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OCDE corta previsões de crescimento para Alemanha e França – DW – 12/04/2024

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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) na quarta-feira reduziu as suas previsões de crescimento económico para Alemanha e França.

O organismo económico com sede em Paris, que aconselha as nações industrializadas em questões políticas, espera agora que o Economia alemã crescer 0,7% no próximo ano, abaixo da previsão anterior de 1,1%.

França também registou um corte de 0,3 pontos percentuais no seu crescimento projetado, com a OCDE a estimar agora que a economia francesa se expanda 0,9%.

O que a OCDE disse sobre a economia alemã?

A Alemanha e a França, as duas principais economias da UE, têm sido lutando com uma série de desafios no ano passado, incluindo lutas políticas internas, preços elevados da energia, atraso no investimento e enfraquecimento da procura nos principais mercados estrangeiros.

A coligação governamental de três partidos da Alemanha entrou em colapso no mês passado devido a divergências sobre como lidar com a crise do país. grave mal-estar económico.

As eleições antecipadas estão marcadas para fevereiro.

O dilema económico da Alemanha: gastar ou poupar?

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A maior economia da Europa ficará atrás da média da zona euro de 1,3% em 2024 e 1,5% em 2025.

A inflação baixa e o aumento dos salários, no entanto, apoiarão os rendimentos reais e o consumo privado, afirmou a OCDE.

“O investimento privado irá aumentar gradualmente, apoiado por elevadas poupanças empresariais e pela descida lenta das taxas de juro, mas a incerteza política continuará a pesar sobre a confiança dos investidores”, afirmou.

Crise política em França pesa sobre crescimento

Na França, O governo minoritário do primeiro-ministro Michel Barnier corre o risco de ser derrubado por uma moção de censura no parlamento na quarta-feira, depois de ter forçado a aprovação de um projeto de lei orçamental impopular, numa tentativa de reduzir o elevado défice orçamental do país.

O plano de redução do défice inicialmente apresentado por Barnier continha aumentos de impostos e cortes de despesas no valor de 60 mil milhões de euros (63,1 mil milhões de dólares), com o objectivo de levar o défice para 5% da produção económica em 2025, contra 6,1% estimados este ano. O objetivo é reduzir o défice para 3% até 2029.

Foi visto como uma tentativa de conduzir a economia francesa para águas mais calmas.

Mas se os legisladores votarem pela derrubada do governo de Barnier, poderia lançar o país numa turbulência política.

A OCDE espera que a economia francesa cresça apenas 0,9% em 2025 e 1% em 2026.

Trump planeja novas tarifas sobre Canadá, China e México

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Quais são os riscos que a economia global enfrenta?

A organização também alertou na quarta-feira sobre a crescente ameaça do protecionismo comercial em todo o mundo.

Ele disse que o aumento das barreiras ao comércio poderia perturbar a economia global.

O aviso chega poucas semanas antes Presidente eleito dos EUA, Donald Trump está pronto para retornar à Casa Branca. Trump já prometeu impor tarifas a vários parceiros comerciais.

A OCDE alertou que “um maior protecionismo comercial, especialmente por parte das maiores economias”, representa um “risco descendente” para o crescimento global, embora tenha aumentado a previsão para 2025 para toda a economia mundial para 3,3%, um aumento de 0,1 pontos percentuais.

“O aumento das medidas restritivas ao comércio poderá aumentar os custos e os preços, dissuadir o investimento, enfraquecer a inovação e, em última análise, diminuir o crescimento”, sublinhou a OCDE.

Um estudo recente da consultora Roland Berger calculou o custo das medidas dos EUA e das prováveis ​​contramedidas da China e da UE em mais de 2,1 biliões de dólares até 2029.

Sri/rc (Reuters, AFP)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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