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Exposição sobre ‘Friends’ estreia nesta quinta (28) em SP – 21/11/2024 – Passeios
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Isabela Bernardes
Para celebrar os 30 anos da criação de “Friends”, série icônica da Warner Bros., uma exposição imersiva chega à capital paulista a partir de quinta-feira (28), quando alguns cenários da sitcom em tamanho real estarão disponíveis para visitação no shopping Cidade São Paulo.
Parte de uma turnê mundial, “The Friends Experience” já passou por mais de 20 cidades e faz sua estreia na América Latina. São 16 ambientes, construídos no último andar do shopping.
De acordo com Marcelo Flores, CEO da Businessland, produtora responsável pela montagem no Brasil, as instalações propõem que os fãs passem de audiência para protagonistas.
Segundo o executivo, a mostra é diferente da que aconteceu em 2019, realizada pela Casa Warner. “Era uma exposição produzida no Brasil, com ambientes cenograficamente simples e painéis. Agora, tudo foi projetado como se fosse usado para gravação”, afirma.
Ao contrário da edição de Londres, aqui será permitido fotografar com celular em todos os ambientes. Em alguns pontos, há profissionais para fazer registros, com custo adicional, mas não obrigatórios.
O enredo da sitcom, com fãs fiéis até hoje, gira em torno de seis jovens amigos que contam uns com os outros para enfrentar situações de trabalho, relacionamentos e a vida em uma grande cidade. Sucesso de audiência do canal Warner, o seriado atualmente está disponível na plataforma de streaming Max.
No início da exposição, assim como na abertura da série, um sofá com uma fonte ao fundo recepciona os fãs. Em seguida, é possível observar réplicas de roteiros e figurinos utilizados em cena.
Todos os personagens do sexteto são destacados em momentos icônicos da série. Na sala Pivot, por exemplo, é possível ver o sofá que Ross Geller (David Schwimmer) trava ao tentar desesperadamente subir uma escada em um episódio clássico.
A caminhada segue para o espaço que retrata o dia em que Joey Tribbiani, interpretado por Matt LeBlanc, veste todas as roupas de Chandler, vivido por Matthew Perry (1969-2023). Outro momento relembra o capítulo em que Rachel Green (Jennifer Aniston) escreve uma carta para Ross (de 18 páginas) em uma das idas e vindas do casal.
O apartamento de Monica (Courteney Cox) também está lá, assim como o táxi de Phoebe Buffay (Lisa Kudrow), que aparece estacionado em uma rua de Nova York e antecede o ponto alto da mostra: o café Central Perk.
O cenário é reproduzido com mesas, sofá, balcão e cadeiras. Anexo, há um café de verdade, montado pela rede Biscoitê e que atende quem sonha em tomar uma bebida nas xícaras enormes, como acontece na série.
Na compra de ingressos, já é possível garantir um combo de biscoito e café por R$ 35 (disponível apenas online). Outros produtos podem ser consumidos diretamente no local.
Para finalizar, uma loja com produtos licenciados vende camisetas, broches e outras lembranças. Toda a visita leva até duas horas para ser feita e os horários com novos grupos são liberados a cada 15 minutos.
A mostra ocupa cerca de 1.300 metros quadrados do shopping na avenida Paulista, perto da estação Trianon-Masp. “A escolha é para garantir que o espaço seja acessível por carro, ônibus e metrô”, afirma Marcelo Flores.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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