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O partido no poder do Botsuana perde o poder após seis décadas, mostram os primeiros resultados | Notícias Eleitorais
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2 anos atrásem
O Partido Democrático do Botswana, do presidente Mokgweetsi Masisi, perde a maioria parlamentar numa derrota chocante.
O partido do governo do Botswana sofreu uma surpreendente derrota eleitoral depois de quase seis décadas no poder, mostram os resultados eleitorais preliminares.
O Partido Democrático do Botswana (BDP), do presidente Mokgweetsi Masisi, perdeu o poder na sexta-feira, depois que os partidos da oposição conquistaram 31 dos 61 assentos no parlamento, mostraram os números divulgados pela comissão eleitoral.
O BDP, que governa a nação rica em diamantes da África Austral desde 1966, tinha conquistado apenas um assento na manhã de sexta-feira.
A Umbrella for Democrática, liderada pelo advogado de direitos humanos formado na Universidade de Harvard, Duma Boko, conquistou 19 assentos e o Partido do Congresso do Botswana, liderado pelo economista Dumelang Saleshando, obteve sete, de acordo com as primeiras contagens.
A Frente Patriótica do Botswana, criada pelos seguidores do antigo Presidente Ian Khama após a sua saída do BDP, garantiu cinco assentos.
De acordo com a constituição do Botswana, o partido que detém a maioria dos assentos parlamentares pode escolher o presidente e formar um governo.
Esperava-se que Masisi, um antigo professor do ensino secundário de 63 anos e funcionário da UNICEF, mantivesse a sua maioria parlamentar e cumprisse um segundo e último mandato.
Muitas vezes considerado uma das maiores histórias de sucesso de África, o Botswana está entre as democracias mais ricas e estáveis do continente.
Mas a recessão global na procura de diamantes extraídos, que representam mais de 80 por cento das exportações da África Austral, teve um impacto negativo na economia.
O crescimento económico deverá abrandar para 1 por cento em 2024, de acordo com o Fundo Monetário Internacional, abaixo dos 2,3 por cento do ano passado e dos 5,5 por cento em 2022, enquanto o desemprego aumentou para 27 por cento.
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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