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O século de Salt leva a Inglaterra a uma vitória de oito postigos sobre as Índias Ocidentais no primeiro T20 | Vinte20

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Cameron Ponsonby at Kensington Oval

Na quinta-feira, Phil Salt recusou um convite para uma festa com Rihanna em favor de dormir cedo. No sábado, ele atacou a Inglaterra para uma vitória de oito postigos contra as Índias Ocidentais.

É uma decisão da qual ele poderá se arrepender do ponto de vista pessoal, mas não do ponto de vista profissional, já que ampliou seu notável recorde de T20 contra as Índias Ocidentais e deu a vitória à Inglaterra. Nas últimas cinco partidas contra este adversário, ele fez três séculos e marcou 456 corridas com uma média de 228.

Apesar de todas as nuances do teste e do críquete internacional de um dia, há poucos eventos esportivos mais divertidos do que um T20 no Kensington Oval em uma noite de sábado. Uma mistura igual de turistas e moradores locais na multidão, você toma um gole de rum e depois se esquiva de um seis que passa voando pela sua cabeça. Uma nova maneira de misturar prazer e dor.

Superficialmente, a vitória da Inglaterra pode parecer rotineira, mas foi o resultado de uma partida disputada a todo vapor do início ao fim. Nos primeiros quatro saldos, Saqib Mahmood reduziu os Windies para 18 em três, apenas para o time da casa se comprometer com a carnificina e abrir caminho para sair dos problemas.

Para cada seis atingidos, um postigo cairia. Foi uma mentalidade melhor exibida pelo número 10 da casa, Gudakesh Motie, que chegou à marca em 117 para oito com mais de cinco saldos restantes e lançou suas primeiras duas bolas para seis.

Todos Andre Russell, Nicholas Pooran e Akeal Hosein estavam de volta para o time da casa, com Russell a certa altura lançando uma bola por cima do pavilhão e para a estrada enquanto um primeiro turno emocionante balançava dramaticamente a favor de cada equipe.

Os fogos de artifício também não foram reservados apenas para o campo. Durante grande parte das últimas 24 horas em Barbados, choveu torrencialmente e, no meio do terceiro gol de Reece Topley, ela chegou novamente, mas não interrompeu o jogo.

Topley, que tem um longo histórico de lesões graves, lançou mais uma bola, escorregou e caiu. Enquanto ele estava deitado no chão com dor, as cobertas finalmente foram colocadas. Após o reinício, ele lançou um único lançamento que foi rebatido para seis e deixou o campo imediatamente com evidente desconforto. Enquanto subia as escadas do vestiário, ele agarrou uma cadeira de plástico próxima e a jogou no corrimão, frustrado.

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Salt foi habilmente apoiado por Jacob Bethell, que fez seu primeiro T20i em meio século, enquanto os dois garotos Bajan da Inglaterra faziam o negócio em sua cidade natal com muitos amigos e familiares no estande. Ambos jogaram críquete na escola de Harrison College e Salt diz que Kensington Oval é o campo onde ele assistiu mais críquete. As emoções da ocasião ficaram claras ao celebrar três figuras.

Os primeiros cinquenta de Salt vieram em 25 bolas, o segundo em 28. A certa altura, ele acertou Shamar Joseph por cinco limites consecutivos. Tamanho era o domínio de Salt que o pato dourado de Jos Buttler em seu retorno caiu na insignificância. Buttler, experimentando rebatidas no número 3, foi fantasticamente pego no terceiro homem por Motie, que estendeu a mão e deu um mergulho com uma mão sobre sua cabeça. Foi a primeira entrada de Buttler em quase cinco meses, mas, assim como todos os outros que assistiram a esta partida, tudo o que ele conseguiu fazer foi sorrir.



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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