para transportar uma ogiva nuclear. Um novo míssil chamado “Orechnik” de acordo com Moscou. Até agora este tipo de arma só tinha sido testado em testes.

O míssil russo atingiu uma fábrica na cidade de Dnipro, no leste da Ucrânia. Segundo Kiev, o disparo foi feito na costa do Mar Cáspio, a 1.000 quilômetros de distância. Teria causado dois feridos. Um tiro justificado, segundo o Kremlin, pelo facto de a Ucrânia ter utilizado vários mísseis americanos de longo alcance (ATACMS) para atingir um depósito de munições no seu território, um dia depois de Washington ter dado autorização para este uso.

Segundo o Pentágono, o míssil russo que caiu sobre o Dnipro está classificado na categoria de IRBM com alcance de 3.000 km a 5.500 km, e não na categoria de mísseis intercontinentais (ICBM no jargão), como podem acreditar inicialmente os especialistas. durante o dia de quinta-feira. Não estava carregado – daí a ausência de explosão no terreno – mas com tal tiro, os russos deram um passo na escalada com os ocidentais.

Confrontada com os riscos significativos de mal-entendidos e, portanto, de retaliação e escalada nuclear, a Rússia indicou que tinha avisado os Estados Unidos do seu lançamento. “O alerta foi enviado automaticamente trinta minutos antes do lançamento”disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, na quinta-feira. “Os Estados Unidos foram brevemente pré-notificados antes do lançamento através de canais de redução de risco nuclear”confirmou à imprensa a vice-porta-voz do Pentágono, Sabrina Singh.

Uma surpresa para os ocidentais

Segundo o canal de televisão ABC News, citando uma fonte oficial, os Estados Unidos informaram nos últimos dias a Ucrânia e os seus aliados da possível utilização de tal arma pela Rússia, a fim de os ajudar a preparar-se. Segundo este responsável, Moscovo provavelmente só tem ” lidar “ destes mísseis experimentais. Esta fonte confirmou ainda que a máquina pertencia à categoria de « MIRV » (derramar Vários veículos de reentrada independentemente alvo), ou seja, mísseis equipados com diversas ogivas que permitem atingir vários alvos simultaneamente.

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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