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O treinador do Real Madrid Ancelotti para ser julgado por suposta fraude fiscal | Notícias esportivas

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O treinador do Real Madrid Ancelotti para ser julgado por suposta fraude fiscal | Notícias esportivas

Os promotores buscam pena de prisão para italiano, que ganhou o título da Liga dos Campeões de Futebol em cinco ocasiões recorde.

O técnico do Real Madrid, Carlo Ancelotti, será julgado na próxima semana por supostamente não declarar renda ao cargo de impostos da Espanha.

Os promotores estão buscando uma pena de prisão de quatro anos e nove meses para o italiano de 65 anos, acusando-o de custar o tesouro da Espanha a mais de US $ 1,1 milhão em ganhos não declarados dos direitos da imagem em 2014 e 2015.

O julgamento começará na quarta -feira e deve durar dois dias, informou um porta -voz do tribunal na sexta -feira.

Ancelotti, que como treinador ganhou um recorde de cinco troféus da Liga dos Campeões, incluindo três com o Real Madrid, deve estar presente para as audiências, acrescentou o porta -voz.

Os promotores o acusam apenas de declarar em suas declarações fiscais que a remuneração pessoal recebeu do Real Madrid durante esses dois anos, apesar de ele se declarar um residente tributário na Espanha e indicou que sua casa estava em Madri.

Eles acusam Ancelotti de supostamente estabelecer um sistema “confuso” e “complexo” de empresas de falha para esconder seus ganhos extras de seus direitos de imagem, bem como de outras fontes, como imóveis.

Ancelotti ganhou US $ 1,33 milhão em 2014 com a venda de seus direitos de imagem e US $ 3,19 milhões em 2015, segundo os promotores.

Ancelotti, à direita, acrescentou o astro francês Kylian Mbappe ao seu esquadrão do Real Madrid, que levantou a dupla Laliga e Liga dos Campeões na última temporada (Susana Vera/Reuters)

Um tribunal espanhol em 2023 ordenou que Ancelotti fosse julgado pelo caso, mas não estabeleceu uma data.

Ancelotti negou provimento ao caso no ano passado como “uma história antiga que espero que seja resolvida em breve” quando ele foi perguntado sobre o caso.

Ele assumiu o cargo no Real Madrid em 2013, saindo em maio de 2015, antes de ser nomeado pelo Bayern de Munique no ano seguinte.

O ex -meio -campista internacional da Itália, que como jogador venceu a Copa da Europa duas vezes com o AC Milan, mais tarde conseguiu Napoli e Everton antes de retornar ao Real Madrid em 2021.

Além de seu sucesso na Liga dos Campeões, ele ganhou títulos da Liga Nacional com Madri e Milão, na Inglaterra, com o Chelsea, na Alemanha, com o Bayern de Munique e na França com o Paris Saint-Germain.

A Espanha reprimiu nos últimos anos nos melhores jogadores de futebol que não pagaram suas dívidas.

Lionel Messi e Cristiano Ronaldo foram considerados culpados de sonegação de impostos e receberam sentenças de prisão que foram dispensadas por serem infratores pela primeira vez.

O ex-técnico do Real Madrid, José Mourinho, recebeu uma sentença suspensa de um ano depois de receber um apelo de culpa por fraude fiscal em 2019.

O artista de superestrela colombiano Shakira, em 2023, concordou em receber uma sentença suspensa de três anos e pagar US $ 7,86 milhões em multas para liquidar um caso de fraude fiscal e evitar o julgamento.

Os promotores acusaram o cantor de “quadris não mentir” de fraudar o estado espanhol de 14,5 milhões de euros (US $ 15,6 milhões) com renda auferida entre 2012 e 2014, acusações de Shakira negou, dizendo que só se mudou para a Espanha em tempo integral em 2015.



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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