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O naufrágio de migrantes no Canal da Mancha em 2021 no centro de uma comissão de inquérito
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As muitas chamadas de socorro foram inúteis, “Ninguém veio resgatá -los”. No Reino Unido, uma comissão de investigação pública começou a fazer testemunhas na segunda -feira, 3 de março, 3 de março, 3 de março O naufrágio dos migrantes mais mortais do Canal da Mancha, que havia deixado pelo menos vinte e sete mortos em novembro de 2021.
“Como é isso (migrantes) Ficou em água por mais de doze horas sem ser resgatado após suas chamadas de angústia para as autoridades britânicas? »»advogado questionado Rory Phillips, consultor da investigação pública britânica, na abertura de audiências em Londres. “Como podemos fazer essa tragédia humana nunca se repetir?” »»ele perguntou.
Esse naufrágio causou um aumento nas tensões entre a França e o Reino Unido, que enviou a responsabilidade por isso. O inquérito público, que se concentra no papel das autoridades britânicas e deve levar a recomendações, ocorre em paralelo com os procedimentos legais franceses.
Ligações desesperadas
Segunda -feira, o Sr. Phillips detalhou o curso desta noite, de 23 a 24 de novembro de 2021, a partir das 21h, quando um grupo de migrantes se reuniu em uma praia perto de Dunkirk antes de embarcar “Sem equipamentos de segurança” Em um barco para tentar chegar à costa inglesa. O barco começou a fluir algumas horas depois.
Por volta das 13h30, Mubin Rizghar Hussein, um curdo do Iraque de 16 anos, chamou a Guarda Costeira Britânica. Nesta conversa “Rasgando” Cerca de vinte minutos, ele explicou estar nas águas do Reino Unido e precisa de ajuda imediatamente. Uma hora depois, ele lançou uma nova ligação desesperada, dizendo que tudo acabou, que todos os passageiros iriam morrer. Em resposta, seu interlocutor pediu que ele parasse de ligar e garantiu que a ajuda estava a caminho. Por volta das 12h30, os pescadores franceses descobriram os primeiros cadáveres.
Vinte e sete corpos foram encontrados após isso naufrágio. As vítimas são principalmente curdos do Iraque. Entre eles estão sete mulheres e uma menina de 7 anos. Mubin Rizghar Hussein não sobreviveu. Quatro pessoas estão desaparecidas.
Apenas dois passageiros sobreviveram, incluindo Issa Mohamed Omar, que está programada para testemunhar na terça -feira perante os funcionários do inquérito público. Ele disse que, ao nascer do sol, quinze pessoas ainda estavam penduradas no barco, incluindo uma mãe que estava procurando seus filhos gritando. Na segunda -feira, o advogado das famílias das vítimas e dos sobreviventes, Sonali Naik, disse que esse drama era “Completamente previsível” et “Evitável”. Para ela, as autoridades eram “Sobrecarregado” et “Pobre equipado”.
Sete soldados indiciados na França
Na investigação criminal na França, sete soldados, incluindo cinco que eram um dos funcionários de um centro de vigilância e resgate operacionalforam indiciados por não assistência a qualquer pessoa em perigo. Onze supostos contrabandistas também são processados.
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As autoridades francesas são suspeito de ter sido chamado para ajudar em quinze vezessem intervir, o que eles disputam. “Ninguém veio resgatá -los”resumiu Rory Phillips. Um barco, O valente, está bem iniciado em busca desses migrantes, mas confundiu o barco com outro. Ele, portanto, retornou a Douvres. “O incidente foi marcado como resolvido e fechado” Enquanto os migrantes estavam se afogando.
No Reino Unido, na segunda-feira, o advogado da Agência Marítima e da Guarda Costeira, James Maxwell-Scott, apontou a Guarda Costeira da França, acusando-os de atrasar as informações de compartilhamento. “É claro que se as autoridades francesas tivessem agido de maneira diferente, os eventos teriam ocorrido de maneira diferente”ele disse.
Os naufrágios continuam no canal inglês. Segundo as autoridades francesas, setenta e oito migrantes morreram em 2024 tentando se juntar à Inglaterra a partir das costas norte da França, um recorde desde o início de 2018 do fenômeno de pequenos barcos na manga. Pelo menos cinco migrantes pereceram desde o início deste ano.
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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