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O refugiado ucraniano lutando para se tornar o primeiro Grand Campeão Europeu de Sumo | Japão
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Justin McCurry in Tokyo
Danylo Yavhusishyn chegou Japão Em abril de 2022, como refugiado adolescente da guerra na Ucrânia, incapaz de falar uma palavra da língua e incerta quanto tempo ele seria separado de sua família.
Neste fim de semana, o garoto de 20 anos fará sua estréia na divisão superior do esporte antigo de sumô Wrestling, depois de subir na hierarquia com velocidade recorde.
“Estou mais animado do que nervoso”, disse ele a repórteres e fãs em uma aparição pública antes de um grande torneio em Osaka. Revolta de confiança, ele acrescentou: “Estou ansioso para competir contra adversários difíceis. Quero ganhar mais de 10 lutas e ganhar um dos três prêmios (por performances excepcionais). ”
Agora conhecido por seu nome de anel japonês Aonishiki Arata, O lutador ucraniano ganhou recentemente a promoção do nível mais alto de Sumo quando terminou o torneio de Ano Novo em Tóquio com 12 vitórias e apenas três derrotas.
Ele levou apenas nove torneios para alcançar o nível superior do esporte nacional de fato do Japão – uma conquista que o amarra com outros dois lutadores para a subida mais rápida nas seis divisões desde 1958, quando a SUMO adotou seu formato atual de seis grandes torneios, ou eles dizemum ano.
No domingo, ele começará 15 dias de lutas no Osaka eles dizem Como o número 15 Maegashiraa classificação mais júnior da elite você divisão, mas de onde alguns observadores de sumôs acreditam que ele montará uma campanha para se tornar o primeiro europeu Seu desaparecimentoum Grande Campeão.
Voo da Ucrânia
Aonishiki, que tem 182 cm de altura e pesa 136 kg relativamente modesto, descobriu o SUMO quando menino, praticando o judô e a luta livre do estilo livre antes de encontrar atletas de sumôs visitando sua academia em sua academia em Ucrânia do Japão. Com estilo, estilo japonês, rapidamente se tornou seu chamado atlético.
Em 2019, ele terminou em terceiro lugar no Junior World Sumo Championships em Osaka, em um torneio que um dia lhe daria um meio de escapar do conflito da Ucrânia e moldar seu futuro como lutador profissional.
Lá, ele conheceu o lutador japonês Arata Yamanaka, então capitão da equipe de sumô da Universidade de Kansai, e os dois ficaram em contato através das mídias sociais.
Depois que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022, Aonishiki, que havia fugido recentemente para a Alemanha com seus pais, estendeu a mão para Yamanaka, cuja família concordou em sediar o adolescente ucraniano. Ele recebeu permissão para treinar na universidade, apesar de não ter sido matriculado como estudante.
“Eu só conheci (Yamanaka) uma vez pessoalmente e ele me recebeu, mesmo que eu não pudesse falar uma palavra de japonês”, disse Aonishiki à agência de notícias Kyodo no ano passado. “Fiquei surpreso quando ele disse ok. Se tivesse sido o contrário, eu teria recusado. ”
Aonishiki, que assumiu o primeiro nome Arata como uma homenagem a seu amigo e mentor japonês, acrescentou: “Graças a ele, pude ir ao Japão e conhecer tantas pessoas. Se eu não o tivesse conhecido, não seria quem sou hoje. ”
Oito meses depois de chegar ao Japão, Aonishiki se juntou ao Ajigawa estável no leste de Tóquio para treinar sob o ex -lutador Aminishiki.
Apesar de experimentar o choque cultural e a ansiedade sobre o destino de seu país de origem, “Danya” – como seus amigos o apelidou – era uma força dominante na universidade sumô anel, de acordo com os contemporâneos, derrotando oponentes mais pesados usando sua força física e técnica sem falhas.
“Eu nunca derrotei Danya formalmente em nenhuma das minhas 200 lutas contra ele”, disse Akihiro Sakamoto, 21, ex -capitão da equipe de Sumo da Universidade Kansai, ao jornal Asahi Shimbun.
Aonishiki subiu na hierarquia desde sua estréia profissional em setembro de 2023, acumulando recordes vencedores em sucessivos torneios, pois seu cabelo cresceu tempo suficiente para ser amarrado a um nó superior, enquanto a adição de quilos extras o tornou uma proposta ainda mais difícil.
“Danya acabará se tornando um Yokozuna”, disse Sakamoto ao Asahi. “Ele é formidável.”
Enquanto ele se preparava para um torneio no final do ano passado, com mais uma promoção à vista, Aonishiki, que agora é fluente no idioma de sua casa adotada, disse que estava lutando pela “família japonesa” que o ajudou desde que fugiu Ucrânia.
‘Tudo o que fiz é seguir as instruções’
Seus feitos não passaram despercebidos na Ucrânia, que já haviam produzido outro lutador de primeira linha, Turbulência. Escrevendo no Ucraniano semanalmenteo jornalista esportivo Ihor Stelmach disse que Aonishiki, natural da cidade de Vinnytsia, “capitalizou sua oportunidade a ponto de ser mencionado como um potencial futuro lutador de sumô europeu no topo do esporte nacional do Japão”.
Mais de 2.700 ucranianos procuraram refúgio no Japão após a invasão russa como parte de um esquema lançado pelo governo japonês que os autoriza a vistos de trabalho e residência de longo prazo. Quase 2.000 permanecem.
Em um enquete No ano passado, pela Nippon Foundation, que forneceu despesas vivas e outras para refugiados ucranianos, 39% disseram que queriam permanecer no Japão “pelo maior tempo possível”, enquanto 34% disseram que queriam voltar para casa assim que a situação estabilizou.
Mostrando o tipo de humildade esperada dos lutadores de sumôs, Aonishiki tentou minimizar sua conquista depois de lutar contra a elite do esporte, dizendo aos repórteres: “Tudo o que fiz é seguir as instruções do meu estábulo”.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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