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o projeto Super League, renomeado Unify League, solicita reconhecimento das autoridades europeias e globais

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Os promotores de uma nova competição europeia de clubes de futebol, que compete com a actual Liga dos Campeões, não desistiram. Pelo contrário. Com base num acórdão proferido há um ano pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), anunciaram, na terça-feira, 17 de dezembro, que solicitaram à União das Associações Europeias de Futebol (UEFA) e à Federação Internacional de Futebol (FIFA) “reconhecimento oficial” de seu projeto Super League, agora renomeado Unify League.

“De acordo com a decisão de dezembro de 2023 do Tribunal de Justiça da União Europeia, qualquer competição cuja qualificação seja inclusiva e meritocrática e respeite o calendário global pode ver oficialmente a luz do dia”argumenta, em nota de imprensa, a A22 Sports Management, empresa sediada em Madrid (Espanha), que está a pilotar este projeto.

O nome Unify League está vinculado a Unify, nome de uma plataforma de streaming cuja criação foi anunciada em dezembro de 2023 e que deveria oferecer “streaming de partidas gratuito e apoiado por anúncios e assinaturas premium acessíveis”de acordo com A22.

O TJUE decidiu, em 21 de dezembro de 2023, que a UEFA e a FIFA exerceram, em 2021, um monopólio contrário ao direito europeu em matéria de liberdade de concorrência opondo-se à criação de uma competição rival à Liga dos Campeões e ameaçando os clubes e jogadores que dela participam com a exclusão das competições internacionais.

Tendo em conta “desempenhos anuais” no campeonato

Este projecto alternativo à Liga dos Campeões foi inicialmente apoiado por doze clubes europeus, e particularmente pelo Real Madrid e pelo FC Barcelona. Na sua primeira versão, tratava-se de organizar uma competição semifechada, ou seja, com clubes automaticamente qualificados, sem ter em conta os resultados dos campeonatos nacionais.

Mas a perspectiva desta Superliga suscitou reações muito fortes. Seja das autoridades do futebol, das associações de torcedores ou de determinados governos.
Isso levou os seis clubes ingleses, que aderiram ao projeto, a se desvincularem rapidamente dele. Outros clubes, como o Juventus Torino, também desistiram.

Em maio de 2024, a justiça espanhola também decidiu que a FIFA e a UEFA tinham “abusaram de sua posição dominante” opondo-se à Superliga. Mas a UEFA argumentou que tinha concebido novos regulamentos para as suas competições, que não eram, segundo ela, “afetados pela decisão”. A decisão do tribunal de Madrid “não dá a terceiros o direito de desenvolver competições sem autorização”também havia avançado o caso.

Em dezembro de 2023, após decisão do TJUE, a A22 Sports Management anunciou o próximo lançamento d’“um novo concurso europeu aberto”com “64 clubes divididos em três ligas” – 32 clubes divididos em duas ligas para sua versão feminina – sem incluir “sem membros permanentes” e ter, até certo ponto, um sistema de promoção-rebaixamento.

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Hoje, a empresa afirma ter discutido com os diversos campeonatos, clubes e demais stakeholders, e declara que modificou sua fórmula para levar em conta o “desempenho anual” no campeonato para determinar os participantes da competição. No entanto, ela não deu detalhes sobre os participantes e a programação.

O mundo com AFP

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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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