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o primeiro projeto de lei aprovado pelo Congresso na nova era Trump diz respeito à imigração ilegal

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Um agente de fronteira na fronteira entre Estados Unidos e México em El Paso, Texas, em 22 de janeiro de 2025.

Como símbolo, na sequência da campanha e das eleições presidenciais de Donald Trump, o Congresso norte-americano adoptou, na quarta-feira, 22 de Janeiro, o primeiro projecto de lei do segundo mandato do republicano, um texto que diz respeito à imigração ilegal.

Este projeto de lei exige a detenção automática pelas autoridades federais de imigrantes ilegais que tenham sido condenados ou acusados ​​de determinados crimes, incluindo crimes menores. Foi adotado pela Câmara dos Representantes, de maioria republicana, com 263 votos a favor e 156 contra. Mais de quarenta governantes eleitos democratas votaram a favor do texto, um sinal de mudança de tendências no tema da imigração dentro da classe política americana.

Espera-se uma promulgação imediata por Donald Trump, ele que prometeu segunda-feira em seu discurso de posse de “mandar milhões e milhões de estrangeiros criminosos de volta para o lugar de onde vieram”.

“Os estrangeiros ilegais criminosos devem ser detidos, deportados e NUNCA autorizados a regressar ao nosso país”lançou, na plataforma X, o presidente republicano da Câmara dos Representantes, Mike Johnson.

Uma ladeira escorregadia, segundo os opositores da lei

Para a autoridade eleita de esquerda Alexandria Ocasio-Cortez, esta lei é uma ladeira escorregadia que irá desgastar ainda mais o Estado de direito. “Em alguns meses, haverá membros do Congresso que votaram a favor deste projeto de lei e que alegarão que não estavam cientes de todas as coisas ruins que vão acontecer por causa dele”ela lançou do hemiciclo.

Outros democratas eleitos denunciaram o custo assombroso, segundo eles, da medida adotada na quarta-feira, avançando a cifra de 83 mil milhões de dólares (quase 80 mil milhões de euros) nos primeiros três anos. “É muito dinheiro para gastar em um projeto de lei que causará o caos”disse a senadora democrata Patty Murray no X.

O projeto foi batizado de “Lei Laken Riley”, em homenagem a um estudante de 22 anos morto em fevereiro de 2024 no sudeste dos Estados Unidos por um imigrante venezuelano ilegal. Antes deste assassinato, José Antonio Ibarra, 26 anos, havia sido preso por furto em lojas, mas o Departamento de Imigração e Alfândega (ICE) não havia emitido uma prisão contra ele e ele não havia sido detido. Desde então, ele foi condenado a uma pena de prisão perpétua irredutível.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes A marcha triunfante de Donald Trump até à Casa Branca desde a sua eleição

O caso gerou grande agitação durante a campanha eleitoral e foi amplamente divulgado por Donald Trump e pelos republicanos, que atribuíram este assassinato à política frouxa, segundo eles, da administração Biden em termos de controlo de fronteiras. Eles exigiram que o presidente democrata apresentasse «desculpas» para a família de Laken Riley.

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A Lei Laken Riley exigirá que o ICE detenha imigrantes indocumentados acusados, presos ou condenados por atos de “roubo, furto, furto ou furto em lojas”.

Washington envia 1.500 soldados adicionais para a fronteira com o México

Sobre este tema da imigração, Donald Trump tem, além disso, “assinou um decreto para (implantar) 1.500 soldados adicionais na fronteira » com o México, disse sua porta-voz, Karoline Leavitt, na quarta-feira. Isto elevará o número de soldados presentes nesta área para cerca de 4.000.

O presidente republicano declarou, na segunda-feira, no seu primeiro dia no poder, o estado de emergência na fronteira de 3.200 km com o México. “Isso é algo em que o presidente Trump fez campanha. O povo americano estava esperando por um momento como este, quando nosso Departamento de Defesa realmente implementaria a segurança interna”, disse M.meu Leavitt.

O secretário de Defesa em exercício, Robert Salesses, disse que as tropas usarão helicópteros para apoiar os agentes da Patrulha de Fronteira e ajudá-los a construir barreiras. O exército americano também será mobilizado para expulsar os migrantes por via aérea, disse ele.

“O Departamento fornecerá transporte aéreo militar para auxiliar os voos de deportação liderados pelo DHS (o Departamento de Segurança Interna) mais de 5.000 estrangeiros ilegais dos setores de San Diego, Califórnia, e El Paso, Texas”disse o ministro em nota de imprensa. O número de soldados e a sua missão poderão mudar em breve, acrescentou Salesses. “Este é apenas o começo,” ele avisou.

Le Monde com AP e AFP

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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